EXAME O segredo para entender a queda dos grupos de ensino
Puxadas pela líder do setor, a Kroton, empresas listadas vivem dias difíceis na bolsa por dúvidas sobre sustentabilidade de seus números operacionais. **Matéria publicada no site EXAME Para uma empresa acostumada a surpreender positivamente analistas e investidores, o grupo de ensino Kroton vive, desde sexta-feira, dias atípicos. Após divulgar queda de 6,6% no lucro líquido no primeiro trimestre (para 539 milhões de reais), a companhia ainda informou reduções nas projeções de praticamente todos os seus indicadores para 2018. A Kroton projeta uma margem Ebitda ajustada de 41,5% em 2018, abaixo dos 44% apurados em 2017. A margem líquida ajustada deve ficar em 35,4% ante 40,1% em 2017. As metas da empresa para este ano, de queda de 6,7% no Ebitda ajustado e de 12,7% no lucro líquido ajustado, não consideram a aquisição da Somos Educação, anunciada pela Kroton no final de abril por 4,6 bilhões de reais. Resultado: as ações da companhia caíram 15% desde sexta-feira, uma mordida de cerca de 3 bilhões de reais. Como Kroton vem ditando o padrão de eficiência do mercado de educação superior no Brasil há quase uma década, as quedas nos números da companhia refletem também nas concorrentes. A Estácio perdeu 15% de valor de mercado desde sexta-feira; a Anima e a Ser Educacional também caíram. Desde outubro as ações da Kroton caíram quase pela metade. As da Estácio caíram mais de 30% desde março. O caso da Estácio é curioso. No dia 26 de abril, alta em seus principais indicadores operacionais para o primeiro trimestre. O lucro cresceu 62% ante o mesmo período de 2017, e a margem Ebitda subiu 9,1%, para 35,3%. Ou seja, a Estácio está cada vez mais perto de alcançar os resultados da Kroton, objetivo que estabeleceu para si mesma depois de o Cade vetar a fusão com a principal concorrente, ano passado. “Buscar eficiência a qualquer custo é irresponsável”, disse o presidente da Kroton, Rodrigo Galindo, na sexta-feira. “Seria mais fácil entregar resultados fortes no curto prazo, mas optamos por plantar sólidas bases para crescimento orgânico futuro.” O problema, segundo analistas ouvidos por EXAME, é que os resultados operacionais abaixo do previsto para a Kroton refletem o início de um ciclo duro para o ensino superior. Num setor com ciclos longos, os números do primeiro trimestre são resultado de um mudança de rumo que começou em 2015, e que não deve se inverter tão cedo. Olho no ciclo O principal indício de que algo não ia bem no setor de ensino superior, segundo Romário Davel, sócio da consultoria Atmã Educar, é o número de novos alunos no segmento presencial. Depois de chegar a 1,670 milhão, em 2014, o número começou a cair. Foi para 1,493 milhão em 2015, para 1,400 milhão em 2016. Segundo estimativas da Atmã, a queda vai continuar: 1,316 milhão em 2017 e 1,185 milhão em 2018. Por outro lado, o número alunos no ensino a distância (EaD) vem crescendo, mas não o suficiente para compensar a queda no número total de calouros. Os entrantes em EaD passaram de 649.890 em 2014 para estimados 819.000 em 2017. No mesmo período, o número total de novos alunos caiu de 2,320 milhões para estimados 2,135 milhões. Com menos gente entrando, o número total de alunos, obrigatoriamente, vai encolhendo. O pico, segundo a Atmã, foi em 2015, com 6,075 milhões entre presencial e EaD. Em 2016 o total encolheu 2,6% e em, 2017, deve encolher mais 3%, segundo estimativas. “O crescimento do EaD atenua a queda no presencial, mas não a ponto de resolver os problemas operacionais, já que o nicho responde por menos de 20% do ensino superior”, diz Davel. Durante 2017 as companhias ainda conseguiram melhorar seus resultados justamente por conta dos ciclos longos do setor, pelos bons números de entrantes em 2013 e 2014. Mas, daqui pra frente, o cenário é dos mais desafiadores. Até porque, segundo Davel, as novas turmas são responsáveis por 50% do Ebitda das companhias, já que costumam ser maiores, exigirem menos horas de dedicação dos professores e terem baixa taxa de evasão. “As empresas foram bem sucedidas em adotar estratégias que minimizem o impacto desta queda, mas não dá para represar para sempre, e agora começa a aparecer nos balanços”, diz o consultor. Para deixar o cenário ainda mais desafiador, as companhias têm cada vez menos alunos financiados pelo programa do governo, o Fies, em sua base de novatos. Como o programa deixava todo o risco na mão da União, esses alunos eram o sonho de consumo das instituições. Em 2017, o número de contratos do Fies foi o menor em seis anos: 170.905, segundo reportagem do site G1 com base em dados do governo. Em 2014 o número de novos contratos do Fies chegou ao recorde de 690.588. Naquele ano, cerca de 40% de todos os universitários do país recebiam dinheiro do governo, permitido para quem tinha renda de até 20 salários mínimos. Na Kroton, o número total de alunos com Fies já caiu de 61% para 28%, e deve chegar a 5% em dois anos. Estácio, Ser e Ânima, as outras companhias de ensino listadas em bolsa, também sofreram forte enxugamento de sua base Fies. Todas elas têm buscado alternativas para o fim do financiamento do governo. Têm também buscado investir em novos mercados, como educação básica. Mas manter as taxas de crescimento com menos alunos em seu principal filão, a educação superior presencial, é um desafio para o qual as empresas ainda não têm respostas. Para ler a matéria na integra, favor acessar: https://exame.abril.com.br/negocios/para-entender-a-queda-dos-grupos-de-ensino-olhe-para-2015/
#DiárioOficial | MEC autoriza mais três cursos de medicina.
– PORTARIAS nºs 332 a 334/2018 – Autorização de cursos de Medicina. Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=15/05/2018&jornal=515&pagina=23&totalArquivos=78
#DiárioOficial | Atos do Poder Legislativo – Sancionada lei que determina o combate ao bullying nas escolas.
ATOS DO PODER LEGISLATIVO – LEI nº 13.663, DE 14 DE MAIO DE 2018 – Altera o art. 12 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, para incluir a promoção de medidas de conscientização, de prevenção e de combate a todos os tipos de violência e a promoção da cultura de paz entre as incumbências dos estabelecimentos de ensino. Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=515&pagina=1&data=15/05/2018&totalArquivos=78
MEC e CNE vão lançar plataforma para receber contribuições à BNCC do Ensino Médio.
O Ministério da Educação e o Conselho Nacional de Educação (CNE) vão lançar uma plataforma on-line para receber sugestões e contribuições para a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do Ensino Médio. O anúncio foi feito pelo presidente do CNE, Eduardo Deschamps, durante a primeira audiência pública da BNCC do Ensino Médio que ocorreu em Florianópolis. “O CNE, com o apoio da área tecnológica do MEC, oferecerá a partir de agora uma plataforma para que possamos receber as contribuições dos diferentes segmentos da sociedade brasileira à reforma do ensino médio e à proposta de BNCC do ensino médio”, destacou Deschamps. O documento, assim como ocorreu na etapa da educação básica (educação infantil e ensino fundamental), será o marco para orientar os currículos do ensino médio e estabelecer as habilidades e competências que deverão ser desenvolvidas pelos estudantes em cada área de conhecimento desse nível de ensino. “É uma norma que a partir da sua homologação vai impactar toda a educação, no caso o ensino médio”, afirmou Joaquim Soares Neto, membro da Câmara de Educação Superior do CNE e relator da Comissão Bicameral que analisa a BNCC. “E é um processo de uma democracia, ou seja, tem o documento inicial, as audiências públicas e a partir das audiências as discussões que teremos no CNE. A partir das contribuições dos documentos, o conselho vai, juntamente com o MEC, fazer as correções necessárias, incorporar as sugestões e aí vamos para o documento final”. O MEC auxilia o CNE nas audiências públicas que vão ocorrer em todas as regiões do país. “O MEC entregou a proposta de base para o ensino médio há cerca de um mês e dá o seu apoio organizacional, financeiro e logístico para a realização dessas audiências. Portanto o MEC acompanha a todas as etapas da tramitação e da discussão da Base”, afirmou Ricardo Coelho, diretor de Programa da Secretaria Executiva do MEC. As reuniões não têm caráter deliberativo, de acordo com o CNE, mas são essenciais para que o conselho elabore um documento normativo que reflita as necessidades, interesses, diversidade e pluralidade do panorama educacional brasileiro, além dos desafios a serem enfrentados para a oferta a todos de uma educação de qualidade. “As audiências públicas já são muito ricas, pela variedade de posicionamentos, a origem de cada um dos participantes e até a sua representatividade”, ressaltou César Callegari, membro da Câmara de Educação Básica e presidente da Comissão Bicameral que analisa a BNCC. Áreas – Pela proposta entregue ao CNE, o MEC organizou a BNCC do ensino médio por áreas do conhecimento, sendo linguagens, matemática, ciências da natureza e ciências humanas. As disciplinas de língua portuguesa e matemática aparecem como itens curriculares, sendo obrigatórias para os três anos do ensino médio. O projeto também sugere que os alunos deverão cobrir toda a BNCC em, no máximo, 1,8 mil horas-aula. Assim, as 1,2 mil horas restantes devem ser dedicadas ao aprofundamento no itinerário formativo de escolha do próprio estudante, o qual será desenvolvido pelos estados e escolas, que serão auxiliados pelo MEC por meio de um guia de orientação e apoio na elaboração das propostas. Além disso, a BNCC – ensino médio prevê, ainda, que as escolas poderão oferecer cursos formativos em cada área de conhecimento ou combinando com outras diferentes. Também sugere a alternativa de oferta de itinerários relacionados a algum aspecto específico de uma área. Dessa forma, os alunos poderão optar por uma formação técnico-profissionalizante, cursada na carga horária regular do Ensino Médio. Confira o calendário das audiências públicas sobre a Base Nacional Comum Curricular – ensino médio (*): Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=63991
MEC lança plataforma de emprego que reúne empresas em busca de estudantes negros.
São Paulo, 14/05/2018 – O Ministério da Educação (MEC) lançou, nesta segunda-feira, 14, em parceria com a Faculdade Zumbi dos Palmares (FAZP), uma novidade que vai auxiliar muitos estudantes negros a entrarem no mercado de trabalho: uma plataforma virtual que conta com o apoio do ministério na qual os alunos cotistas poderão se inscrever e disponibilizar os currículos para se candidatarem a cursos, vagas de estágio e emprego que as empresas vão oferecer por meio da ferramenta. “Lá, nós temos jovens formados pelo ProUni, incluisive, muitos com pós-graduação. São talentos que estão à disposição de todos os parceiros para virem buscá-los e serem contratados efetivamente”, destacou o ministro da Educação, Rossieli Soares. A apresentação ocorreu durante um evento promovido pela FAZP no Memorial da América Latina, na Barra Funda, em São Paulo, no decorrer da aula magna, cuja cerimônia, intitulada “Reflexão – 130 Anos da Abolição da Escravatura”, celebrou o fim da escravidão, abolida oficialmente no Brasil há 130 anos através da Lei Áurea, em 13 de maio de 1888, e comemorada ontem.A ferramenta já está em operação e, no momento, conta com 1.925 currículos cadastrados. Os estudantes interessados em disponibilizar suas informações e conferir as áreas que desejam trabalhar ou estagiar, bem como as vagas disponíveis pelas empresas parceiras, podem acessar o endereço eletrônico http://cotain.afrobras.org.br. O reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares, José Vicente, destacou que a parceria com o MEC será importante para diversificar o banco de talentos da instituição. “É um passo importantíssimo, pois essa plataforma, além de recepcionar currículos, está pronta para fazer as qualificações tanto para os concursos públicos, carreiras jurídicas, língua inglesa e também habilidades sócio emocionais e educação financeira. Teremos capacidade de qualificar esses jovens para um segmento ou um grupo de parceiros para ingressar no mercado de trabalho”, comemorou. Aumento – No evento, Rossieli Soares defendeu uma maior participação de estudantes negros e indígenas nas universidades brasileiras. Ele afirmou que avanços já foram obtidos, mas que ainda há desafios a serem enfrentados na promoção da igualdade em todo o Brasil e que é preciso fazer mais. De acordo com o ministro, o MEC tem desenvolvido ações, por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi), para a promoção do acesso e da permanência de negros e indígenas nas universidades como, por exemplo, o fomento à criação e à execução de cursos nas Instituições de Ensino Superior (IES), além da realização de pesquisas e publicação de livros e outros materiais didáticos e pedagógicos sobre a temática da diversidade étnico-racial. “Estes programas e ações têm provocado o aumento das presenças negra e indígena na Educação Superior, contribuindo para a sua expansão, ação proposta no PNE (2014-2024), e a redução das desigualdades socioeconômicas, ainda associadas aos negros no Brasil. Esta maior presença de coletivos sociais e indivíduos historicamente excluídos dos espaços formais de educação e, principalmente, das universidades, tem ajudado a construir novas narrativas de autoria e protagonismo na sociedade brasileira”, avaliou Rossieli. Apesar dos avanços no plano das leis, o ministro destacou que o reconhecimento dos direitos é uma etapa recente na história das políticas públicas brasileiras, mas que é preciso avançar mais. “Eu sou muito defensor da inclusão. É importante que ela não ocorra simplesmente para colocar dentro da universidade ou dentro da escola pública, mas que ela ocorra verdadeiramente. Então temos muito ainda o que alcançar”, pontuou. Para Rossieli, não se pode deixar de reconhecer os avanços em ações como a ampliação de vagas públicas, a criação de novas universidades, a interiorização das IES públicas, o fortalecimento da rede federal de educação tecnológica, a implementação de novas políticas de financiamento estudantil, o estímulo à modalidade de ensino à distância, o FIES, o Prouni, a Lei de Cotas, o Programa Bolsa Permanência e o Programa de Apoio à Formação Superior e Licenciaturas Indígenas. “Neste futuro que estamos construindo hoje, as heranças da escravidão devem ser deixadas no passado, buscando construir um país menos desigual e socialmente mais justo”, reforçou. A diretora de Políticas de Educação do Campo, Indígena e para as Relações Étnico-raciais do MEC, Rita Potiguara, explicou que o sistema de cotas tem apresentado resultados positivos, mas que é preciso identificar em que condições esses cotistas se formam. Ela citou, inclusive, iniciativas que serão desenvolvidas pela FAZP e que receberá apoio do MEC. “Uma delas é uma pesquisa desenvolvida por um grupo de universidades a respeito da trajetória de estudantes cotistas nas universidades. Dizem que eles são os que mais abandonam os cursos e os que mais são reprovados. As pesquisas têm demonstrado que não. Além disso, a gente quer identificar se esses cotistas estudam e trabalham, quais as condições de permanência eles têm na universidade para se manterem e se conseguem entrar no mercado de trabalho quando se formam”, ressaltou. Prêmio – O evento, que contou com a presença de docentes, alunos e membros da reitoria da faculdade, representantes da causa negra no Brasil, empresários, executivos e políticos, também premiou pessoas que têm contribuído com os valores de respeito à diferença, tolerância e igualdade de oportunidades, colaborando para a elevação moral, social e inserção socioeconômica, cultural e educacional dos negros brasileiros. O ministro Rossieli Soares foi um dos agraciados com a Medalha do Mérito Cívico Afro-brasileiro. ** Assessoria de Comunicação Social do MEC Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=64051
Parceria entre Grupo Unis e ACIV calcula o valor da Cesta Básica em Varginha

Uma parceria entre o Grupo Unis e a ACIV (Associação Comercial, Industrial Agropecuária e Serviços de Varginha) vai realizar todos os meses pesquisa para apontar o valor da cesta básica de Varginha. O CEPI, Centro de Empreendedorismo, Pesquisa e Inovação do Unis é quem realiza o estudo. O Índice de custos da cesta básica, denominado como ICB – CEPI/UNIS, segue a metodologia que o DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) adota para a pesquisa nacional da cesta básica de alimentos. “O índice é importante para permitir uma comparação entre os dados levantados em Varginha com os dados nacionais, bem como, servir como importante dado econômico para trabalhadores, empresas, entidades, academia e poder público”, explica um dos coordenadores da pesquisa, Prof. Pedro dos Santos Portugal Júnior. Foram pesquisados os mesmos produtos que compõem a cesta nacional do DIEESE e nas quantidades indicadas para a Região 1, que inclui São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Goiás e Distrito Federal. Itens como carne bovina, leite, feijão, arroz, farinha, batata, legumes, pão francês, café em pó, frutas, açúcar, óleo de soja e manteiga foram pesquisados. De acordo com o DIEESE, as quantidades de cada produto nessa cesta consistem no suficiente para o sustento e bem estar de um trabalhador em idade adulta, contendo quantidades balanceadas de proteínas, calorias, ferro, cálcio e fósforo. Ou seja, o valor da cesta básica divulgada refere-se ao necessário para o sustento de uma pessoa adulta nessas condições especificadas. Este primeiro levantamento envolveu os preços apenas em supermercados cuja participação em Varginha totaliza 84,14% (conforme informação da ACIV). Foram coletados os preços das marcas e tipos mais vendidos de cada produto. O objetivo, para as próximas pesquisas, é incluir outros tipos de estabelecimentos e mais marcas em cada coleta de preços. “O intuito dessa primeira pesquisa foi verificar a metodologia na prática e ter um primeiro valor aproximado da cesta básica de alimentos em Varginha. A partir do próximo mês, quando teremos dois meses de coleta de preços, será possível também verificar o índice de inflação da cesta básica de Varginha, que é o principal intuito dessa pesquisa”, explica Pedro. Para ter acesso à pesquisa, clique aqui.
#DiárioOficial ׀ Cronograma e procedimentos relativos à adesão – Prouni – 2º/2018.
– EDITAL Nº 39, DE 10 DE MAIO DE 2018 PROCESSO SELETIVO O SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR, no uso das atribuições que lhe confere o art. 2º do Decreto nº 5.493, de 18 de julho de 2005, torna público o cronograma e demais procedimentos relativos à adesão e à emissão de Termo Aditivo ao processo seletivo do Programa Universidade para Todos – Prouni referente ao segundo semestre de 2018. Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=14/05/2018&jornal=530&pagina=45&totalArquivos=236
#DiárioOficial ׀ Portarias autorizam mais 57 cursos superiores.
– PORTARIAS nºs 329 e 330/2018 – Ficam autorizados os cursos superiores de graduação constantes da tabela do Anexo desta Portaria. Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=14/05/2018&jornal=515&pagina=16&totalArquivos=96
#DiárioOficial ׀ MEC abre processo contra faculdade em Teresina
– DESPACHO Nº 32, DE 11 DE MAIO DE 2018 – Dispõe sobre a instauração de processo administrativo e aplicação de medidas cautelares, em face da Faculdade Entre Rios do Piauí (Cód. 3215), mantida pela Sociedade Beneficente Padre Vale. Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=14/05/2018&jornal=515&pagina=18&totalArquivos=96
Pareceres Relatados pelo CNE/MEC em audiência pública no mês de MAIO/2018

O Conselho Nacional de Educação – CNE, disponibilizou a relação de pareceres relatados pelos conselheiros em reunião ordinária do mês de MAIO/2018. Os pareceres relatados encontram-se em fase de revisão técnica, antes da publicação da respectiva súmula no Diário Oficial da União. Tão logo essa súmula seja publicada, os pareceres estarão disponíveis para consulta no site do CNE. Para consulta ao parecer, favor acessar: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=87581-prel05-2018&category_slug=maio-2018-pdf&Itemid=30192