Mexa-se projeto de extensão do curso de Fisioterapia do Unilavras

O sedentarismo figura como um importante fator de risco para o desenvolvimento de inúmeras doenças, dentre elas aquelas relacionadas ao sistema cardiovascular. As doenças cardiovasculares lideram as causas de morte em todo o mundo, independente de fatores econômicos. Além disso, apresentam relação com hospitalizações e uso de recursos financeiros públicos. Essas doenças possuem origem multifatorial e estão associadas frequentemente a fatores de risco não modificáveis e também àqueles passíveis de modificação O desenvolvimento da aterosclerose coronariana e cerebrovascular demonstra relação com fatores de risco; muitos deles associam-se ao estilo de vida tais como hábitos alimentares, tabagismo e prática de exercícios físicos. Estes fatores são passíveis de modificação por ações educativas em saúde.  A prática regular de atividade física demonstra ser um meio protetor para a ocorrência de doenças cardiovasculares, reduzindo não só a mortalidade cardiovascular mas também por outras causas. Pessoas com maior capacidade física apresentam redução do risco de morte que independe de outros fatores de risco     O projeto de extensão denominado “Mexa-se”, do curso de Fisioterapia do Unilavras se propõe a oferecer a prática de atividade física regular na forma supervisionada, realizada em grupo. Os participantes serão indivíduos adultos sabidamente portadores de fatores de risco cardiovascular (Diabetes Mellitus, hipertensão arterial sistêmica, obesidade, dislipidemias), controlados e devidamente liberados para tais atividades pelo médico responsável.  Além disso, os indivíduos participantes receberão informações à respeito das doenças cardiovasculares e seus fatores de risco associados, sua evolução, possíveis complicações e formas de intervir no processo, aumentando as chances de melhoras no prognóstico. Os atendimentos acontecem às segundas e quartas, de 10hs às 11hs da manhã, na Clínica de Fisioterapia do Unilavras. Para participar, o paciente deverá levar encaminhamento médico por escrito. Informações pelo telefone (35) 3694-8110. Saiba mais em: http://unilavras.edu.br/

#DiárioOficial | MEC descredencia instituição de educação superior em Brasília.

– DESPACHO Nº 71, DE 28 DE SETEMBRO DE 2018 – Dispõe sobre a aplicação da penalidade de descredenciamento ao Instituto de Ciências Sociais Aplicadas, e   ao Instituto de Ciências Exatas (código e-MEC 709), mantida pela União Educacional de Brasília – UNEB.                          Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=01/10/2018&jornal=515&pagina=26&totalArquivos=132

Diretoria da AFEESMIG reuniu-se com o Professor Dr. Ives Gandra Martins em São Paulo.

Na tarde desta quinta-feira (27), o Presidente da AFEESMIG e da Fundação de Ensino e Pesquisa de Itajubá – FEPI, juntamente com outros diretores da Associação reuniram-se no escritório de Advocacia Gandra Martins com o Dr. Yves Gandra. O objetivo da visita foi especificamente obter informações sobre o processo que diz respeito à Imunidade Tributária das Fundações. Nos próximos dias será encaminhado aos associados um comunicado sobre o resultado do encontro.   Foto: da esquerda para a direita: Dr. Rogerio Vidal Gandra da Silva – Advocacia Gandra Martins; Dr. Adriano Melo – Advogado da FELA/UNILAVRAS; Professor Erwin Rolf Mádisson Júnior – Presidente da AFEESMIG e do Conselho Curador da FEPI; Professor João Antônio Argenta – Diretor da AFEESMIG e Presidente da Fundação Educacional de Lavras – FELA/UNILAVRAS; Dr. Ives Gandra da Silva Martins – Advocacia Gandra Martins; Dr. Guilherme Valle de Souza – Vice-Presidente da AFEESMIG; Professor Marco Antônio de Sousa Leão – Diretor da AFEESMIG e Presidente da Fundação Educacional de Formiga – FUOM/UNIFOR; Dr. Kildare Meira – Covac Sociedade de Advogados, representando a Fundação Educacional de Patos de Minas – FEPAM/UNIPAM; e Dra. Marilene Talarico – Advocacia Gandra Martins.

#DiárioOficial | Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Oceanografia.

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR   – RESOLUÇÃO Nº 2, DE 12 DE JULHO DE 2018 (*) – Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Oceanografia, bacharelado, e dá outras providências.   Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=26/09/2018&jornal=515&pagina=38&totalArquivos=121

#ProUni | Atenção!

O prazo para a inscrição de candidatos matriculados em instituição de ensino superior vai até 28 de setembro. Não perca a oportunidade, participe!   Saiba mais: https://goo.gl/cA69wc. Inscreva-se: http://siteprouni.mec.gov.br/ **Matéria publicada no site do MEC

#DiárioOficial | LDB é alterada para assegurar atendimento educacional a aluno em tratamento.

ATOS DO PODER LEGISLATIVO – LEI Nº 13.716, DE 24 DE SETEMBRO DE 2018 – Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), para assegurar atendimento educacional ao aluno da educação básica internado para tratamento de saúde em regime hospitalar ou domiciliar por tempo prolongado.   Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=25/09/2018&jornal=515&pagina=2&totalArquivos=93

#Diário Oficial | MEC reconhece mais cursos superiores.

SECRETARIA DE REGULAÇÃO E SUPERVISÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR   – PORTARIAS nºs 646 a 649/2018 – Ficam reconhecidos os cursos superiores de graduação constantes da tabela do Anexo desta Portaria, em MG e outros estados.   Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=24/09/2018&jornal=515&pagina=28&totalArquivos=170

#DiárioOficial | FIES – PROCESSO SELETIVO – SEGUNDO SEMESTRE DE 2018

– EDITAL Nº 73, DE 19 DE SETEMBRO DE 2018 – FUNDO DE FINANCIAMENTO ESTUDANTIL – FIES – PROCESSO SELETIVO – SEGUNDO SEMESTRE DE 2018.   Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=21/09/2018&jornal=530&pagina=51&totalArquivos=216

Baixa ocupação de vagas remanescentes revelada pelo Censo da Educação Superior inspira nova política do MEC.

Baixa ocupação de vagas remanescentes revelada pelo Censo da Educação Superior inspira nova política do MEC para as universidades federais * Matéria publicada no site do MEC http://portal.inep.gov.br/artigo/-/asset_publisher/B4AQV9zFY7Bv/content/id/1515554   A Educação Superior brasileira ofertou, só em 2017, mais de 10,7 milhões de vagas em cursos de graduação. Dessas, 73% eram vagas novas e foram bem aproveitadas na rede federal: mais de 90% das vagas novas oferecidas em cursos de graduação nas universidades sob gestão do Governo Federal foram preenchidas. As salas cheias de estudantes dos primeiros períodos, entretanto, nem sempre se mantêm. O Censo da Educação Superior 2017 revelou 99 mil vagas remanescentes, que somadas às de outros anos chegam a 2,8 milhões de oportunidades. Entretanto, 70% dessas vagas remanescentes não foram preenchidas, impedindo que um grande universo de estudantes frequente uma universidade federal sem qualquer custo extra ao Governo. O cenário revelado pelo Censo da Educação Superior, que teve seus resultados divulgados nesta quinta-feira, 20 de setembro, em coletiva de imprensa no Ministério da Educação, será enfrentado pelo Governo Federal de forma inédita. Para a ocupação dessas vagas remanescentes em cursos de graduação em instituições públicas e gratuitas de educação superior, o MEC anunciou o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) Transferência. “Estas vagas ociosas representam um verdadeiro desperdício de dinheiro público, que vem sendo acumuladas há anos. Com certeza, temos muitos estudantes que sonham em estudar em uma universidade pública, mesmo tendo algum tipo de bolsa ou financiamento em instituição privada”, destacou o ministro da Educação Rossieli Soares, durante a coletiva. A alta taxa de desistência nos cursos de graduação, principalmente em cursos de licenciatura, é uma das causas da ampliação de vagas remanescentes. Outro fenômeno está diretamente relacionado ao formato do Sistema de Seleção Unificada, que permite ao participante do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) encontrar o curso possível com a nota alcançada, mesmo que em uma unidade da federação distante de sua residência. O que por um lado promove o acesso, por outro pode estar aumentando o abandono dos cursos quando o mesmo estudante consegue uma opção que considera mais adequada. Dos 329 mil ingressantes em instituições federais, um quinto fez o Enem novamente, mesmo já estando matriculado. “Essa é uma evidência de que esses alunos buscam mudar de curso ou instituição, fenômeno que potencializa a desistência do curso e a criação de mais vagas remanescentes”, analisa Carlos Eduardo Moreno Sampaio, diretor de Estatísticas Educacionais do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Para a presidente do Inep, Maria Inês Fini, é essa a missão do Instituto: permitir que as evidências que produz – por meio dos levantamentos estatísticos, exames e avaliações – revelem problemas, mas também oportunidades de enfrentamento. Só políticas públicas sérias, construídas à luz de informações de confiança como as produzidas pelo Censo da Educação Superior serão capazes de acelerar o ritmo e a direção da expansão da educação superior”, afirmou. Esses e outros dados do Censo da Educação Superior estão disponíveis no Portal do Inep para consulta de gestores públicos da educação e das IES. De forma inédita, os resultados do Censo foram disponibilizados em um mesmo momento e de forma conjunta. Os interessados poderão consultar a Sinopse Estatística e os Microdados desde já, e não apenas o resultado geral do Brasil. Se a Sinopse permite ver a realidade de cada município brasileiro, os microdados permitem o cruzamento de variáveis. Rede – Todos os anos o Censo revela um retrato da educação superior brasileira. O número de vagas e de ingressantes, o volume de matrículas, quantas pessoas estão realmente concluindo as graduações, e o perfil dos docentes se destacam. O Brasil tinha, em 2017, data de apuração dos dados do levantamento estatístico, 2.448 IES, 35.380 cursos e 8,2 milhões de alunos matriculados em cursos de graduação. Ingressaram na Educação Superior 3,2 milhões de brasileiros e 1,1 milhão concluiu e obteve o diploma. Existem 340 mil docentes em exercício. Tecnológicos – Após dois anos de queda, o número de matrículas em cursos tecnológicos aumentou 5,6% em 2017, fenômeno ocasionado, principalmente, pela variação positiva registrada na modalidade EAD. No período de 2007 a 2017, o número de matrículas em cursos de graduação tecnológicos cresceu mais de 140%. Oito em cada 10 alunos de cursos tecnológicos frequentam a rede privada e mais da metade dos ingressantes estuda a distância. A rede pública tem pouco mais de 160 mil alunos. Com uma participação de 51,7%, os governos estaduais dividem com a união (46,7%) o atendimento desses alunos. Diferente da rede privada, na rede pública, a maior parte dos alunos estuda em cursos presenciais. Licenciatura – Hoje 1.589.440 alunos frequentam cursos de licenciatura no Brasil, o que representa 19,3% do total de alunos na educação superior de graduação. Em 2017, a matrícula na modalidade a distância manteve sua tendência de crescimento, enquanto a modalidade presencial tem praticamente o mesmo número de alunos de 10 anos atrás. O aluno típico dos cursos de licenciatura é do sexo feminino e estuda em uma universidade privada. Mais de 80% dos estudantes de licenciatura de instituições públicas frequentam cursos presenciais. Na rede privada, prevalecem os cursos a distância, com quase 65% dos alunos. A menor procura pelos cursos de licenciatura tem impacto direto na educação básica, pois faltam professores. Privadas x Públicas – As IES privadas seguem em expansão, tendo o número de ingressantes aumentado 7,3%. Do total de 3,2 milhões de novos alunos de 2017, 81,7% ingressaram em instituições privadas. A rede privada já conta com mais de 6,2 milhões de alunos, o que garante uma participação superior a 75% do sistema de educação superior, ou seja, de cada quatro estudantes de graduação, três frequentam uma instituição privada. Já a rede federal está presente em 838 municípios brasileiros, por meio de campi com cursos presenciais. Nas universidades estão matriculados mais de 1,1 milhão de alunos. Em dez anos, a rede federal mais que dobrou de tamanho. Presencial X EAD – Em 2007, a modalidade a distância representava 7% das matrículas de graduação. Nos últimos 10 anos, a educação a distância vem

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