Convocação Assembleia Geral Ordinária da Afeesmig.

EDITAL DE CONVOCAÇÃO O Presidente da Associação das Fundações Educacionais de Ensino Superior do Estado de Minas Gerais – AFEESMIG, de acordo com o que determina o Art. 16, do Estatuto da AFEESMIG, convoca os presidentes das Fundações filiadas ou seus representantes legais (delegados por escrito) a participarem da Assembleia Geral Ordinária, a realizar-se no dia 13 de março de 2014, quinta-feira, às 10h, em primeira convocação, com a presença de 1/3 dos integrantes da Assembléia Geral, em conformidade com o Art. 18, Inciso II, do Estatuto da AFEESMIG, e, caso não haja quorum na primeira convocação, 30 minutos após, com qualquer número de filiados presentes. A Assembleia Geral Ordinária terá lugar na Federação Mineira de Fundações e Associações de Direito Privado – FUNDAMIG, Rua Goitacazes, 71/813 – Centro – Belo Horizonte – MG, para deliberar na pauta: Deliberar sobre o plano geral de trabalho, o calendário e a proposta orçamentária para o exercício seguinte; Definir a política e estratégia institucionais a serem adotadas nos anos subsequentes; Deliberar sobre outras questões comuns de interesse das associadas não especificadas neste edital; Brasília, fevereiro de 2014. Guilherme Valle de Souza Presidente da AFEESMIG
Ministro Henrique Paim escreve artigo em que faz um Raio-X da educação básica.
O ministro da Educação, Henrique Paim, publicou artigo nesta terça-feira, 11, no jornal Folha de S. Paulo, intitulado Raio-X da educação básica. Confira a íntegra do artigo: Mudar o processo educacional brasileiro exige grande esforço, ainda mais em um país que teve um despertar tardio para a importância da educação em seu desenvolvimento. O esforço é conjunto, pois na educação básica o sistema funciona em regime de colaboração entre a União, Estados, Distrito Federal e municípios. Cada Estado e cada município tem autonomia de seu sistema de ensino, cabendo à União estabelecer diretrizes e apoiar técnica e financeiramente os entes federados na cruzada pela educação com mais acesso, garantindo ao estudante uma trajetória regular e de qualidade. Em outra dimensão, o esforço é conjunto porque envolve uma gama de atores: professores, gestores, os demais profissionais de educação, as famílias, os estudantes e a sociedade. Sabemos que as políticas públicas educacionais surtem efeito em médio e longo prazo. O investimento na construção de escolas de educação infantil trará retorno para o Brasil daqui a 20 anos. Isso porque uma criança que tem acesso a essa escola terá mais chance de concluir a educação básica na idade própria e de se tornar um profissional mais qualificado. Por isso devemos enxergar os dados do Censo da Educação Básica de 2013 com dois olhares. O primeiro é o de que ainda temos muitos desafios pela frente. O segundo, o de que devemos destacar os bons resultados dos esforços conjuntos. Eles mostram que a educação básica no país avançou. O crescimento de 7,5% nas matrículas das creches está associado a uma política de financiamento, por meio do Fundeb, e de investimento em infraestrutura para receber esse público. O governo federal tem como meta contratar a construção de 6.000 creches até o final deste mandato da presidenta Dilma, e o que foi feito até agora já permitiu que o atendimento aumentasse 73% de 2007 para 2013. No ensino fundamental, a redução de matrículas significa que o fluxo escolar melhorou. Outra boa notícia é a ampliação da educação em tempo integral. De 2010 para 2013, houve um crescimento de 139%, com o número de matriculados saltando de 1,3 milhão para 3,1 milhões. Só no ano passado, esse aumento foi de 45%. É importante ressaltar que, dos 3,1 milhões de matrículas, 3,07 milhões foram na rede pública. O MEC (Ministério da Educação) tem repassado, em média, R$ 2 bilhões por ano para a ampliação da jornada escolar. A partir do programa Mais Educação-Educação em Tempo Integral, que se revelou uma estratégia bem-sucedida do MEC para a implantação da jornada integral nas redes públicas, podemos acreditar que é factível a meta do Plano Nacional de Educação – que espera aprovação no Congresso Nacional – de termos 25% dos alunos em tempo integral nos próximos dez anos. Na educação profissional, saímos de 780 mil matrículas em 2007 para 1,44 milhão em 2013, um crescimento de 85%. Para isso, diversas políticas e ações foram determinantes. A expansão das redes federal e estaduais de educação profissional, científica e tecnológica foi uma delas. Outra foi o Pronatec, prioridade do governo da presidenta Dilma, que chegará ao fim deste ano com 8 milhões de matrículas, sendo 2,4 milhões no ensino técnico. Após a inclusão recente de milhões de estudantes, o ensino médio tem hoje novos desafios. O aperfeiçoamento do currículo e a formação de professores são pontos que já estamos enfrentando. O avanço passa também pela possibilidade de profissionalização, oferecendo aos jovens, além da escolarização, qualificação para o trabalho. O Censo mostra que as políticas públicas estão dando resultados, mas nos desafia a avançar na busca da melhoria da qualidade da educação para garantir o desenvolvimento sustentável do país.
Seleção Unificada começa a receber inscrições no dia 17
Rebeca Borges Pinheiro pretende se especializar na área de moda. Por isso, logo que concluiu o ensino médio, a jovem de 18 anos começou o curso de produção de moda no Instituto de Educação Superior de Brasília (IESB). O curso foi ofertado na primeira edição do Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec), uma das vias de acesso do programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). Criado em 2013, o Sisutec abre inscrições este ano no dia 17 de março. O processo seletivo do segundo semestre de 2013 abriu 239.792 vagas gratuitas em cursos técnicos para quem já concluiu o ensino médio. O sistema ofereceu 117 cursos em diversas áreas, com duração de 800 a 1,2 mil horas, em 586 instituições, dentre estabelecimentos de educação superior e escolas técnicas particulares; institutos federais de educação, ciência e tecnologia; escolas técnicas vinculadas a universidades federais; escolas estaduais e municipais e entidades do Sistema S. Participam do Sisutec instituições com indicadores positivos no Ministério da Educação. Segundo o coordenador de cursos técnicos do IESB, Murilo Pereira, já foram beneficiados pelo Pronatec, via Sisutec, 3.510 alunos. Os cursos técnicos mais procurados são os de informática, programação de jogos digitais, segurança do trabalho e gastronomia. Aprendizado – Rebeca afirma que com o que tem aprendido no curso de produção de moda, ela pode atuar em consultorias, na produção de catálogos de lojas e campanhas publicitárias. Segundo a estudante, ela ainda pode trabalhar na produção de figurinos para desfiles, cinema e TV. A grade curricular também inclui noções de ética de trabalho, empreendedorismo e história da moda. “O curso faz com que o aluno desenvolva um olhar crítico não só na área de moda. Precisamos entender e traduzir os desejos do consumidor para manter a indústria da moda sempre em movimento”, pontua Rebeca. Experiência – Vitor Silva de Oliveira, 19 anos, está matriculado em um curso de informática do Sisutec, também no IESB. Para o estudante, o foco do seu curso é prepará-lo para enfrentar bem o mercado de trabalho. “O conhecimento que adquiro pode ser usado em várias situações”, ressalta Vitor. O Edital nº 1/2014 da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, que estabelece o cronograma e demais procedimentos para a apresentação de propostas de oferta de vagas gratuitas em cursos técnicos na forma subsequente por meio do Pronatec, foi publicado no Diário Oficial da União no final de janeiro. Ana Júlia Silva de Souza