EDUCAÇÃO – EaD passará o ensino presencial em 5 anos.
Matéria publicada no site DCI. Para ler a matéria na integra, favor acessar o link abaixo: https://www.dci.com.br/servicos/ead-passara-o-ensino-presencial-em-5-anos-1.708782
EDUCAÇÃO: Ensino a distância cresce mais que presencial, mas gera desconfiança.
Matéria publicada no site Rondônia ao Vivo. Para ler a matéria na integra, favor acessar o link abaixo: http://www.rondoniaovivo.com/geral/noticia/2018/05/22/educacao-ensino-distancia-cresce-mais-que-presencial-mas-gera-desconfianca.html
Segundo Simpósio de Língua e Literatura do CEFET discute ações e perspectivas na atualidade escolar
No dia 25 de maio será realizado o segundo Simpósio de Língua e Literatura do CEFET-Varginha (SILL). A segunda edição do evento irá trabalhar o tema: “Letramento Literário: ações e perspectivas na atualidade escolar”. O Simpósio, que surgiu através de uma parceria entre os cursos de Letras e Pedagogia do Centro Universitário do Sul de Minas e o CEFET, irá discutir o letramento literário no cotidiano da educação básica e de seu entorno social, assim como implicações na formação de leitores na contemporaneidade. O evento começará com uma palestra de abertura trabalhando o tema geral do Simpósio “Letramento Literário: ações e perspectivas na atualidade escolar”, que será ministrada pelo Prof. Dr. Rildo Cosson da Universidade de Brasília (UnB). Após a atividade serão realizadas 25 oficinas tratando de assuntos relevantes para as áreas da Educação e da Literatura, sendo divididas entre os períodos da manhã e da tarde. O Simpósio será finalizando com uma mesa-redonda debatendo: “Metodologias e práticas para leitura literária e outras leituras”. O 2º SILL irá acontecer a partir das 8h na Cidade Universitária. Mais informações sobre a programação do evento podem ser acessadas clicando aqui.
#DiárioOficial | MEC define regras para ocupação de vagas remanescentes do Fies
GABINETE DO MINISTRO – PORTARIA nº 475, DE 21 DE MAIO DE 2018 – Dispõe sobre a ocupação de vagas remanescentes do processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil – Fies referente ao primeiro semestre de 2018. Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=22/05/2018&jornal=515&pagina=23&totalArquivos=126
Unilavras realiza palestra do método Apac em Lavras

No dia 21 de junho, o núcleo de práticas jurídicas do Unilavras, realiza a palestra: Conhecendo o método APAC, no auditório da Instituição. O evento tem como objetivo auxiliar na implantação e desenvolvimento da APAC em Lavras através de assessoria jurídica e psicológica aos reeducandos. O método de Associação de Proteção e Assistência a Condenados (APAC), criado em 1973 e presente em vários estados brasileiros e até no exterior. O objetivo é humanizar as prisões, melhorando as condições dos presídios e da vida dos encarcerados. A Associação foi uma das finalistas do Prêmio Innovare, uma das premiações mais respeitadas da Justiça brasileira. No Brasil, são 43 Apacs. Dessas, 36 estão em Minas Gerais. O índice de reincidência está em torno de 10% hoje em dia. O sistema convencional tem em torno de 80%. A liberdade é o final do caminho. A palestra acontece no auditório do Unilavras, às 19 horas, aberta a toda comunidade.
#DiárioOficial | MEC define critério e procedimentos para ações com recursos educacionais voltados à educação básica.
ATOS DO CONGRESSO NACIONAL – PORTARIA Nº 451, DE 16 DE MAIO DE 2018 – Define critérios e procedimentos para a produção, recepção, avaliação e distribuição de recursos educacionais abertos ou gratuitos voltados para a educação básica em programas e plataformas oficiais do Ministério da Educação. Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=17/05/2018&jornal=515&pagina=11&totalArquivos=120
#DiárioOficial | Lei inclui educação alimentar e nutricional no currículo escolar
ATOS DO PODER LEGISLATIVO – LEI Nº 13.666, DE 16 DE MAIO DE 2018 – Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), para incluir o tema transversal da educação alimentar e nutricional no currículo escolar. Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=17/05/2018&jornal=515&pagina=1&totalArquivos=120
EXAME O segredo para entender a queda dos grupos de ensino
Puxadas pela líder do setor, a Kroton, empresas listadas vivem dias difíceis na bolsa por dúvidas sobre sustentabilidade de seus números operacionais. **Matéria publicada no site EXAME Para uma empresa acostumada a surpreender positivamente analistas e investidores, o grupo de ensino Kroton vive, desde sexta-feira, dias atípicos. Após divulgar queda de 6,6% no lucro líquido no primeiro trimestre (para 539 milhões de reais), a companhia ainda informou reduções nas projeções de praticamente todos os seus indicadores para 2018. A Kroton projeta uma margem Ebitda ajustada de 41,5% em 2018, abaixo dos 44% apurados em 2017. A margem líquida ajustada deve ficar em 35,4% ante 40,1% em 2017. As metas da empresa para este ano, de queda de 6,7% no Ebitda ajustado e de 12,7% no lucro líquido ajustado, não consideram a aquisição da Somos Educação, anunciada pela Kroton no final de abril por 4,6 bilhões de reais. Resultado: as ações da companhia caíram 15% desde sexta-feira, uma mordida de cerca de 3 bilhões de reais. Como Kroton vem ditando o padrão de eficiência do mercado de educação superior no Brasil há quase uma década, as quedas nos números da companhia refletem também nas concorrentes. A Estácio perdeu 15% de valor de mercado desde sexta-feira; a Anima e a Ser Educacional também caíram. Desde outubro as ações da Kroton caíram quase pela metade. As da Estácio caíram mais de 30% desde março. O caso da Estácio é curioso. No dia 26 de abril, alta em seus principais indicadores operacionais para o primeiro trimestre. O lucro cresceu 62% ante o mesmo período de 2017, e a margem Ebitda subiu 9,1%, para 35,3%. Ou seja, a Estácio está cada vez mais perto de alcançar os resultados da Kroton, objetivo que estabeleceu para si mesma depois de o Cade vetar a fusão com a principal concorrente, ano passado. “Buscar eficiência a qualquer custo é irresponsável”, disse o presidente da Kroton, Rodrigo Galindo, na sexta-feira. “Seria mais fácil entregar resultados fortes no curto prazo, mas optamos por plantar sólidas bases para crescimento orgânico futuro.” O problema, segundo analistas ouvidos por EXAME, é que os resultados operacionais abaixo do previsto para a Kroton refletem o início de um ciclo duro para o ensino superior. Num setor com ciclos longos, os números do primeiro trimestre são resultado de um mudança de rumo que começou em 2015, e que não deve se inverter tão cedo. Olho no ciclo O principal indício de que algo não ia bem no setor de ensino superior, segundo Romário Davel, sócio da consultoria Atmã Educar, é o número de novos alunos no segmento presencial. Depois de chegar a 1,670 milhão, em 2014, o número começou a cair. Foi para 1,493 milhão em 2015, para 1,400 milhão em 2016. Segundo estimativas da Atmã, a queda vai continuar: 1,316 milhão em 2017 e 1,185 milhão em 2018. Por outro lado, o número alunos no ensino a distância (EaD) vem crescendo, mas não o suficiente para compensar a queda no número total de calouros. Os entrantes em EaD passaram de 649.890 em 2014 para estimados 819.000 em 2017. No mesmo período, o número total de novos alunos caiu de 2,320 milhões para estimados 2,135 milhões. Com menos gente entrando, o número total de alunos, obrigatoriamente, vai encolhendo. O pico, segundo a Atmã, foi em 2015, com 6,075 milhões entre presencial e EaD. Em 2016 o total encolheu 2,6% e em, 2017, deve encolher mais 3%, segundo estimativas. “O crescimento do EaD atenua a queda no presencial, mas não a ponto de resolver os problemas operacionais, já que o nicho responde por menos de 20% do ensino superior”, diz Davel. Durante 2017 as companhias ainda conseguiram melhorar seus resultados justamente por conta dos ciclos longos do setor, pelos bons números de entrantes em 2013 e 2014. Mas, daqui pra frente, o cenário é dos mais desafiadores. Até porque, segundo Davel, as novas turmas são responsáveis por 50% do Ebitda das companhias, já que costumam ser maiores, exigirem menos horas de dedicação dos professores e terem baixa taxa de evasão. “As empresas foram bem sucedidas em adotar estratégias que minimizem o impacto desta queda, mas não dá para represar para sempre, e agora começa a aparecer nos balanços”, diz o consultor. Para deixar o cenário ainda mais desafiador, as companhias têm cada vez menos alunos financiados pelo programa do governo, o Fies, em sua base de novatos. Como o programa deixava todo o risco na mão da União, esses alunos eram o sonho de consumo das instituições. Em 2017, o número de contratos do Fies foi o menor em seis anos: 170.905, segundo reportagem do site G1 com base em dados do governo. Em 2014 o número de novos contratos do Fies chegou ao recorde de 690.588. Naquele ano, cerca de 40% de todos os universitários do país recebiam dinheiro do governo, permitido para quem tinha renda de até 20 salários mínimos. Na Kroton, o número total de alunos com Fies já caiu de 61% para 28%, e deve chegar a 5% em dois anos. Estácio, Ser e Ânima, as outras companhias de ensino listadas em bolsa, também sofreram forte enxugamento de sua base Fies. Todas elas têm buscado alternativas para o fim do financiamento do governo. Têm também buscado investir em novos mercados, como educação básica. Mas manter as taxas de crescimento com menos alunos em seu principal filão, a educação superior presencial, é um desafio para o qual as empresas ainda não têm respostas. Para ler a matéria na integra, favor acessar: https://exame.abril.com.br/negocios/para-entender-a-queda-dos-grupos-de-ensino-olhe-para-2015/
#DiárioOficial | MEC autoriza mais três cursos de medicina.
– PORTARIAS nºs 332 a 334/2018 – Autorização de cursos de Medicina. Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=15/05/2018&jornal=515&pagina=23&totalArquivos=78
#DiárioOficial | Atos do Poder Legislativo – Sancionada lei que determina o combate ao bullying nas escolas.
ATOS DO PODER LEGISLATIVO – LEI nº 13.663, DE 14 DE MAIO DE 2018 – Altera o art. 12 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, para incluir a promoção de medidas de conscientização, de prevenção e de combate a todos os tipos de violência e a promoção da cultura de paz entre as incumbências dos estabelecimentos de ensino. Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=515&pagina=1&data=15/05/2018&totalArquivos=78