IES têm até 19 de outubro para se manifestarem sobre a classificação de cursos.
04As Instituições de Educação Superior (IES) devem se manifestar sobre a revisão e atualização da classificação dos cursos de graduação e sequenciais de formação específica até 19 de outubro. A análise da classificação é extremamente importante para a realização de estudos e publicações compatíveis com parâmetros internacionais. A manifestação deverá ser realizada pelo Procurador Educacional Institucional da IES em conjunto com os Coordenadores de Cursos, por meio do Sistema Enade. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibilizou dois documentos para guiar o processo: o Manual Preliminar para a Classificação dos Cursos – Cine Brasil 2018 e o Manifestação Passo a Passo. A classificação será utilizada para a disseminação das estatísticas da educação superior, para a definição dos cursos a serem avaliados no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), para a designação da comissão de avaliação in loco dos cursos de graduação e servirá como referência de classificação dos cursos por meio do Sistema e-MEC. Também permitirá comparações de estatísticas educacionais entre países por parte de organizações internacionais. O trabalho foi desenvolvido pelo Inep, por meio da Diretoria de Estatísticas Educacionais (DEED), em parceria com a Diretoria de Avaliação de Educação Superior (DAES), com a Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação (SERES/MEC) e com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Cine Brasil – A Classificação Internacional Normalizada da Educação Adaptada para Cursos de Graduação e Sequenciais de Formação Específica (Cine Brasil) é uma adaptação do Inep a partir daInternational Standard Classification of Education (Isced), da Unesco, e visa oferecer dados estatísticos educacionais que possibilitem a realização de estudos e publicações comparáveis internacionalmente. A Cine Brasil 2018, atualização da Cine Brasil 2000, compreende onze áreas gerais de formação que tomam como base as áreas de conhecimento: Programas básicos; Educação; Artes e humanidades; Ciências sociais, jornalismo e informação; Negócios, administração e direito; Ciências naturais, matemática e estatística; Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC); Engenharia, produção e construção; Agricultura, silvicultura, pesca e veterinária; Saúde e bem-estar; e Serviços. Dúvidas podem ser tratadas pelo e-mail para classifica.curso@inep.gov.br ou pelos telefones (61) 2022-3118 / 3128 / 3130 Para ler a matéria na integra, favor acessa: http://portal.inep.gov.br/artigo/-/asset_publisher/B4AQV9zFY7Bv/content/id/1520936
Inep divulga em seu portal os dados referentes ao censo de 2017
EDUCAÇÃO SUPERIOR – Inep divulga em seu portal os dados referentes ao censo de 2017 Em 2017, o Brasil tinha 296 instituições de educação superior públicas e 2.152 privadas, o que representa 87,9% da rede. Das públicas, 41,9% são estaduais, sendo 36,8% federais e 21,3% municipais. Dentre as instituições federais, quase 3/5 são universidades, quanto 36,7% concentram institutos federais de educação, ciência e tecnologia e Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets). Os dados são do Censo da Educação Superior 2017, que teve seus resultados divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia vinculada ao Ministério da Educação. Das 2.448 instituições de educação superior brasileiras, 82,5% são faculdades. As 199 universidades existentes no Brasil equivalem a 8,1% do total de instituições de educação superior. As universidades concentram 53,6% das matrículas da educação superior. Apesar do alto número de faculdades, nelas estão matriculados apenas 1/4 dos estudantes. Em 2017, 35.380 cursos de graduação e 63 cursos sequenciais foram ofertados em 2.448 instituições no Brasil. Dois terços dessas instituições oferecem 100 ou mais cursos de graduação, enquanto 26,7% ofertam até dois. Em média, as instituições de educação superior oferecem 14 cursos de graduação, sendo 92% na modalidade presencial nas universidades. O grau acadêmico predominante é o bacharelado (58,7%). Perfis – O típico docente da educação superior possui doutorado na rede pública, enquanto na rede privada o mestrado é o grau de formação mais frequente. Em ambas as redes de ensino, a maioria é do sexo masculino, sendo 36 anos a idade predominante quantitativo. Os doutores são mais frequentes na rede pública, enquanto na rede privada a maior parte é de mestres. Em relação ao regime de trabalho, docentes da rede pública se encontram majoritariamente em tempo integral. Na rede privada, por sua vez, a maior parte atua em tempo parcial. Já o típico aluno de cursos de graduação a distância estuda no grau acadêmico de licenciatura; na modalidade presencial, de bacharelado. Em relação ao número de estudantes matriculados, o sexo feminino predomina em ambas as modalidades de ensino, sendo o turno noturno o que possui mais estudantes nos cursos de graduação presencial. Na modalidade de Ensino a Distância (EaD), predominam os cursos de licenciatura. Metodologia – Para o censo educacional, a atuação do Inep se concentra na apuração e na produção das informações que permitem o monitoramento e o diagnóstico, subsidiando a formulação e a avaliação das políticas públicas de educação. O instituto está habilitado a explicar os dados estatísticos e as metodologias adotadas, em uma perspectiva técnica. Tanto o MEC quanto as secretarias estaduais e municipais, que são os porta-vozes das políticas públicas nessa área, são responsáveis pelo desenvolvimento e a condução da rede. Realizado anualmente pelo Inep, o censo da educação superior é o mais completo levantamento estatístico sobre as instituições brasileiras e sua oferta de cursos. Seu objetivo é oferecer à comunidade acadêmica e à sociedade em geral informações detalhadas sobre a situação e as grandes tendências do setor e, principalmente, guiar as políticas públicas de educação. Após a divulgação, os dados passam a figurar como estatísticas oficiais da educação superior. Como forma de aprimorar a qualidade das análises realizadas, o censo traz as informações de alunos e profissionais individualmente, permitindo que as políticas do setor e seus participantes sejam acompanhados de maneira minuciosa. O censo também subsidia o planejamento e a avaliação de políticas públicas, além de contribuir na elaboração de indicadores de qualidade, como o Cálculo Preliminar de Curso (CPC) e Índice Geral de Cursos (IGC). Clique aqui para ter acesso a todos os dados do censo da educação superior. Assessoria de Comunicação Social Para ler a matéria na integra, favor acessa: http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=69531
Particulares lançam disciplina para formação de aluno interessado em educação infantil
EDUCAÇÃO SUPERIOR | Particulares lançam disciplina para formação de aluno interessado em educação infantil As faculdades particulares vão oferecer uma nova disciplina para os alunos que tiverem interesse em trabalhar com educação na primeira infância após se formarem. A Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup) lançou essa nova unidade curricular, feita em parceria com a Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, durante o 1º Seminário Anup Social, realizado nesta quarta-feira, 3, em Brasília. Além do ministro da Educação, Rossieli Soares, também estiveram presentes no lançamento da disciplina a primeira-dama, Marcela Temer, e o ministro do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame. De acordo com o ministro Rossieli, essa nova disciplina proposta pela Anup é um passo a mais para a construção de uma Base Nacional Comum de Formação de Professores, que deverá ser apresentada até o final deste ano ao Conselho Nacional de Educação (CNE). Rossieli diz que essa BNC voltada para os docentes dará um norte do que efetivamente precisa haver na formação dos professores. “Não dá mais para aceitar que uma formação genérica seja suficiente para cuidar das nossas crianças”, destacou o ministro. Rossieli informou que 82% dos professores da rede pública são formados por faculdades particulares, e que iniciativas como essas são importantes para melhorar sua formação. “Não dá mais para aceitar que uma formação genérica seja suficiente para cuidar das nossas crianças”, disse ele. “Nós precisamos discutir o que aquele profissional que vai trabalhar com crianças na educação infantil precisa saber. É importante que tenhamos cada vez mais a pedagogia olhando para a primeira infância e para a educação infantil”, enfatizou o ministro. A disciplina é fruto do programa Criança Feliz, parceria entre a Anup e o Ministério do Desenvolvimento Social. De acordo com o ministro da pasta, Alberto Beltrame, mais do que um presente da Anup, essa nova unidade curricular é um passaporte para o futuro. “Ela dá um salvo conduto para o Programa Criança Feliz transcender esse governo e seguir adiante em 2019. A criação de uma disciplina para formar multiplicadores é uma forma de garantir a transcendência desse programa”, comemorou Beltrame. A disciplina poderá ser oferecida nos cursos de pedagogia, saúde, psicologia e serviço social. “A partir de hoje as universidades poderão contar em suas atividades acadêmicas com uma unidade curricular sobre o desenvolvimento na primeira infância. É o compromisso da instituição de ensino que vai aderir a essa iniciativa. Não é para um programa de governo. O compromisso firmado é com o futuro da nossa nação e das nossas crianças”, disse a primeira-dama, Marcela Temer, embaixadora do Programa Criança Feliz. Assessoria de Comunicação Social Para ler a matéria na integra, favor acessa: http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=69561