Faculdade Victor Hugo/Unis recebe “Selo de Instituição Socialmente Responsável”
Em 2018 foi realizada a 14ª edição da Campanha da Responsabilidade Social do Ensino Superior Particular, a ação é realizada desde 2005 pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES). A Associação busca apresentar as ações de responsabilidade social que são realizadas pelas instituições de ensino superior durante todo o ano. Foram cadastradas ações desenvolvidas nas áreas de cultura, saúde, educação e meio ambiente buscando o engajamento social para uma educação humanizada e inclusiva. Por meio do projeto “Moradores de rua da cidade de São Lourenço” a Faculdade Victor Hugo/Unis recebeu a certificação pela ABMES com o “Selo Instituição Socialmente Responsável”, atestando que a instituição se preocupa e se compromete com o bem-estar social da comunidade, além de seu desenvolvimento sustentável. O Prof. Alfredo Carnevali Motta, coordenador do curso de Pedagogia da FVH elencou o Projeto para participar da Campanha juntamente com os alunos do curso. O objetivo deste projeto foi identificar e descrever a situação desses indivíduos na cidade. O que se pretende é investigar os motivos que levaram essas pessoas a terem a rua como moradia; quais são suas necessidades e quais órgãos públicos e privados podem elaborar ações para mudar essa realidade em São Lourenço. “Este estudo se baseou em evidenciar a importância das ações de políticas públicas e privadas para melhorar a qualidade de vida desses moradores de rua que são excluídos da sociedade. Evidentemente que por São Lourenço ser uma cidade turística, este estudo trará benefícios à região”, explicou o Prof. Alfredo. A FVH incentiva professores e alunos a aderirem a campanhas de responsabilidade social que se mostram relevantes no ensino superior, formando pessoas socialmente responsáveis, em diferentes áreas do conhecimento, contribuindo para o desenvolvimento das regiões em que atua. Quer fazer parte desse ecossistema inovador? A FVH está com inscrições abertas para o vestibular 2019! Clique aqui para ver as opções de curso disponíveis e faça sua inscrição!
Assembleia Geral Ordinária da Afeesmig

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#DiárioOficial | Definida idade mínima para matrícula na Educação Infantil e no Ensino Fundamental.

SECRETARIA EXECUTIVA – CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 2, DE 9 DE OUTUBRO DE 2018 – Define Diretrizes Operacionais complementares para a matrícula inicial de crianças na Educação Infantil e no Ensino Fundamental, respectivamente, aos 4 (quatro) e aos 6 (seis) anos de idade. Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=10/10/2018&jornal=515&pagina=10&totalArquivos=106
#DiárioOficial ׀ Inep anuncia o resultado do conjunto de indicadores do ensino superior – 2017

– PORTARIA Nº 901, DE 8 DE OUTUBRO DE 2018 – Publicar os resultados do Conceito Enade e do Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD) referentes ao ano de 2017, conforme Anexo I. Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=09/10/2018&jornal=515&pagina=13&totalArquivos=118 Att,
MEC recebe propostas de novos cursos técnicos até 13 de outubro.
Até 13 de outubro, estará aberta a consulta pública para propostas de atualização do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT), instrumento que disciplina a oferta de cursos de educação profissional técnica de nível médio. Referencial normativo específico para subsidiar o planejamento dos cursos dessa área, o CNCT foi criado em 2008 e é atualizado periodicamente para contemplar novas demandas socioeducacionais. O catálogo contém informações como cargas horárias mínimas de cursos; perfil profissional de conclusão; infraestrutura mínima requerida; campo de atuação; atividades associadas à Classificação Brasileira de Ocupações (CBO); normas associadas ao exercício profissional e possibilidades de certificação intermediária em cursos de qualificação profissional, de formação continuada em cursos de especialização e de verticalização para cursos de graduação no itinerário formativo. São dados que ajudam orientar as instituições, bem como os estudantes e a sociedade em geral. Com a atualização mais recente, o CNCT vai para sua quarta edição e tem lançamento previsto para 2019. Na terceira edição, lançada em 2014 e ainda em vigor, constam 227 cursos técnicos de nível médio agrupados em 13 eixos tecnológicos: ambiente e saúde, controle e processos industriais, desenvolvimento educacional e social, gestão e negócios, informação e comunicação, infraestrutura, militar, produção alimentícia, produção cultural e design, produção industrial, recursos naturais, segurança, turismo, hospitalidade e lazer. Planejamento – “O CNT representa uma importante referência para o planejamento e oferta de cursos de educação profissional técnica de nível médio nos diferentes sistemas de ensino, em todo país”, destaca a diretora de Políticas e Regulação de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Fernanda Marsaro dos Santos. “Por isso, a equipe da diretoria, em conjunto com especialistas, organizou um processo de atualização com ampla divulgação entre as instituições envolvidas, como o Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Educação, o Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica e os Serviços Nacionais de Aprendizagem”. O cadastro das propostas de atualização de cursos técnicos pode ser feito pelas instituições de ensino públicas e privadas no Sistema de Segurança Digital (SSD), disponível na página eletrônica da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec/MEC). Atualização – Após o período de submissão, serão analisadas as solicitações apresentadas por instituições educacionais, conselhos estaduais e distrital de educação, bem como por conselhos de fiscalização do exercício das profissões regulamentadas e, ainda, por ministérios e demais órgãos públicos diretamente relacionados à respectiva área profissional ou eixo tecnológico. As análises serão feitas por especialistas, representantes do Comitê Nacional de Políticas de Educação Profissional e Tecnológica (Cnpep) e, posteriormente, submetidas ao Conselho Nacional de Educação (CNE), de onde seguirão para um debate, por meio de audiência pública, sobre a incorporação na quarta edição do CNCT. “Diante do amplo envolvimento de atores representativos da educação profissional e tecnológica e da sociedade, esperamos que o processo de atualização reflita as necessidades de aprimoramento de sua edição atual, especialmente frente à relevância da formação da técnica e profissiona,l que é um dos itinerários possíveis no Novo Ensino Médio”, conclui a diretora de Políticas e Regulação de Educação Profissional e Tecnológica do MEC. Clique aqui para acessar o Sistema de Segurança Digital, onde poderão ser cadastradas as propostas de atualização dos cursos técnicos. Assessoria de Comunicação Social Matéria publicada no site do MEC, para ler a matéria na integra, favor acessar: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=69551
Conselho Nacional de Educação dá posse a novos integrantes.
CERIMÔNIA – Conselho Nacional de Educação dá posse a novos integrantes e ao presidente, Luiz Roberto Liza Curi Tomaram posse nesta segunda-feira, 8, o novo presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE), Luiz Roberto Liza Curi, e mais nove conselheiros, sendo cinco novos e quatro reconduzidos. O ministro da Educação, Rossieli Soares, participou da cerimônia de posse dos membros, na sede do Conselho, em Brasília. O ministro ressaltou a importância do CNE para implementar as mudanças necessárias na educação brasileira. “Nós estamos em posição de fazer uma transformação em nosso país, e só tem um jeito de fazer a transformação: pela aprendizagem. Aqui nós temos um órgão de estado que pode ser o grande guardião, o grande visionário das transformações que temos que passar para a educação básica e para o ensino superior. Fico muito feliz de tê-los aqui no CNE”, disse Rossieli. Para o novo presidente, Luiz Roberto Liza Curi, o conselho é uma ferramenta de desenvolvimento da nação. “Não só o direito de frequentar escolas, estudar, aprender, evoluir nos estudos e na formação. Mas também de desenvolvimento, para que uma nação seja civilizada, inclusiva e economicamente competitiva. Esses são os direitos que decorrem de outros. Assim agimos como representantes não de governos, mas da sociedade e seus atores mais relevantes na arena da educação, da ciência e da tecnologia, da inovação e da cultura”, disse Liza Curi. O ex-presidente Eduardo Deschamps lembrou que, durante os anos que ficou à frente do Conselho, houve grandes marcos de atuação do órgão. Entre eles, a aprovação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) da educação infantil e do ensino fundamental, a aprovação da resolução que regula a utilização do nome social, a resolução do voluntariado, a aprovação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a licenciatura em ciência da religião e a validação pelo Supremo Tribunal Federal (STF) da constitucionalidade do corte etário. ”Nada disso seria possível sem o apoio incontestável, tanto das conselheiras e conselheiros, quanto da equipe técnica que nos acompanhou durante esse período” afirmou Deschamps. O conselheiro Ivan Cláudio Siqueira foi reconduzido para a Câmara de Educação Básica. Já na Câmara de Educação Superior, foram os conselheiros Joaquim José Soares Neto, Maurício Eliseu Costa Romão e Yugo Okida. Os novos conselheiros da Câmara de Educação Básica são Maria Helena Guimarães de Castro e Mozart Neves Ramos. Já para a Câmara de Educação Superior, os novos conselheiros são Marco Antônio Marques da Silva, Sérgio de Almeida Bruni e Robson Maia Lins. CNE – O Conselho Nacional de Educação é composto por duas câmaras, a da Educação Básica e a do Ensino Superior, totalizando 22 conselheiros, além de dois membros natos, os secretários da Educação Básica e da Educação Superior do MEC, os quais ocupam essa cadeira somente no período em que estão à frente das secretarias. O tempo de mandato dos conselheiros é de quatro anos, e do presidente de dois anos. O Conselho tem a missão de assessorar o Ministério da Educação nas questões que envolvem a educação brasileira. Cabe também ao conselho formular e avaliar a política nacional de educação, zelar pela qualidade do ensino e pelo cumprimento da legislação educacional e assegurar a participação da sociedade no aprimoramento da educação brasileira. Assessoria de Comunicação Social Matéria publicada no site do MEC, para ler a matéria na integra, favor acessar: http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=69711
Pareceres Relatados pelo CNE/MEC em audiência pública no mês de OUTUBRO/2018

O Conselho Nacional de Educação – CNE disponibilizou a relação de pareceres relatados pelos conselheiros em reunião ordinária do mês de OUTUBRO/2018. Para consulta ao parecer, favor acessar: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=98201-prel10-2018&category_slug=outubro-2018-pdf-1&Itemid=30192
Governo adia horário de verão para 18 de novembro por causa do Enem
**Site Valor Econômico O governo federal decidiu acatar o pedido do MEC (Ministério da Educação) para adiar o início do horário de verão do dia 4 para 18 de novembro. A troca na data se deu para evitar que a alteração dos relógios coincida com o primeiro dia da realização da prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), o que poderia confundir os candidatos. O presidente Michel Temer havia recebido, no mês passado, um pedido de mudança feito pelo ministro da Educação, Rossielli Soares. O pedido foi atendido por Temer esta semana, após conversas com o ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, cuja pasta é responsável pelos cálculos do programa. A mudança deve ser publicada no Diário Oficial da União nos próximos dias. Com a modificação, o horário de verão começará à meia noite do dia 18 de novembro e terminará em 16 de fevereiro de 2019. Normalmente o programa tem início em outubro, mas houve postergação para que a data não coincidisse com o segundo turno das eleições, no próximo dia 28. Devem aderir ao horário de verão os municípios dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. Desde 2008, um decreto presidencial estabelece as datas para o início e término do programa, usado para gerar economia de energia. Contudo, o horário de verão vem perdendo importância. Nos últimos anos, o horário de pico no consumo de energia se deslocou do início da noite para o início da tarde, principalmente no verão, quando um maior número de aparelhos de ar condicionado está em operação. O programa foi instituído pela primeira vez no Brasil no verão de 1931/1932 e vem sendo adotado continuadamente desde 1985. Para ler a matéria na integra, favor acessa: https://www.valor.com.br/brasil/5903337/governo-adia-horario-de-verao-para-18-de-novembro-por-causa-do-enem
IES têm até 19 de outubro para se manifestarem sobre a classificação de cursos.
04As Instituições de Educação Superior (IES) devem se manifestar sobre a revisão e atualização da classificação dos cursos de graduação e sequenciais de formação específica até 19 de outubro. A análise da classificação é extremamente importante para a realização de estudos e publicações compatíveis com parâmetros internacionais. A manifestação deverá ser realizada pelo Procurador Educacional Institucional da IES em conjunto com os Coordenadores de Cursos, por meio do Sistema Enade. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibilizou dois documentos para guiar o processo: o Manual Preliminar para a Classificação dos Cursos – Cine Brasil 2018 e o Manifestação Passo a Passo. A classificação será utilizada para a disseminação das estatísticas da educação superior, para a definição dos cursos a serem avaliados no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), para a designação da comissão de avaliação in loco dos cursos de graduação e servirá como referência de classificação dos cursos por meio do Sistema e-MEC. Também permitirá comparações de estatísticas educacionais entre países por parte de organizações internacionais. O trabalho foi desenvolvido pelo Inep, por meio da Diretoria de Estatísticas Educacionais (DEED), em parceria com a Diretoria de Avaliação de Educação Superior (DAES), com a Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação (SERES/MEC) e com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Cine Brasil – A Classificação Internacional Normalizada da Educação Adaptada para Cursos de Graduação e Sequenciais de Formação Específica (Cine Brasil) é uma adaptação do Inep a partir daInternational Standard Classification of Education (Isced), da Unesco, e visa oferecer dados estatísticos educacionais que possibilitem a realização de estudos e publicações comparáveis internacionalmente. A Cine Brasil 2018, atualização da Cine Brasil 2000, compreende onze áreas gerais de formação que tomam como base as áreas de conhecimento: Programas básicos; Educação; Artes e humanidades; Ciências sociais, jornalismo e informação; Negócios, administração e direito; Ciências naturais, matemática e estatística; Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC); Engenharia, produção e construção; Agricultura, silvicultura, pesca e veterinária; Saúde e bem-estar; e Serviços. Dúvidas podem ser tratadas pelo e-mail para classifica.curso@inep.gov.br ou pelos telefones (61) 2022-3118 / 3128 / 3130 Para ler a matéria na integra, favor acessa: http://portal.inep.gov.br/artigo/-/asset_publisher/B4AQV9zFY7Bv/content/id/1520936
Inep divulga em seu portal os dados referentes ao censo de 2017
EDUCAÇÃO SUPERIOR – Inep divulga em seu portal os dados referentes ao censo de 2017 Em 2017, o Brasil tinha 296 instituições de educação superior públicas e 2.152 privadas, o que representa 87,9% da rede. Das públicas, 41,9% são estaduais, sendo 36,8% federais e 21,3% municipais. Dentre as instituições federais, quase 3/5 são universidades, quanto 36,7% concentram institutos federais de educação, ciência e tecnologia e Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets). Os dados são do Censo da Educação Superior 2017, que teve seus resultados divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia vinculada ao Ministério da Educação. Das 2.448 instituições de educação superior brasileiras, 82,5% são faculdades. As 199 universidades existentes no Brasil equivalem a 8,1% do total de instituições de educação superior. As universidades concentram 53,6% das matrículas da educação superior. Apesar do alto número de faculdades, nelas estão matriculados apenas 1/4 dos estudantes. Em 2017, 35.380 cursos de graduação e 63 cursos sequenciais foram ofertados em 2.448 instituições no Brasil. Dois terços dessas instituições oferecem 100 ou mais cursos de graduação, enquanto 26,7% ofertam até dois. Em média, as instituições de educação superior oferecem 14 cursos de graduação, sendo 92% na modalidade presencial nas universidades. O grau acadêmico predominante é o bacharelado (58,7%). Perfis – O típico docente da educação superior possui doutorado na rede pública, enquanto na rede privada o mestrado é o grau de formação mais frequente. Em ambas as redes de ensino, a maioria é do sexo masculino, sendo 36 anos a idade predominante quantitativo. Os doutores são mais frequentes na rede pública, enquanto na rede privada a maior parte é de mestres. Em relação ao regime de trabalho, docentes da rede pública se encontram majoritariamente em tempo integral. Na rede privada, por sua vez, a maior parte atua em tempo parcial. Já o típico aluno de cursos de graduação a distância estuda no grau acadêmico de licenciatura; na modalidade presencial, de bacharelado. Em relação ao número de estudantes matriculados, o sexo feminino predomina em ambas as modalidades de ensino, sendo o turno noturno o que possui mais estudantes nos cursos de graduação presencial. Na modalidade de Ensino a Distância (EaD), predominam os cursos de licenciatura. Metodologia – Para o censo educacional, a atuação do Inep se concentra na apuração e na produção das informações que permitem o monitoramento e o diagnóstico, subsidiando a formulação e a avaliação das políticas públicas de educação. O instituto está habilitado a explicar os dados estatísticos e as metodologias adotadas, em uma perspectiva técnica. Tanto o MEC quanto as secretarias estaduais e municipais, que são os porta-vozes das políticas públicas nessa área, são responsáveis pelo desenvolvimento e a condução da rede. Realizado anualmente pelo Inep, o censo da educação superior é o mais completo levantamento estatístico sobre as instituições brasileiras e sua oferta de cursos. Seu objetivo é oferecer à comunidade acadêmica e à sociedade em geral informações detalhadas sobre a situação e as grandes tendências do setor e, principalmente, guiar as políticas públicas de educação. Após a divulgação, os dados passam a figurar como estatísticas oficiais da educação superior. Como forma de aprimorar a qualidade das análises realizadas, o censo traz as informações de alunos e profissionais individualmente, permitindo que as políticas do setor e seus participantes sejam acompanhados de maneira minuciosa. O censo também subsidia o planejamento e a avaliação de políticas públicas, além de contribuir na elaboração de indicadores de qualidade, como o Cálculo Preliminar de Curso (CPC) e Índice Geral de Cursos (IGC). Clique aqui para ter acesso a todos os dados do censo da educação superior. Assessoria de Comunicação Social Para ler a matéria na integra, favor acessa: http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=69531