#CNE ǀ Pareceres relatados de processos de abril já estão disponíveis

O CNE disponibilizou o arquivo contendo a relação de pareceres relatados em audiência pública no mês de abril/2017. Observação: os pareceres relatados encontram-se em fase de revisão técnica, antes da publicação da respectiva súmula no Diário Oficial da União. Tão logo essa súmula seja publicada, os pareceres estarão disponíveis para consulta no site do CNE.  Favor acessar o link abaixo: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=63011-prel04-2017-pdf&category_slug=abril-2017-pdf&Itemid=30192

#Cerimonia ǀ MEC vai garantir apoio aos professores na implantação da Base Nacional Comum Curricular

O ministro da Educação, Mendonça Filho, entregou nesta quinta-feira, 6, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) ao Conselho Nacional de Educação (CNE) e garantiu apoio na implementação das novas diretrizes. “O MEC assegurará todo o apoio técnico, do ponto de vista de suporte, para que os estados e municípios possam avançar na definição dos currículos, que obedecerão justamente às normas e diretrizes gerais consagradas na BNCC”, disse. “O apoio à formação de professores também está garantido.” A Base estabelece conteúdos e competências essenciais, isto é, o que todo estudante deve saber e ser capaz de fazer na educação básica. A previsão é que o CNE conclua a avaliação do documento até meados do segundo semestre deste ano. Uma vez aprovada pelo conselho e homologada pelo MEC, a BNCC será referência obrigatória na elaboração dos currículos de escolas públicas e particulares, em todo o Brasil. “Os currículos devem estar absolutamente sintonizados com a nova BNCC, cumprindo as diretrizes gerais que consagram as etapas de aprendizagem que devem ser seguidas por todas as escolas”, destacou o ministro. “As redes terão o cuidado de obedecer a critérios de adequação nessa fase de transição.” A BNCC é um compromisso do Estado brasileiro em assegurar direitos de aprendizagem a todos os alunos. Sua implementação resultará em maior igualdade de oportunidades e promoverá equidade. Tudo para que a educação brasileira dê o salto de qualidade de que tanto necessita. “O que nós queremos é uma educação de qualidade para todos, alinhada aos desafios do século 21”, resumiu Mendonça Filho. O documento apresentado hoje trata exclusivamente da educação infantil (creche e pré-escola) e do ensino fundamental (1º ao 9º ano). Segundo o ministro, a BNCC referente ao ensino médio será entregue até o final de 2017, já adaptada às diretrizes do Novo Ensino Médio. Além de dar visibilidade a conteúdos essenciais, a Base determina o que os alunos devem saber a cada ano de escolarização. Desse modo, ajudará professores e escolas a organizarem a progressão das aprendizagens em todo o território nacional. A expectativa é de impacto positivo inclusive no fluxo escolar, com a superação de gargalos, como a transição do 5º para o 6º ano do ensino fundamental ou do fim do ensino fundamental para o ensino médio. Atualmente é comum que alunos tenham dificuldade em aprender determinado conteúdo – como frações −, porque não tiveram a formação adequada em anos anteriores. É o caso das crianças que não sabem operações básicas da matemática, como somar, subtrair, multiplicar e dividir. Com a Base, ficará claramente definido o conjunto de aprendizagens a que todo aluno tem direito, ano a ano. Professores e escolas ganharão um instrumento a mais para articular conhecimentos e ajustar o ritmo do ensino. Diretrizes – A BNCC entrará nas salas de aula  por meio dos currículos, sendo de dois anos o prazo de implementação. A Base, porém, não é currículo: ela dá o rumo e indica aonde se quer chegar. Mas são os currículos que definem os caminhos, ou seja, o método de ensino, os materiais didáticos e o formato das avaliações. Estados, municípios e o Distrito Federal manterão sua autonomia, o que significa que poderão acrescentar conteúdos e competências. A Base não é camisa de força: longe disso, estimula a contextualização e a diversificação regional. O Brasil terá uma Base e muitos currículos. A Base tem compromisso com a formação integral dos estudantes e sinaliza o tipo de sujeito que o país quer formar. Para isso, estabelece dez competências gerais que todo aluno deverá desenvolver na educação básica. A ideia é que crianças e adolescentes aprendam a aprender e que sejam capazes de resolver problemas, de pensar criticamente, de se comunicar e de saber lidar com as próprias emoções. Tudo alinhado à construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva, sem discriminações de qualquer espécie. União, estados e municípios – Prevista na Constituição, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação e no Plano Nacional de Educação (PNE), a Base vai intensificar a colaboração de todas as esferas de governo, sob a liderança e a coordenação do Ministério da Educação. A lei que instituiu o PNE de 2014 cita diretamente a Base como estratégia para o cumprimento das metas 2, 3 e 7 do Plano. Portanto, a elaboração da Base encontra-se amparada pela Constituição e pela legislação educacional do país. Ao mesmo tempo em que indica o ponto de chegada, ou seja, o tipo de cidadão que se quer formar, a Base marca também o início de uma nova fase na educação brasileira. O primeiro passo será revisar e elaborar currículos, em sintonia com as orientações da Base. Essa será uma tarefa para todas as redes de ensino municipais e estaduais, para a rede federal e para as escolas particulares. Para que a Base vire realidade, contudo, será preciso investir pesadamente na formação de professores – de imediato, na chamada formação continuada, que é destinada a profissionais já em serviço. Em outra frente, será necessário também ajustar a produção de materiais didáticos e as matrizes de avaliação da Prova Brasil e das demais avaliações nacionais. Participação da sociedade – A Base não é obra de um governo. Sua elaboração teve início em 2014 e contou com intensa participação da sociedade. A primeira versão da Base, apresentada em 2015, recebeu 12 milhões de contribuições, em consulta pública, e deu origem à segunda versão, em maio de 2016. A partir daí, o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), com apoio do MEC, promoveram seminários em todas as 27 unidades da federação, entre junho e agosto de 2016. Os seminários mobilizaram 9 mil professores, gestores e acadêmicos. A versão final, submetida ao CNE, valeu-se de toda essa discussão e passou pelo crivo de especialistas. O CNE já anunciou a intenção de realizar uma nova rodada de audiências públicas. Caberá ao Conselho, que é um órgão de assessoramento do Ministério da Educação, elaborar parecer e projeto de resolução sobre a Base. Como tem caráter normativo, a Base

Capacitações preparam os gestores acadêmicos para os desafios do mercado

Já está comprovado por especialistas que a segredo do sucesso de uma organização são as pessoas que a compõem. Sabemos que os processos e a tecnologia são itens fundamentais para o bom andamento de uma IES, mas sem profissionais bem treinados e alinhados com os objetivos da instituição, de nada adianta as técnicas de trabalho complexas e equipamentos de alto nível. Investir nos colaboradores em busca de atualização é a chave para redução de custos, ambiente de trabalho agradável, diminuição na rotatividade e elevação na produtividade: uma equipe preparada para os desafios do mercado. Como a HUMUS é aliada das IES e busca sempre promover capacitações de alto nível para o benefício do segmento educacional, nos meses de abril e maio estaremos realizando os seguintes eventos:   Curso Laboratório: O Procurador Educacional Institucional – PI (3ª edição) | 27 e 28 de abril – A terceira turma do curso visa fornecer embasamento para os gestores acadêmicos aprimorarem os seus conhecimentos e habilidades no relacionamento da IES com os agentes reguladores do Ensino Superior, sendo orientados e capacitados para o exercício da função do Procurador Educacional Institucional e a funcionalidade do sistema e-MEC. Informações e inscrições: www.humus.com.br/procurador-educacional/.   Workshop 1: Plano de Carreira Docente – Novas perspectivas na gestão acadêmica | 18 de maio – O workshop propõe que os gestores acadêmicos façam uma análise de suas IES para reavaliar, adequar e dimensionar o Plano de Carreira Docente, visando atender as características institucionais, as exigências governamentais para a área educacional e a viabilidade financeira da Instituição de Ensino Superior. Informações e inscrições: www.humus.com.br/plano-carreira-docente/.      Workshop 2: Metodologias Ativas e Alfabetização Acadêmica – Aprendizagem e inovação no ensino superior | 18 de maio – Os princípios e processos para o trabalho com metodologias ativas e alfabetização acadêmica no ensino superior serão trabalhados neste workshop, além de práticas pedagógicas inovadoras e a construção do plano de ensino. Informações e inscrições: www.humus.com.br/metodologias-ativas/.      Curso Oficina: Gestão acadêmica do ENADE – Diagnósticos e estratégias de aprendizagem | 19 de maio – A partir de diagnósticos o curso sugere estratégias eficazes para sanar deficiências nos processos de ensino e de aprendizagem que impactam nos procedimentos de Regulação e Supervisão do Ministério da Educação. O programa visa oportunizar aos participantes saberes que levam ao desenvolvimento de um projeto pedagógico alinhado ao Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior. Informações e inscrições: www.humus.com.br/gestao-academica-enade/.   As capacitações ocorrerão no Novotel Jaraguá, em São Paulo/SP, e serão ministradas por especialistas nos assuntos destacados. A AFEESMIG apoia estes eventos e seus associados possuem descontos especiais! Participação em 01 dos eventos >> 5% de desconto Participação em 02 dos eventos >> 10% de desconto Participação em 03 dos eventos >> 15% de desconto Participação nos 04 eventos >> 20% de desconto   Para isso, basta inserir o código “AFEESMIG” na ficha de inscrição.   Para mais informações e inscrições, entre em contato com a HUMUS: 11 5535-1397 | humus@humus.com.br | www.humus.com.br

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