Inep e Banco Central avaliam parceria para promover estudos sobre educação financeira

** Matéria publicada no site do INEP/MEC O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e o Banco Central planejam uma parceria para promover estudos conjuntos sobre educação financeira no Brasil. Uma equipe do Departamento de Promoção da Cidadania Financeira do Banco Central visitou o Inep nesta quarta-feira, 2 de maio. Em março, representantes da Diretoria de Avaliação da Educação Básica e da Assessoria Internacional do Inep também visitaram o Banco Central, iniciando as discussões. A proposta de parceria engloba ações conjuntas para ampliar o conhecimento sobre a educação financeira. Durante a visita, o Inep apresentou ao Banco Central como o tema é abordado nas avaliações promovidas pelo Instituto. A presidente do Inep, Maria Inês Fini, destacou as questões sobre letramento financeiro que fazem parte da edição 2018 do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), que começou a ser aplicado também nesta quarta-feira, 2. No Brasil, o Inep é responsável pela aplicação das provas e dos questionários da avaliação comparada realizada pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em mais de 80 países. Até 30 de maio, 18 mil estudantes de 15 anos serão avaliados. Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://portal.inep.gov.br/artigo/-/asset_publisher/B4AQV9zFY7Bv/content/id/1442280
#SinproMinas | Professores vencem queda de braços e põem fim à greve.
** Matéria publicada no site do Sinpro Minas Após dez dias de greve, as professoras e professores do setor privado de ensino decidiram voltar ao trabalho a partir deste sábado (5/5), durante assembleia realizada nesta sexta-feira (4/5) no Espaço Democrático da Assembleia Legislativa. A categoria entendeu que conseguiu vencer a queda de braços com os donos de escolas que queriam impor uma série de retrocessos à convenção coletiva no embalo da reforma trabalhista. O reajuste salarial será pelo INPC, 1,56%, mas os professores conseguiram fixar a homologação de rescisão dentro da Convenção Coletiva de Trabalho (fato inédito, que compunha a já desfigurada CLT) para após o segundo ano de contrato. Além disso, ficaram garantidas conquistas históricas que os patrões queriam eliminar ou mudar e ainda conquistamos o pagamento dos dias parados e a garantia de não punição dos grevistas, também prevista de forma inédita como cláusula em uma CCT. Após as mudanças feitas nesta sexta-feira pelo sindicato patronal, depois da assembleia de seus associados, os professores consideraram o movimento vitorioso, por conseguirem manter seus direitos históricos e alguns avanços. Segundo Valéria Morato, presidenta do sindicato: “A nossa greve foi vitoriosa. Foi mantida uma convenção coletiva histórica conquistada com muita luta pelos professores. Os professores atenderam ao chamado do sindicato e fizeram um movimento de resistência impondo uma derrota histórica à tentativa de implementação da reforma trabalhista por parte do patronal. Essa greve vira referência para todos os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. A nossa unidade nos fará vencedores!” Para Gilson Reis, coordenador geral da CONTEE, “A greve dos Professores de Minas encerra com vitória da categoria e derrota dos donos de escola. Manutenção de todos os direitos conquistados. Homologação no Sindicato, que não era prevista em Convenção, reajuste salarial pelo INPC, nenhuma retaliação e punição aos grevistas e uma ampla unidade dos trabalhadores que entraram unidos na greve e saíram unidos e fortalecidos”. Essa foi considerada uma das maiores greves do setor privado de educação desde a década de 1990 e teve uma característica muito positiva de englobar estudantes e pais/mães no apoio da categoria de professores. Nenhum direito a menos! Nossos direitos, nossa luta! Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://sinprominas.org.br/noticias/professores-vencem-queda-de-bracos-e-poem-fim-a-greve/