UNIFENAS concluí a primeira etapa do ProDDU

Aprendizado do aluno é objetivo principal do programa desenvolvido na Universidade   Everton Marques Desde setembro de 2017, a UNIFENAS desenvolve o ProDDU  (Programa de Desenvolvimento Docente da UNIFENAS), em parceria com a Expertise Educação de São Paulo.  A primeira etapa, que teve por objetivo capacitar coordenadores e professores dos Núcleos Docentes Estruturantes da Universidade em metodologias inovadoras, foi concluída com a apresentação do que já foi aplicado nos cursos da instituição. Nos meses que se seguiram à implantação do Programa, os docentes tiveram contato com quatro metodologias: “Sala de Aula Invertida e o Modelo de Rotação”, “Team-based Learning (TBL)”, “Think Pair Share (TPS)” e o “Peer Instruction”. De acordo com o Professor Mário Sérgio Oliveira Swerts, pró-reitor acadêmico, a capacitação permitiu aos docentes ampliarem as metodologias de ensino centradas nos alunos e que promovem um ambiente propício à aprendizagem. O pró-reitor destacou que a Universidade busca o ensino de qualidade para atender um aluno “mais ávido pelo conhecimento, mais conectado, que de fato quer informações e conhecimento rápido. Então, as metodologias inovadoras, que trabalham técnicas diferenciadas de ensino, focadas no aprendizado, coloca esse aluno, de fato, muito mais próximo da realidade profissional. Ele consegue adquirir mais habilidades e competências para justamente enfrentar o mercado de trabalho”. As metodologias inovadoras colocam o aluno como protagonista do processo de aprendizagem e levam o professor a compreender qual é o seu papel no século 21. Como destacou o Professor Diego Amaro de Almeida, do Laboratório de Inovação Acadêmica da UNISAL e da Expertise Educação, no passado, quando o acesso à informação era restrita, os professores cumpriram o seu papel muito bem como transmissores de conhecimento. Hoje a informação está na palma da mão, o que exige um professor diferenciado. A professora Gerusa Dias Siqueira Vilela Terra, diretora de graduação da UNIFENAS, complementa: “Agora o professor precisa assumir um papel muito mais de mentor e para isso ele precisa compreender esse processo, precisa se capacitar nas metodologias ativas, precisa discutir, trocar experiências”. Diego Amaro ressaltou que “o século 21 mudou, o mundo mudou! Mudou a nossa forma de pensar, a nossa forma de agir. As pessoas querem as coisas mais rápidas, soluções mais imediatas e não tem por que nós não pensarmos nisso dentro da educação. Mesmo porque é a educação que prepara o aluno para o mercado de trabalho, que é o mundo real”. Questionado se a tarefa do professor de hoje é mais árdua, o docente da UNISAL disse que não se trata de ser mais penoso, mas, quando se tem um modelo, é mais fácil. “Isso que nós estamos fazendo não tem modelo. Nós estamos começando. Então, é claro, para aqueles que são pioneiros e esses professores que estão aqui no século 21 são os pioneiros, veem de uma realidade diferente. São imigrantes virtuais, não são nativos virtuais como os seus alunos; é uma tarefa difícil você criar algo novo, mas é essencial. Porque, somente esses, terão condições de fazer uma proposta coesa, uma proposta interessante para que a educação possa acontecer”, afirmou Diego Amaro. O ProDDU foi criado para ser um programa continuo na UNIFENAS, a partir da primeira etapa novas propostas de capacitação serão desenvolvidas, como por exemplo, o processo de avaliação. Como disse a diretora de graduação, o primeiro degrau já foi escalado, e os docentes envolvidos agiram com “brilho no olhar. A gente tem que buscar a expertise externa, mas a gente tem condição e capacitação para construir a nossa expertise. Isto que a gente quer”, concluiu Gerusa Terra.   Metodologias usadas na capacitação: 1ª Peer Instruction (PI): “instrução entre pares”. Entendimento e aplicabilidade de conceitos, utilizando-se a discussão entre os alunos. A metodologia implica leitura prévia, questões pré-aula, exposição em sala de aula e questões conceituais. 2ª Team-based Learning (TBL): “aprendizagem baseada em times”. Entendimento e aplicabilidade de conceitos, utilizando-se a discussão entre os alunos. A metodologia implica formação estratégica de times, verificação da leitura prévia e aplicação de problemas. 3ª Think Pair Share (TPS): “Pensar, Compartilhar, Mostrar”. Entendimento e aplicabilidade de conceitos, utilizando-se a discussão entre os alunos. A metodologia implica verificação de leitura prévia, interação entre alunos, competência comunicativa oral e escrita. 4ª Sala de Aula Invertida e o Modelo de Rotação: os estudantes se preparam previamente para as atividades de sala de aula; em sala, praticam os conceitos aprendidos; em casa, revisam o conteúdo e estendem seu aprendizado. Modelo de rotação: um curso ou uma disciplina em que os estudantes alternam entre modalidades de aprendizagem em um cronograma fixo ou a critério do professor, em que pelo menos uma delas é o ensino on-line. Outras modalidades poderiam incluir atividades como ensino em pequenos grupos ou da classe inteira, projetos de grupo, tutoria individual e tarefas escritas. Os estudantes aprendem principalmente na escola física, exceto por alguma lição de casa. (fonte: pró-reitoria acadêmica)   Legenda: Foto – Galvone Oliveira Foto 1 – “Paulo Freire dizia que a educação tem que ser libertária. E a única forma de promover essa liberdade no aluno é permitir que ele participe do processo educacional. Eu não posso dizer para ele o que pensar, como pensar, esse é um caminho que ele precisa tomar”. (Diego Amaro – professor do Laboratório de Inovação Acadêmica da UNISAL)

DIÁLOGO – Em audiência na Câmara, Rossieli Soares apresenta números e desafios da educação.

  **Matéria publicada no site do MEC Convidado pelos parlamentares membros da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, o ministro da Educação, Rossieli Soares, participou, nesta quarta-feira, 9, de uma audiência pública no Plenário 10, da casa. Durante a reunião, o ministro apresentou números e prestou esclarecimentos sobre os avanços recentes na educação do Brasil e os desafios para os próximos anos. Rossieli Soares ouviu atentamente questionamentos distintos relacionados ao atual andamento de várias ações da pasta e expôs um raio-x baseado em macronúmeros dos investimentos nas políticas educacionais no país, entre o período que ocupou a Secretaria de Educação Básica (SEB) até assumir o comando do ministério, no mês passado. Além de solicitar a colaboração dos parlamentares para avançar em outras iniciativas e destacar investimentos recém-injetados na educação, o ministro pediu prudência e responsabilidade na aplicação dos recursos. “Apenas no custeio das universidades e institutos federais, por exemplo, nós temos investimentos de R$ 16 bilhões. Isso é muito. E se a gente está discutindo mais recursos, também temos que discutir austeridade, aplicação, eficiência do gasto dentro da educação em todo o país – seja na Básica ou na Superior. Isso tem que ser um mantra, especialmente para o gestor da educação”, afirmou. O ministro debateu temas variados da educação e dos projetos atualmente em curso no MEC, como o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o Novo Fies, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), os programas de alfabetização e transporte escolar, a formação profissional de professores e a autonomia universitária, entre outros. Para Rossieli Soares, o debate na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados foi proveitoso porque, em sua análise, lá é o lugar certo para se debater ideias. Sobre os temas abordados, ele aproveitou para falar da evolução na educação nos últimos dois anos. “Tivemos muitos avanços. Avançamos muito nas agendas definidas como prioritárias, como a BNCC; aprovamos a Base do Ensino Fundamental e na Educação Infantil, bem como a versão do Ensino Médio, já alinhada com a outra grande bandeira, que é a Reforma do Ensino Médio; além da alfabetização, a política nacional de formação de professores e a garantia do financeiro, que não existia antes”, explicou. Avaliação – O deputado federal e presidente da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, Danilo Cabral (PSB-PE), avaliou a participação do ministro da Educação como positiva por, segundo com ele, estreitar a relação e aproximar do MEC a comissão. “A audiência atingiu o objetivo que nós nos propusemos de estreitar e buscar um ambiente de diálogo entre a Comissão de Educação e o MEC, na condição de grande condutor da política da educação no Brasil. Eu acho que possibilitou ao ministro ter uma leitura do conjunto de preocupações que a comissão de Educação tem e ele esclareceu todos os pontos que foram abordados”, pontuou. Já o deputado Alex Canziani (PTB-PR), presidente da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados, convidada a participar da audiência pública, elogiou o desempenho do ministro Rossieli Soares. “Ele foi muito claro, trouxe dados preocupantes, mas senti nele muita disposição para enfrentar esses desafios para poder buscar as soluções. E ele, muito aberto, atendeu a todos os deputados, independente de partido, mostrando o compromisso que ele tem com a educação e com o parlamento também”, completou. Além dos parlamentares representantes das comissões de Educação e Fiscalização Financeira e Controle, outra que marcou presença no debate, participaram da audiência pública alguns secretários e diretores do MEC e de autarquias vinculadas à pasta, professores, estudantes de vários níveis de ensino e membros da União Nacional dos Estudantes (UNE). Assessoria de Comunicação Social do MEC   Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=63831

#DiárioOficial | Prazo para renovação dos contratos do Fies é prorrogado para 25 de maio

FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO – PORTARIA Nº 283, DE 9 DE MAIO DE 2018 – Dispõe sobre o prazo para realização de aditamentos de renovação dos contratos de financiamento concedidos com recursos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).   Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=10/05/2018&jornal=515&pagina=12&totalArquivos=94

Professora da Faculdade Victor Hugo/Unis confecciona cardápios em Braille para restaurantes de São Lourenço

O município de São Lourenço tem avançado bastante no que diz respeito a questões de acessibilidade em estabelecimentos comerciais. No último mês dois restaurantes da cidade aderiram ao uso de cardápios com escrita em Braille, voltados para deficientes visuais. Kátia Terezinha de Carvalho, deficiente visual desde o nascimento, pós-graduada em Educação Especial e professora de Braille no curso de Pedagogia da Faculdade Victor Hugo/Unis desde 2012. Juntamente com a Profa. Teresa Cristina, Kátia desenvolveu cardápios em Braille para os restaurantes KibeLeza e Paladar Mineiro, no mês de abril. Tudo começou quando as duas professoras estavam em um restaurante e observaram um garçom que atendia dois casais com deficiência auditiva. Os quatro interagiam através de Libras e, como eram alfabetizados também em português, apontavam suas escolhas no cardápio sendo atendidos tranquilamente. Surgiu então o questionamento: como seria o atendimento se os casais fossem deficientes visuais? “Às vezes nós deficientes estamos acompanhados de pessoas videntes não tendo a necessidade dos garçons e demais funcionários de lerem cardápios, por exemplo. Ainda assim, estando acompanhados, é gratificante poder exercer sua autonomia em um estabelecimento social, poder fazer suas próprias escolhas de forma independente, como os demais clientes. Essa situação se agrava quando uma pessoa deficiente não está acompanhada, o que é bastante comum”, explicou a Profa. Kátia. Após uma breve pesquisa com donos de estabelecimentos comerciais, as professoras lançaram na cidade de São Lourenço o primeiro cardápio em Braille com o objetivo de dar acessibilidade e autonomia às pessoas com deficiência visual para que possam escolher seus pratos e suas bebidas. Responsável pela confecção dos cardápios, a Profa. Kátia explica que utiliza suas próprias ferramentas e tecnologias. Punção e reglete substituem o tradicional lápis e caneta; leitores de tela permitem que ela visualize o conteúdo dos cardápios enviados pelos clientes, e, de forma manual, a professora realiza então a tradução da escrita convencional para o Braille. “É muito bom ver os estabelecimentos aderindo a esse projeto, podemos ver que a prática realmente funciona quando é aceita. Sempre fui muito bem acolhida nos meus trabalhos, e como professora me sinto muito bem por ter a autonomia de ministrar conteúdos sozinha para uma sala cheia de alunos, sem necessitar de outra pessoa para transmitir minha mensagem. Amo trabalhar, amo me dedicar, e gostaria que o mercado de trabalho tivesse mais oportunidades para os deficientes de uma forma geral”, concluiu a Profa. Kátia.

Formação ameaçada? Os reflexos da crise nas faculdades particulares

** Matéria publicada no site do Correio Braziliense.   Representantes do setor reconhecem as dificuldades enfrentadas pelas instituições (responsáveis pelo maior número de cursos e alunos do país), mas descartam riscos de queda no desempenho acadêmico.   Para ler a matéria na integra, favor acessar: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/eu-estudante/tf_carreira/2018/05/06/tf_carreira_interna,678728/os-reflexos-da-crise-nas-faculdades-particulares.shtml

UNIFENAS recebe Troféu Ouro durante o GEDuc

Rosângela Fressato A UNIFENAS foi classificada como uma das finalistas ao PNGE – Prêmio Nacional de Gestão Educacional 2018, e recebeu o Troféu Ouro, na categoria “Responsabilidade Social”, com a prática “SINAIS – Sinalização de Apoio à Inclusão Social”, um projeto multidisciplinar, intercurso e transversal, organizado pelas professoras Maria Cristina Silva, Sandra de Souza Alves, a egressa Marina Couto (extensionista) e o professor Rogério Ramos Prado. Foram eleitas três instituições de cada categoria: (Gestão Acadêmica, Responsabilidade Social, ou Gestão Administrativa e de Comunicação (envolve também as áreas financeira, de pessoas e de marketing) e de cada segmento para a premiação, que ocorreu no dia 21 de março, durante o GEduc 2018 (Congresso Brasileiro de Gestão Educacional), em São Paulo, onde foram divulgadas a Vencedora Ouro, Vencedora Prata e Vencedora Bronze.  O diretor de Extensão e Assuntos Comunitários da UNIFENAS, professor Rogério Prado, compareceu ao evento para receber o Troféu e afirma que “esse prêmio significa que a UNIFENAS está no caminho correto, apoiando ações sociais. Temos certeza de que o trabalho de responsabilidade social iniciado pelo prof. Edson Velano, e com a devida atenção da família Velano, está recebendo o reconhecimento nacional. Este prêmio representa muito para a comunidade alfenense e da região e também para todos os docentes e discentes envolvidos neste projeto. Nosso sincero agradecimento a todos que, direta ou indiretamente, contribuíram para esta tão significativa premiação”. Professora Maria Cristina destaca que o Projeto SINAIS tem o propósito de difundir a política de inclusão Social e viabilizar aos acadêmicos da UNIFENAS experiências concretas nos cenários de minorias para busca de melhorias através  do ensino, da extensão e da pesquisa , e neste, momento, compartilha com toda a comunidade acadêmica  e sociedade o mérito deste prêmio. “É  um percurso  pautado em diversas ações impactando vidas. São muitos os envolvidos  comungando dos ideais de equidade. Não se faz  inclusão sozinho; este é literalmente um projeto desenvolvido  por várias mãos que acreditam na promoção humana através do respeito às diferenças”.   Melhores práticas O objetivo do PNGE é reconhecer as melhores práticas e, desta forma, destacar as instituições vencedoras no mercado, além de compartilhar os caminhos possíveis para se atingir ótimos resultados, inspirando outras organizações a colaborarem com a evolução da educação. O PNGE se tornou a premiação mais importante para a gestão educacional brasileira, sendo consagrado como sinônimo da valorização de excelentes desempenhos. Desde 2008, já premiou mais de 110 cases de sucesso, reconhecendo os trabalhos de instituições de ensino básico e superior do norte ao sul do país.  (Fonte: https://abmes.org.br) Como consta no site da ABMES (Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior) “o PNGE é correalizado pela CONFENEN (Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino), FENEP (Federação Nacional das Escolas Particulares), ABMES, ABRAFI (Associação Brasileira das Mantenedoras das Faculdades Isoladas e Integradas), ANACEU (Associação Nacional dos Centros Universitários), ANEC (Associação Nacional de Educação católica do Brasil), e pela HUMUS.   Fotos – reprodução Professor Rogério Prado recebeu o Prêmio, representando a UNIFENAS, e os organizadores do projeto SINAIS  

UNILAVRAS inaugura praça aberta a comunidade

O Centro Universitário de Lavras inaugura nesta quinta-feira, dia 10 de maio, o novo espaço de convivência do Unilavras. O local, construído na Rua Padre José Poggel, ao lado da portaria do campus, será aberto a comunidade. Com uma área de 240 metros quadrados, conta com bancos para descanso, bate papo e cascata iluminada. Os frequentadores também poderão utilizar internet gratuita no local. Uma opção para convivência da comunidade acadêmica e moradores da cidade.  Para a Reitora do Unilavras essa é mais uma ação da Instituição em prol do envolvimento com a comunidade lavrense. “Estou muito feliz com essa inauguração porque esse local representa um espaço para o encontro e a convivência”, afirmou Profa. Christiane Amaral Lunkes Argenta.  A cerimônia de inauguração acontecerá no dia 10 de maio, às 21:00, com apresentação musical das bandas Soul Fever, composta por alunos e professores da Instituição e a banda Baby Liss. A população também é nossa convidada. 

Inep e Banco Central avaliam parceria para promover estudos sobre educação financeira

** Matéria publicada no site do INEP/MEC   O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e o Banco Central planejam uma parceria para promover estudos conjuntos sobre educação financeira no Brasil. Uma equipe do Departamento de Promoção da Cidadania Financeira do Banco Central visitou o Inep nesta quarta-feira, 2 de maio. Em março, representantes da Diretoria de Avaliação da Educação Básica e da Assessoria Internacional do Inep também visitaram o Banco Central, iniciando as discussões.   A proposta de parceria engloba ações conjuntas para ampliar o conhecimento sobre a educação financeira. Durante a visita, o Inep apresentou ao Banco Central como o tema é abordado nas avaliações promovidas pelo Instituto. A presidente do Inep, Maria Inês Fini, destacou as questões sobre letramento financeiro que fazem parte da edição 2018 do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), que começou a ser aplicado também nesta quarta-feira, 2.   No Brasil, o Inep é responsável pela aplicação das provas e dos questionários da avaliação comparada realizada pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em mais de 80 países. Até 30 de maio, 18 mil estudantes de 15 anos serão avaliados.   Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://portal.inep.gov.br/artigo/-/asset_publisher/B4AQV9zFY7Bv/content/id/1442280  

#SinproMinas | Professores vencem queda de braços e põem fim à greve.

** Matéria publicada no site do Sinpro Minas Após dez dias de greve, as professoras e professores do setor privado de ensino decidiram voltar ao trabalho a partir deste sábado (5/5), durante assembleia realizada nesta sexta-feira (4/5) no Espaço Democrático da Assembleia Legislativa. A categoria entendeu que conseguiu vencer a queda de braços com os donos de escolas que queriam impor uma série de retrocessos à convenção coletiva no embalo da reforma trabalhista. O reajuste salarial será pelo INPC, 1,56%, mas os professores conseguiram fixar a homologação de rescisão dentro da Convenção Coletiva de Trabalho (fato inédito, que compunha a já desfigurada CLT) para após o segundo ano de contrato. Além disso, ficaram garantidas conquistas históricas que os patrões queriam eliminar ou mudar e ainda conquistamos o pagamento dos dias parados e a garantia de não punição dos grevistas, também prevista de forma inédita como cláusula em uma CCT. Após as mudanças feitas nesta sexta-feira pelo sindicato patronal, depois da assembleia de seus associados, os professores consideraram o movimento vitorioso, por conseguirem manter seus direitos históricos e alguns avanços. Segundo Valéria Morato, presidenta do sindicato: “A nossa greve foi vitoriosa. Foi mantida uma convenção coletiva histórica conquistada com muita luta pelos professores. Os professores atenderam ao chamado do sindicato e fizeram um movimento de resistência impondo uma derrota histórica à tentativa de implementação da reforma trabalhista por parte do patronal. Essa greve vira referência para todos os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. A nossa unidade nos fará vencedores!” Para Gilson Reis, coordenador geral da CONTEE, “A greve dos Professores de Minas  encerra com vitória da categoria e derrota dos donos de escola. Manutenção de todos os direitos conquistados. Homologação no Sindicato, que não era prevista em Convenção, reajuste salarial pelo INPC, nenhuma retaliação e punição aos grevistas e uma ampla unidade dos trabalhadores que entraram unidos na greve e saíram unidos e fortalecidos”. Essa foi considerada uma das maiores greves do setor privado de educação desde a década de 1990 e teve uma característica muito positiva de englobar estudantes e pais/mães no apoio da categoria de professores. Nenhum direito a menos! Nossos direitos, nossa luta! Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://sinprominas.org.br/noticias/professores-vencem-queda-de-bracos-e-poem-fim-a-greve/

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