Ministério da Educação – MEC define regras do Enade 2014
http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=40&data=17/03/2014
AFEESMIG presente na Audiência Pública nº 01/2014 da SERES/MEC.

Informo que a AFEESMIG esteve presente na Audiência Pública nº 01/2014 da SERES/MEC, que teve como objetivo esclarecer às instituições de ensino superior privada os procedimentos para autorização de funcionamento do curso de medicina. A audiência aconteceu, na data de ontem, 27/02/2014, no auditório do Ministério da Educação, das 14h30min até às 17 horas. A audiência pública foi aberta a todos os interessados que puderam manifestar-se oralmente e por escrito. O Sumário Executivo da Audiência foi disponibilizado no site do Ministério da Educação. A audiência foi presidida pela Drª Maria Rosa Guimarães Loula (Diretora da SERES) que fez algumas considerações sobre o Sumário Executivo, são elas: 1.Informou que foram pré-selecionados 49 municípios que já estão passando pela avaliação in loco, ou seja, “ainda temos uma “peneira” pra chegar aos municípios finais”; 2.O foco todo da lei dos Mais Médicos é com a qualidade e todo direcionamento do processo é para obter a proposta que forneça a maior qualidade de projeto, a maior sustentabilidade financeira ou de viabilidade econômica; 3.O e-mail cgcp@.direg@mec.gov.br é para duvidas e sugestões até a finalização desse processo; 4.A ideia é ter uma seleção por município e isso quer dizer que teremos uma ampla seleção entre as concorrentes para cada município. Ressaltou que não há problema se a mantenedora acreditar que tem condições de oferecer 3 propostas para 3 munícios diferentes ou até mais; 5.A ideia entre a seleção é a concorrência entre mantenedoras; 6.Disse que a habilitação jurídica é etapa eliminatória e consiste na análise dos documentos apresentados pelas mantenedoras e também pela inexistência de supervisão institucional ativa; 7.Quanto à mensalidade, disse que a menor semestralidade pontuará mais e não haverá teto mínimo e máximo; 8.A fase de classificação levará em consideração a inúmeros outros fatores, como por exemplo: Disse que o menor prazo de implantação desse curso e como sabem, o curso tem que ser implantado em até 18 meses, a menor semestralidade e a maior contrapartida ao sistema SUS. Ressaltou que a avaliação in loco serve para indicar onde o sistema SUS tem que ser aperfeiçoado e servirá como base para as IES. Ou seja, será um guia para as IES de ensino elaborar um projeto de contrapartida ao SUS; 9.Ressaltou que o mais importante é estabelecermos o debate e entendermos a ideia inicial desse projeto/sumário e recebermos as criticas, orientações e sugestões em relação ao aperfeiçoamento dessa proposta; 10. E por fim respondeu às indagações por e-mail. http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=19007&Itemid=1227
Revalida – Docentes de medicina podem se inscrever para elaborar questões
Profissionais de atividade docente na área de medicina podem se inscrever, até 28 de março (sexta-feira), para participar da elaboração ou revisão de questões do Banco Nacional de Itens do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeiras (BNI-Revalida). Para se inscrever, o profissional deve possuir diploma de graduação em medicina, registro profissional no Conselho Regional de Medicina, além de exercer atividade docente em instituição de ensino superior credenciada pelo poder público nas seguintes áreas: clínica médica; cirurgia geral; medicina de família e comunidade/saúde coletiva; pediatria; ginecologia e obstetrícia. Os selecionados passam por capacitação específica sobre normas, procedimentos e critérios técnicos relacionados à elaboração e revisão de itens. Revalida – O exame, aplicado anualmente desde 2011, é orientado pela Matriz de Correspondência Curricular para Fins de Revalidação de Diplomas de Médico Expedidos por Universidades Estrangeiras. O Revalida foi criado como uma estratégia de unificação nacional do processo de revalidação de diplomas no país, em consonância com as diretrizes curriculares nacionais dos cursos de medicina. A prova é realizada por médicos estrangeiros interessados em trabalhar no Brasil e por brasileiros que tenham obtido o diploma no exterior. Em 2013, o exame teve a adesão de 37 universidades públicas. Assessoria de Comunicação Social do Inep Acesse o edital n° 6, de 12 de março, publicado na edição desta quinta-feira, 13, do Diário Oficial da União, que estabelece normas para a inscrição Palavras-chave: educação superior, medicina, Revalida
Seminário – Avaliações educacionais devem promover a qualidade do ensino.
As avaliações educacionais devem ser um instrumento para a melhoria da qualidade do ensino, a partir da apropriação dos resultados e da aplicação pedagógica pela escola. Essa ideia foi consenso entre os participantes da mesa redonda que encerrou o Seminário Internacional Devolutivas das Avaliações de Larga Escala, realizado na quarta-feira, 12, na sede do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em Brasília. O presidente do Inep e mediador do debate, Chico Soares, apontou que não há dúvida de que a Prova Brasil fala de qualidade e gera dados que permitem apontar indicadores de aprendizado no ensino fundamental. “O desafio, hoje, é que a Prova Brasil avance em direção à escola, ou seja, que os resultados tenham aplicação pedagógica”, afirmou, lembrando que outros desafios foram vencidos, como a aplicação do exame de forma censitária para todas as escolas com mais de 20 alunos. Para o professor Lorin W. Anderson, da Universidade da Carolina do Norte (EUA), a troca de experiências entre diferentes culturas pode colaborar para modelos duradouros de avaliação. “Uma vez que se adote uma direção, não se perde o alvo de vista, que é a qualidade. Temos de nos mover, juntos, nos aspectos que nos unem, para chegarmos ao sistema educacional que queremos”, disse. “O aluno é o propósito moral e está no coração do trabalho de avaliação. Queremos que cada escola seja maravilhosa e que cada criança seja um excelente aluno. Para isso, temos de chegar à escola, à sala de aula, interagir”, destacou o representante da Education Quality and Accountability Office de Ontário (Canadá), Bruce Rodrigues, que, antes de participar da mesa redonda, também proferiu palestra sobre a experiência de Ontário, a mais populosa província daquele país, com 13,5 milhões de habitantes, com as avaliações de larga escala. O professor Jesús Miguel Jornet Meliá, da Universidade de Valença (Espanha), acentuou que é importante que haja o desenho de um currículo único, porque, dessa forma, é possível traçar metas, melhorar o ensino e a avaliação. “O desafio é obtermos padrões contextualizados que tenham condições de responder a diferentes situações das regiões e das escolas”, explicou. O Seminário Internacional Devolutivas das Avaliações de Larga Escala foi promovido pelo Inep, em parceria com o movimento Todos Pela Educação e a Associação Brasileira de Avaliação Educacional (Abave). Assessoria de Comunicação Social do Inep