CNE | Conselho adia prazo para adaptar cursos de formação de professor

Regra previa aumentar de 3 para 4 anos duração de licenciaturas; escolas terão mais um ano para fazer as mudanças.   Matéria publicada no site do ESTADÃO SÃO PAULO – As mudanças nos cursos de ensino superior que formam professores no País foram adiadas mais uma vez, nesta terça-feira, 3, por decisão do Conselho Nacional de Educação (CNE). A pedido do Ministério da Educação (MEC), o órgão aprovou a prorrogação do cumprimento de uma nova regra que aumenta de três para quatro anos a duração das licenciaturas. Agora, as instituições têm mais um ano para se adaptarem. A norma é de 2015 e essa foi a segunda vez que o prazo foi prorrogado.  + Proposta para o ensino médio divide conselho Segundo dados do MEC, apenas 23% dos cursos de licenciaturas em universidades federais já finalizaram as mudanças em seus currículos. Outros 42% ainda estão discutindo e o restante está em fase inicial de elaboração do projeto. Só 47 das 63 federais responderam à pesquisa feita pelo governo.  Em nota, o ministériodisse que pediu a prorrogação do prazo porque os cursos precisam de tempo para se adaptar à Base Nacional Comum Curricular, aprovada no fim de 2017. Esse documento, pela primeira vez no País, prevê os objetivos de aprendizagem para todos os anos da educação infantil e fundamental. A base para o ensino médio ainda está em discussão.  Além da duração do curso, a resolução aumenta as horas de estágio obrigatório de 300 para 400 horas e pede foco em disciplinas práticas. Tanto os dirigentes das universidades federais quanto das privadas haviam defendido prorrogar o prazo. O argumento seria os maiores gastos para as instituições, principalmente com a contratação de novos professores. “Nas particulares, o aumento de custo vai ser exorbitante e pode ficar inviável para a população menos favorecida”, disse o conselheiro Antonio Carbonari Netto, que foi fundador da Anhanguera Educacional, grupo vendido para a Kroton. Ele se posicionou a favor da prorrogação do prazo. Foram 7 votos contrários e 11 favoráveis.  A nova norma pede que as licenciaturas aumentem de 2,8 mil para 3,2 mil horas sua carga horária. Outros cursos superiores, como Medicina Veterinária e Enfermagem por exemplo, exigem 4 mil horas.  Para a professora de Educação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Márcia Ângela da Silva Aguiar, a resolução representa um esforço coletivo de anos. “Já teve uma prorrogação, fazer isso de novo significa ser contrário a que se tenha qualquer possibilidade de melhora na formação de professores no País.” Segundo ela, que vou contra, isso pode também desanimar instituições que já começaram a implementar mudanças em seus currículos. “Sucessivos adiamentos sinalizam que é melhor não fazer nada porque essa lei não vai pegar. Perde a educação”, complementou outro conselheiro, Cesar Callegari, que também votou contra. Pesquisas mostram que os cursos de formação docente no País se dedicam muito mais aos fundamentos teóricos do que nos países com bom desempenho educacional, onde há estágios longos e bem supervisionados. No Brasil, o treinamento raramente é bem feito e falta acompanhamento de profissionais experientes. Entre os matriculados na área de Educação em 2016, cerca de 800 mil eram de cursos presenciais e 640 mil, a distância. A modalidade não presencial é considerada precária por parte dos especialistas.  Base Eduardo Deschamps é o novo presidente da comissão que discute a base curricular do ensino médio no CNE. Callegari deixou o cargo nesta segunda-feira, 2, após defender a devolução da proposta ao MEC, por “defeitos insanáveis”. A proposta de enviar a base de volta para a pasta será discutida em agosto. A expectativa do ministério era aprovar o texto até dezembro.    Para ler a matéria na integra, favor cessar: https://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,conselho-adia-prazo-para-adaptar-cursos-de-formacao-de-professor,70002385099

Metade dos calouros na faculdade em 2010 trocaram de turma, de instituição ou abandonaram o curso.

* Matéria publicada no site G1 Só 44% dos estudantes tiveram uma trajetória ‘sem percalços’ no período, segundo acompanhamento feito pelo Inep; entre as desistências, 84,4% eram de alunos matriculados em instituições privadas. Quase 56% dos alunos que entraram na faculdade em 2010 não se formaram com os colegas do curso de graduação no qual se matricularam. Abandonos ou trocas de instituição de ensino justificam os percentuais apontados nos dados inéditos do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que acompanhou a trajetória dos universitários entre 2010 e 2015 com base no Censo da Educação Superior.   O percentual é equivalente a 1.392.586 estudantes. O estudo não aponta exatamente quantos deles, além de abandonarem o curso, também deixaram o sonho de se formar em uma faculdade. As desistências podem estar relacionadas a mudanças de universidade, de curso e até de turno em relação à matrícula feita em 2010.   Especialistas ouvidos pelo G1 dizem que o índice é alto e apontam como causas do abandono a educação básica pública deficitária, que não habilita o aluno recém-saído do ensino médio para a universidade; a crise financeira pelo qual atravessa o país; o fato de o estudante ter de escolher a carreira muito jovem e a falta de atratividade dos modelos de ensino.   Em 2010, esses alunos ingressaram em 24.603 cursos de 2.209 instituições de ensino superior. Entre as desistências, 84,4% eram de alunos matriculados em instituições privadas (o equivalente a 1.161.836 pessoas) e 16,6% em públicas, o que representa, em números absolutos, 230.750 pessoas. Para continuar lendo, favor acessar: https://g1.globo.com/educacao/noticia/metade-dos-calouros-na-faculdade-em-2010-trocaram-de-turma-de-instituicao-ou-abandonaram-o-curso.ghtml

Educação EAD cresce 133% em mais de um ano após atualização de legislação

*Matéria publicada no site Jornal Estado de Minas Há pouco mais de um ano de expedição do Decreto Nº 9.057, de 25 de maio de 2017, norma que atualizou a legislação sobre a regulamentação do ensino a distância no Brasil, houve crescimento de 133% dos polos EAD no país.  Antes, eles eram 6.583 e passaram a ser 15.394 de acordo com o Ministério da Educação (MEC).  Dados mais recentes do Censo da Educação Superior, coletados em 2016 e publicados no segundo semestre de 2017, também apontam que mais de 18% das matrículas no ensino superior são em cursos a distância, alcançando a marca de 1.494.418 em 2016. Em 2006, o percentual de participação da modalidade era de apenas 4,2% do total de matrículas.  Apesar de o número absoluto de estudantes ingressantes em cursos de graduação presencial (2.142.463) ainda ser superior ao da educação a distância (843.181), o número de matrículas variou positivamente em 297,3% nos cursos a distância entre 2006 e 2016.  Ainda de acordo com o Censo, o estudante típico da modalidade é do sexo feminino, estuda algum curso de licenciatura na rede privada e tem, em média, 27 anos. É o caso da estudante de Pedagogia Núbia Lima da Conceição, de 34 anos. “É vantajoso fazer um curso EAD porque a gente organiza os nossos dias e horários de estudo. Fica mais fácil, ainda mais prático para quem concilia trabalho”, destaca. Estudo e trabalho, inclusive, é um binômio constante na vida da estudante por já atua na área, em uma escola da educação básica. A meta principal, portanto, é adquirir a graduação e continuar exercendo a vocação. “Para ser professora é preciso conhecer sobre práticas pedagógicas, de ensino e de metodologia. E eu gosto de estar na sala de aula. Para mim, é o mais atrativo da profissão”, afirma a estudante. Segundo o Decreto, “as atividades presenciais, como tutorias, avaliações, estágios, práticas profissionais e de laboratório e defesa de trabalhos, previstas nos projetos pedagógicos ou de desenvolvimento da instituição de ensino e do curso, serão realizadas na sede da instituição de ensino, nos polos de educação a distância ou em ambiente profissional, conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais”.  Os polos são unidades descentralizadas da instituição onde são desenvolvidas atividades presenciais que podem estar localizadas no Brasil ou no exterior. Diante dos números que refletem o crescimento da educação EAD, há ampliação dos investimentos em docentes e também na estrutura das Instituições de Ensino Superior (IES): biblioteca, laboratórios e espaço para provas presenciais estão entre os critérios.  Com isso, houve ampliação das possibilidades de formação para os alunos que moram longe dos grandes centros urbanos tal como Jader Caetano Barbosa Júnior, graduando em Engenharia Ambiental. “Na minha cidade não existe curso presencial e eu queria fazer faculdade aqui. Por isso, optei por começar um curso de graduação a distância”, explica o estudante que mora em Brasilândia de Minas.  Flexibilidade e custo da mensalidade Mesmo com preços mais acessíveis se comparados a um curso presencial, a graduação ou pós-graduação a distância dispõe de condições de pagamento mais vantajosas em relação à modalidade presencial. “Busquei um curso EAD porque o custo é mais em conta. Não precisar estar em um lugar específico para estudar é outra vantagem da modalidade”, avalia Núbia, que cursa a graduação com bolsa de estudo do Educa Mais Brasil.  Além do custo da mensalidade, a flexibilidade de horário está entre os principais fatores que levam os estudantes a buscar a modalidade de ensino a distância.   Para ler a matéria na integra, favor acessar: https://www.em.com.br/app/noticia/especiais/educacao/2018/07/12/internas_educacao,972964/educacao-ead-cresce-133-em-mais-de-um-ano-apos-atualizacao-de-legisla.shtml

CENSO ESCOLAR – DADOS DO CENSO ESCOLAR: Alunos da rede privada passam mais tempo na escola.

*Matéria publicada no site do INEP Em 2017, a média de horas-aula diária foi de 5 horas no Ensino Médio; de 4,6 horas no Ensino Fundamental; e de 6 horas na Educação Infantil. A rede privada tem a maior média de horas-aula diária no ensino médio e na educação infantil quando comparada à rede pública. Já no ensino fundamental as redes apresentam o mesmo resultado. Os dados são do Indicador Educacional “Média de horas-aula diária”, extraídos do Censo Escolar 2017, um dos oito divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) no início de julho. A “Média de horas-aula diária” avalia o tempo médio de permanência do aluno na escola em diferentes etapas de ensino e por níveis de agregação (escolas, municípios, regiões, entre outros). Assim como os outros Indicadores Educacionais do Censo Escolar 2017, esses dados estão disponíveis para consulta no Portal do Inep, na seção Dados. Ao selecionar o indicador de interesse, serão listados todos os anos em que ele foi divulgado. É possível fazer download dos dados por Brasil, regiões e unidades da federação; municípios e escolas. Este ano o Inep divulgará dez Indicadores Educacionais: Média de alunos por turma, Média de horas-aula diária, Taxa de distorção idade-série, Percentual de docentes com curso superior, Adequação da formação docente, Regularidade do corpo docente, Esforço docente, Complexidade da gestão da escola, Taxa de rendimento e Taxa de transição. Esses dois últimos – com informações sobre aprovação, reprovação e abandono; e promoção, repetência, evasão e migração para a Educação de Jovens e Adultos (EJA) – serão divulgados ainda neste segundo semestre. Indicadores Educacionais – Capazes de agregar valor analítico e avaliativo às estatísticas, os Indicadores Educacionais do Censo Escolar permitem conhecer não apenas o desempenho dos alunos, mas também o contexto socioeconômico e as condições de em que se dá o processo ensino/aprendizagem no qual os resultados foram obtidos. Os Indicadores são úteis principalmente para o monitoramento dos sistemas educacionais, considerando o acesso, a permanência e a aprendizagem de todos os alunos. Dessa forma, contribuem para a criação e o acompanhamento de políticas públicas voltadas para a melhoria da qualidade da educação e dos serviços oferecidos à sociedade pela escola. Acesse aqui os Indicadores Educacionais

Inscrições de avaliadores do BASis na modalidade EAD podem ser feitas até 15 de julho

Matéria publicada no site do INEP http://portal.inep.gov.br/artigo/-/asset_publisher/B4AQV9zFY7Bv/content/id/1489283   O prazo para inscrições no Banco de Avaliadores do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (BASis) foi ampliado. Docentes com experiência em Educação a Distância (EaD) e que se enquadrarem nos pré-requisitos têm até o próximo domingo, 15 de julho, para se inscreverem pelo Sistema e-MEC. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) publicou uma retificação do edital de chamada pública nº37/2018 nesta terça-feira, 10 de julho, no Diário Oficial da União. Com a prorrogação da inscrição, outras datas mudaram. A divulgação do resultado da seleção será a partir de 25 de julho e para resultado dos recursos deferidos, a partir de 10 de agosto. Permanecem as demais disposições do Edital de Chamada Pública, publicado em 21 de junho. O perfil procurado Inep é para avaliação institucional – a distância (o interessado deve ter graduação em qualquer área de formação, titulação mínima de mestre, vínculo docente atual com IES, experiência mínima de um ano em gestão acadêmica, e experiência mínima de um ano como docente em educação a distância); avaliação de curso – a distância (o interessado deve ter graduação conforme anexo do edital, titulação mínima de mestre, vínculo docente atual com IES, e experiência docente mínima de um ano em educação a distância); avaliação de curso superior de tecnologia – a distância (o interessado deve ter graduação em CST, conforme anexo do edital, titulação mínima de mestre, vínculo docente atual com IES, experiência docente mínima de um ano em cursos superiores de tecnologia e experiência docente mínima de um ano em educação a distância. Requisitos – Os selecionados que obtiverem aproveitamento no curso de capacitação e cumprirem as demais condições para ingresso no BASis poderão integrar comissões de avaliação externa in loco para avaliar cursos de graduação. O trabalho é remunerado por meio de Auxílio de Avaliação Educacional (AAE). São requisitos básicos para participar da seleção: Ser docente da educação superior com vínculo atual e em pleno exercício de suas funções em IES; Possuir titulação universitária, reconhecida pelo Ministério da Educação, compatível com o perfil necessário para que seja suprida a demanda por avaliadores a partir das avaliações in loco a serem realizadas pelo Inep; Possuir a experiência necessária à composição das Comissões Avaliadoras; Não pertencer ao quadro de servidores efetivos ou comissionados do MEC, Inep, FNDE ou CAPES; Não ter pendências junto às autoridades tributárias e previdenciárias; Ter reputação ilibada; Não exercer atividade de consultoria educacional enquanto estiver vinculado ao BASis; Não possuir participação acionária ou societária em mantenedora(s) de IES ou em IES isolada enquanto estiver vinculado ao BASis; Possuir conhecimentos de informática sobre editores de texto e sobre navegação na internet. BASis – O Banco de Avaliadores do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (BASis) é um cadastro nacional e único de avaliadores selecionados pelo Inep para realizarem as avaliações in loco nas Instituições de Educação Superior. Os docentes são selecionados de acordo com a demanda de avaliações do Instituto. O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) é formado por três componentes principais: a avaliação das instituições, dos cursos e do desempenho dos estudantes. O Sistema avalia todos os aspectos que giram em torno desses três eixos, principalmente o ensino, a pesquisa, a extensão, a responsabilidade social, o desempenho dos alunos, a gestão da instituição, o corpo docente e as instalações. Os principais objetivos da avaliação envolvem melhorar o mérito e o valor das instituições, áreas, cursos e programas, nas dimensões de ensino, pesquisa, extensão, gestão e formação; melhorar a qualidade da educação superior e orientar a expansão da oferta, além de promover a responsabilidade social das IES, respeitando a identidade institucional e a autonomia de cada organização. Clique aqui para acessar os editais Clique aqui para se inscrever

#DiárioOficial | Regulamenta a profissão de corretor de moda.

– LEI Nº 13.695, DE 12 DE JULHO DE 2018 – Regulamenta a profissão de corretor de moda.   Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=515&pagina=1&data=13/07/2018&totalArquivos=180

Série especial: Diploma Digital: Uma realidade da faculdade do futuro

* Matéria publicada no site da CBN Recife Em dez anos a educação à distância aumentou 297% na participação do ensino superior em instituições públicas e privadas. Levou 176 anos para que o modelo de ensino à distância chegasse ao Brasil, depois de ser disseminado na América do Norte. Com o passar dos anos, os avanços tecnológicos amplificaram as possibilidades dentro da educação à distância como conhecemos hoje. E foi a revolução digital a partir da internet, que o setor de ensino no mundo viveu seu maior impacto. A ferramenta aumentou significativamente o acesso ao saber, nas regiões mais isoladas e distantes dos grandes centros de educação, atualmente, com maior presença no ensino superior.   Ouça a matéria especial completa de Anderson Souza, veiculada na Nova Rádio Globo Recife, emissora do Grupo Nordeste de Comunicação. Acesse em: http://www.cbnrecife.com/noticia/serie-especial:-diploma-digital:-uma-realidade-da-faculdade-do-futuro-

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