MEC e CNE vão lançar plataforma para receber contribuições à BNCC do Ensino Médio.

O Ministério da Educação e o Conselho Nacional de Educação (CNE) vão lançar uma plataforma on-line para receber sugestões e contribuições para a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do Ensino Médio. O anúncio foi feito pelo presidente do CNE, Eduardo Deschamps, durante a primeira audiência pública da BNCC do Ensino Médio que ocorreu em Florianópolis.   “O CNE, com o apoio da área tecnológica do MEC, oferecerá a partir de agora uma plataforma para que possamos receber as contribuições dos diferentes segmentos da sociedade brasileira à reforma do ensino médio e à proposta de BNCC do ensino médio”, destacou Deschamps.   O documento, assim como ocorreu na etapa da educação básica (educação infantil e ensino fundamental), será o marco para orientar os currículos do ensino médio e estabelecer as habilidades e competências que deverão ser desenvolvidas pelos estudantes em cada área de conhecimento desse nível de ensino. “É uma norma que a partir da sua homologação vai impactar toda a educação, no caso o ensino médio”, afirmou Joaquim Soares Neto, membro da Câmara de Educação Superior do CNE e relator da Comissão Bicameral que analisa a BNCC. “E é um processo de uma democracia, ou seja, tem o documento inicial, as audiências públicas e a partir das audiências as discussões que teremos no CNE. A partir das contribuições dos documentos, o conselho vai, juntamente com o MEC, fazer as correções necessárias, incorporar as sugestões e aí vamos para o documento final”.   O MEC auxilia o CNE nas audiências públicas que vão ocorrer em todas as regiões do país. “O MEC entregou a proposta de base para o ensino médio há cerca de um mês e dá o seu apoio organizacional, financeiro e logístico para a realização dessas audiências. Portanto o MEC acompanha a todas as etapas da tramitação e da discussão da Base”, afirmou Ricardo Coelho, diretor de Programa da Secretaria Executiva do MEC. As reuniões não têm caráter deliberativo, de acordo com o CNE, mas são essenciais para que o conselho elabore um documento normativo que reflita as necessidades, interesses, diversidade e pluralidade do panorama educacional brasileiro, além dos desafios a serem enfrentados para a oferta a todos de uma educação de qualidade. “As audiências públicas já são muito ricas, pela variedade de posicionamentos, a origem de cada um dos participantes e até a sua representatividade”, ressaltou César Callegari, membro da Câmara de Educação Básica e presidente da Comissão Bicameral que analisa a BNCC.   Áreas – Pela proposta entregue ao CNE, o MEC organizou a BNCC do ensino médio por áreas do conhecimento, sendo linguagens, matemática, ciências da natureza e ciências humanas. As disciplinas de língua portuguesa e matemática aparecem como itens curriculares, sendo obrigatórias para os três anos do ensino médio.   O projeto também sugere que os alunos deverão cobrir toda a BNCC em, no máximo, 1,8 mil horas-aula. Assim, as 1,2 mil horas restantes devem ser dedicadas ao aprofundamento no itinerário formativo de escolha do próprio estudante, o qual será desenvolvido pelos estados e escolas, que serão auxiliados pelo MEC por meio de um guia de orientação e apoio na elaboração das propostas.   Além disso, a BNCC – ensino médio prevê, ainda, que as escolas poderão oferecer cursos formativos em cada área de conhecimento ou combinando com outras diferentes. Também sugere a alternativa de oferta de itinerários relacionados a algum aspecto específico de uma área. Dessa forma, os alunos poderão optar por uma formação técnico-profissionalizante, cursada na carga horária regular do Ensino Médio.   Confira o calendário das audiências públicas sobre a Base Nacional Comum Curricular – ensino médio (*):   Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=63991  

MEC lança plataforma de emprego que reúne empresas em busca de estudantes negros.

São Paulo, 14/05/2018 – O Ministério da Educação (MEC) lançou, nesta segunda-feira, 14, em parceria com a Faculdade Zumbi dos Palmares (FAZP), uma novidade que vai auxiliar muitos estudantes negros a entrarem no mercado de trabalho: uma plataforma virtual que conta com o apoio do ministério na qual os alunos cotistas poderão se inscrever e disponibilizar os currículos para se candidatarem a cursos, vagas de estágio e emprego que as empresas vão oferecer por meio da ferramenta. “Lá, nós temos jovens formados pelo ProUni, incluisive, muitos com pós-graduação. São talentos que estão à disposição de todos os parceiros para virem buscá-los e serem contratados efetivamente”, destacou o ministro da Educação, Rossieli Soares.   A apresentação ocorreu durante um evento promovido pela FAZP no Memorial da América Latina, na Barra Funda, em São Paulo, no decorrer da aula magna, cuja cerimônia, intitulada “Reflexão – 130 Anos da Abolição da Escravatura”, celebrou o fim da escravidão, abolida oficialmente no Brasil há 130 anos através da Lei Áurea, em 13 de maio de 1888, e comemorada ontem.A ferramenta já está em operação e, no momento, conta com 1.925 currículos cadastrados. Os estudantes interessados em disponibilizar suas informações e conferir as áreas que desejam trabalhar ou estagiar, bem como as vagas disponíveis pelas empresas parceiras, podem acessar o endereço eletrônico http://cotain.afrobras.org.br.   O reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares, José Vicente, destacou que a parceria com o MEC será importante para diversificar o banco de talentos da instituição. “É um passo importantíssimo, pois essa plataforma, além de recepcionar currículos, está pronta para fazer as qualificações tanto para os concursos públicos, carreiras jurídicas, língua inglesa e também habilidades sócio emocionais e educação financeira. Teremos capacidade de qualificar esses jovens para um segmento ou um grupo de parceiros para ingressar no mercado de trabalho”, comemorou.   Aumento – No evento, Rossieli Soares defendeu uma maior participação de estudantes negros e indígenas nas universidades brasileiras. Ele afirmou que avanços já foram obtidos, mas que ainda há desafios a serem enfrentados na promoção da igualdade em todo o Brasil e que é preciso fazer mais.   De acordo com o ministro, o MEC tem desenvolvido ações, por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi), para a promoção do acesso e da permanência de negros e indígenas nas universidades como, por exemplo, o fomento à criação e à execução de cursos nas Instituições de Ensino Superior (IES), além da realização de pesquisas e publicação de livros e outros materiais didáticos e pedagógicos sobre a temática da diversidade étnico-racial.   “Estes programas e ações têm provocado o aumento das presenças negra e indígena na Educação Superior, contribuindo para a sua expansão, ação proposta no PNE (2014-2024), e a redução das desigualdades socioeconômicas, ainda associadas aos negros no Brasil. Esta maior presença de coletivos sociais e indivíduos historicamente excluídos dos espaços formais de educação e, principalmente, das universidades, tem ajudado a construir novas narrativas de autoria e protagonismo na sociedade brasileira”, avaliou Rossieli.   Apesar dos avanços no plano das leis, o ministro destacou que o reconhecimento dos direitos é uma etapa recente na história das políticas públicas brasileiras, mas que é preciso avançar mais. “Eu sou muito defensor da inclusão. É importante que ela não ocorra simplesmente para colocar dentro da universidade ou dentro da escola pública, mas que ela ocorra verdadeiramente. Então temos muito ainda o que alcançar”, pontuou. Para Rossieli, não se pode deixar de reconhecer os avanços em ações como a ampliação de vagas públicas, a criação de novas universidades, a interiorização das IES públicas, o fortalecimento da rede federal de educação tecnológica, a implementação de novas políticas de financiamento estudantil, o estímulo à modalidade de ensino à distância, o FIES, o Prouni, a Lei de Cotas, o Programa Bolsa Permanência e o Programa de Apoio à Formação Superior e Licenciaturas Indígenas. “Neste futuro que estamos construindo hoje, as heranças da escravidão devem ser deixadas no passado, buscando construir um país menos desigual e socialmente mais justo”, reforçou.   A diretora de Políticas de Educação do Campo, Indígena e para as Relações Étnico-raciais do MEC, Rita Potiguara, explicou que o sistema de cotas tem apresentado resultados positivos, mas que é preciso identificar em que condições esses cotistas se formam. Ela citou, inclusive, iniciativas que serão desenvolvidas pela FAZP e que receberá apoio do MEC.   “Uma delas é uma pesquisa desenvolvida por um grupo de universidades a respeito da trajetória de estudantes cotistas nas universidades. Dizem que eles são os que mais abandonam os cursos e os que mais são reprovados. As pesquisas têm demonstrado que não. Além disso, a gente quer identificar se esses cotistas estudam e trabalham, quais as condições de permanência eles têm na universidade para se manterem e se conseguem entrar no mercado de trabalho quando se formam”, ressaltou. Prêmio – O evento, que contou com a presença de docentes, alunos e membros da reitoria da faculdade, representantes da causa negra no Brasil, empresários, executivos e políticos, também premiou pessoas que têm contribuído com os valores de respeito à diferença, tolerância e igualdade de oportunidades, colaborando para a elevação moral, social e inserção socioeconômica, cultural e educacional dos negros brasileiros. O ministro Rossieli Soares foi um dos agraciados com a Medalha do Mérito Cívico Afro-brasileiro. ** Assessoria de Comunicação Social do MEC   Para ler a matéria na integra, favor acessar:   http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=64051  

Parceria entre Grupo Unis e ACIV calcula o valor da Cesta Básica em Varginha

Uma parceria entre o Grupo Unis e a ACIV (Associação Comercial, Industrial Agropecuária e Serviços de Varginha) vai realizar todos os meses pesquisa para apontar o valor da cesta básica de Varginha. O CEPI, Centro de Empreendedorismo, Pesquisa e Inovação do Unis é quem realiza o estudo. O Índice de custos da cesta básica, denominado como ICB – CEPI/UNIS, segue a metodologia que o DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) adota para a pesquisa nacional da cesta básica de alimentos. “O índice é importante para permitir uma comparação entre os dados levantados em Varginha com os dados nacionais, bem como, servir como importante dado econômico para trabalhadores, empresas, entidades, academia e poder público”, explica um dos coordenadores da pesquisa, Prof. Pedro dos Santos Portugal Júnior. Foram pesquisados os mesmos produtos que compõem a cesta nacional do DIEESE e nas quantidades indicadas para a Região 1, que inclui São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Goiás e Distrito Federal. Itens como carne bovina, leite, feijão, arroz, farinha, batata, legumes, pão francês, café em pó, frutas, açúcar, óleo de soja e manteiga foram pesquisados. De acordo com o DIEESE, as quantidades de cada produto nessa cesta consistem no suficiente para o sustento e bem estar de um trabalhador em idade adulta, contendo quantidades balanceadas de proteínas, calorias, ferro, cálcio e fósforo. Ou seja, o valor da cesta básica divulgada refere-se ao necessário para o sustento de uma pessoa adulta nessas condições especificadas. Este primeiro levantamento envolveu os preços apenas em supermercados cuja participação em Varginha totaliza 84,14% (conforme informação da ACIV). Foram coletados os preços das marcas e tipos mais vendidos de cada produto. O objetivo, para as próximas pesquisas, é incluir outros tipos de estabelecimentos e mais marcas em cada coleta de preços. “O intuito dessa primeira pesquisa foi verificar a metodologia na prática e ter um primeiro valor aproximado da cesta básica de alimentos em Varginha. A partir do próximo mês, quando teremos dois meses de coleta de preços, será possível também verificar o índice de inflação da cesta básica de Varginha, que é o principal intuito dessa pesquisa”, explica Pedro. Para ter acesso à pesquisa, clique aqui.

#DiárioOficial ׀ Cronograma e procedimentos relativos à adesão – Prouni – 2º/2018.

– EDITAL Nº 39, DE 10 DE MAIO DE 2018 PROCESSO SELETIVO O SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR, no uso das atribuições que lhe confere o art. 2º do Decreto nº 5.493, de 18 de julho de 2005, torna público o cronograma e demais procedimentos relativos à adesão e à emissão de Termo Aditivo ao processo seletivo do Programa Universidade para Todos – Prouni referente ao segundo semestre de 2018.   Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=14/05/2018&jornal=530&pagina=45&totalArquivos=236

#DiárioOficial ׀ Portarias autorizam mais 57 cursos superiores.

– PORTARIAS nºs 329 e 330/2018 – Ficam autorizados os cursos superiores de graduação constantes da tabela do Anexo desta Portaria.   Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=14/05/2018&jornal=515&pagina=16&totalArquivos=96

#DiárioOficial ׀ MEC abre processo contra faculdade em Teresina

– DESPACHO Nº 32, DE 11 DE MAIO DE 2018 – Dispõe sobre a instauração de processo administrativo e aplicação de medidas cautelares, em face da Faculdade Entre Rios do Piauí (Cód. 3215), mantida pela Sociedade Beneficente Padre Vale.   Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=14/05/2018&jornal=515&pagina=18&totalArquivos=96

Pareceres Relatados pelo CNE/MEC em audiência pública no mês de MAIO/2018

O Conselho Nacional de Educação – CNE, disponibilizou a relação de pareceres relatados pelos conselheiros em reunião ordinária do mês de MAIO/2018. Os pareceres relatados encontram-se em fase de revisão técnica, antes da publicação da respectiva súmula no Diário Oficial da União. Tão logo essa súmula seja publicada, os pareceres estarão disponíveis para consulta no site do CNE.   Para consulta ao parecer, favor acessar: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=87581-prel05-2018&category_slug=maio-2018-pdf&Itemid=30192

UNIFENAS concluí a primeira etapa do ProDDU

Aprendizado do aluno é objetivo principal do programa desenvolvido na Universidade   Everton Marques Desde setembro de 2017, a UNIFENAS desenvolve o ProDDU  (Programa de Desenvolvimento Docente da UNIFENAS), em parceria com a Expertise Educação de São Paulo.  A primeira etapa, que teve por objetivo capacitar coordenadores e professores dos Núcleos Docentes Estruturantes da Universidade em metodologias inovadoras, foi concluída com a apresentação do que já foi aplicado nos cursos da instituição. Nos meses que se seguiram à implantação do Programa, os docentes tiveram contato com quatro metodologias: “Sala de Aula Invertida e o Modelo de Rotação”, “Team-based Learning (TBL)”, “Think Pair Share (TPS)” e o “Peer Instruction”. De acordo com o Professor Mário Sérgio Oliveira Swerts, pró-reitor acadêmico, a capacitação permitiu aos docentes ampliarem as metodologias de ensino centradas nos alunos e que promovem um ambiente propício à aprendizagem. O pró-reitor destacou que a Universidade busca o ensino de qualidade para atender um aluno “mais ávido pelo conhecimento, mais conectado, que de fato quer informações e conhecimento rápido. Então, as metodologias inovadoras, que trabalham técnicas diferenciadas de ensino, focadas no aprendizado, coloca esse aluno, de fato, muito mais próximo da realidade profissional. Ele consegue adquirir mais habilidades e competências para justamente enfrentar o mercado de trabalho”. As metodologias inovadoras colocam o aluno como protagonista do processo de aprendizagem e levam o professor a compreender qual é o seu papel no século 21. Como destacou o Professor Diego Amaro de Almeida, do Laboratório de Inovação Acadêmica da UNISAL e da Expertise Educação, no passado, quando o acesso à informação era restrita, os professores cumpriram o seu papel muito bem como transmissores de conhecimento. Hoje a informação está na palma da mão, o que exige um professor diferenciado. A professora Gerusa Dias Siqueira Vilela Terra, diretora de graduação da UNIFENAS, complementa: “Agora o professor precisa assumir um papel muito mais de mentor e para isso ele precisa compreender esse processo, precisa se capacitar nas metodologias ativas, precisa discutir, trocar experiências”. Diego Amaro ressaltou que “o século 21 mudou, o mundo mudou! Mudou a nossa forma de pensar, a nossa forma de agir. As pessoas querem as coisas mais rápidas, soluções mais imediatas e não tem por que nós não pensarmos nisso dentro da educação. Mesmo porque é a educação que prepara o aluno para o mercado de trabalho, que é o mundo real”. Questionado se a tarefa do professor de hoje é mais árdua, o docente da UNISAL disse que não se trata de ser mais penoso, mas, quando se tem um modelo, é mais fácil. “Isso que nós estamos fazendo não tem modelo. Nós estamos começando. Então, é claro, para aqueles que são pioneiros e esses professores que estão aqui no século 21 são os pioneiros, veem de uma realidade diferente. São imigrantes virtuais, não são nativos virtuais como os seus alunos; é uma tarefa difícil você criar algo novo, mas é essencial. Porque, somente esses, terão condições de fazer uma proposta coesa, uma proposta interessante para que a educação possa acontecer”, afirmou Diego Amaro. O ProDDU foi criado para ser um programa continuo na UNIFENAS, a partir da primeira etapa novas propostas de capacitação serão desenvolvidas, como por exemplo, o processo de avaliação. Como disse a diretora de graduação, o primeiro degrau já foi escalado, e os docentes envolvidos agiram com “brilho no olhar. A gente tem que buscar a expertise externa, mas a gente tem condição e capacitação para construir a nossa expertise. Isto que a gente quer”, concluiu Gerusa Terra.   Metodologias usadas na capacitação: 1ª Peer Instruction (PI): “instrução entre pares”. Entendimento e aplicabilidade de conceitos, utilizando-se a discussão entre os alunos. A metodologia implica leitura prévia, questões pré-aula, exposição em sala de aula e questões conceituais. 2ª Team-based Learning (TBL): “aprendizagem baseada em times”. Entendimento e aplicabilidade de conceitos, utilizando-se a discussão entre os alunos. A metodologia implica formação estratégica de times, verificação da leitura prévia e aplicação de problemas. 3ª Think Pair Share (TPS): “Pensar, Compartilhar, Mostrar”. Entendimento e aplicabilidade de conceitos, utilizando-se a discussão entre os alunos. A metodologia implica verificação de leitura prévia, interação entre alunos, competência comunicativa oral e escrita. 4ª Sala de Aula Invertida e o Modelo de Rotação: os estudantes se preparam previamente para as atividades de sala de aula; em sala, praticam os conceitos aprendidos; em casa, revisam o conteúdo e estendem seu aprendizado. Modelo de rotação: um curso ou uma disciplina em que os estudantes alternam entre modalidades de aprendizagem em um cronograma fixo ou a critério do professor, em que pelo menos uma delas é o ensino on-line. Outras modalidades poderiam incluir atividades como ensino em pequenos grupos ou da classe inteira, projetos de grupo, tutoria individual e tarefas escritas. Os estudantes aprendem principalmente na escola física, exceto por alguma lição de casa. (fonte: pró-reitoria acadêmica)   Legenda: Foto – Galvone Oliveira Foto 1 – “Paulo Freire dizia que a educação tem que ser libertária. E a única forma de promover essa liberdade no aluno é permitir que ele participe do processo educacional. Eu não posso dizer para ele o que pensar, como pensar, esse é um caminho que ele precisa tomar”. (Diego Amaro – professor do Laboratório de Inovação Acadêmica da UNISAL)

DIÁLOGO – Em audiência na Câmara, Rossieli Soares apresenta números e desafios da educação.

  **Matéria publicada no site do MEC Convidado pelos parlamentares membros da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, o ministro da Educação, Rossieli Soares, participou, nesta quarta-feira, 9, de uma audiência pública no Plenário 10, da casa. Durante a reunião, o ministro apresentou números e prestou esclarecimentos sobre os avanços recentes na educação do Brasil e os desafios para os próximos anos. Rossieli Soares ouviu atentamente questionamentos distintos relacionados ao atual andamento de várias ações da pasta e expôs um raio-x baseado em macronúmeros dos investimentos nas políticas educacionais no país, entre o período que ocupou a Secretaria de Educação Básica (SEB) até assumir o comando do ministério, no mês passado. Além de solicitar a colaboração dos parlamentares para avançar em outras iniciativas e destacar investimentos recém-injetados na educação, o ministro pediu prudência e responsabilidade na aplicação dos recursos. “Apenas no custeio das universidades e institutos federais, por exemplo, nós temos investimentos de R$ 16 bilhões. Isso é muito. E se a gente está discutindo mais recursos, também temos que discutir austeridade, aplicação, eficiência do gasto dentro da educação em todo o país – seja na Básica ou na Superior. Isso tem que ser um mantra, especialmente para o gestor da educação”, afirmou. O ministro debateu temas variados da educação e dos projetos atualmente em curso no MEC, como o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o Novo Fies, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), os programas de alfabetização e transporte escolar, a formação profissional de professores e a autonomia universitária, entre outros. Para Rossieli Soares, o debate na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados foi proveitoso porque, em sua análise, lá é o lugar certo para se debater ideias. Sobre os temas abordados, ele aproveitou para falar da evolução na educação nos últimos dois anos. “Tivemos muitos avanços. Avançamos muito nas agendas definidas como prioritárias, como a BNCC; aprovamos a Base do Ensino Fundamental e na Educação Infantil, bem como a versão do Ensino Médio, já alinhada com a outra grande bandeira, que é a Reforma do Ensino Médio; além da alfabetização, a política nacional de formação de professores e a garantia do financeiro, que não existia antes”, explicou. Avaliação – O deputado federal e presidente da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, Danilo Cabral (PSB-PE), avaliou a participação do ministro da Educação como positiva por, segundo com ele, estreitar a relação e aproximar do MEC a comissão. “A audiência atingiu o objetivo que nós nos propusemos de estreitar e buscar um ambiente de diálogo entre a Comissão de Educação e o MEC, na condição de grande condutor da política da educação no Brasil. Eu acho que possibilitou ao ministro ter uma leitura do conjunto de preocupações que a comissão de Educação tem e ele esclareceu todos os pontos que foram abordados”, pontuou. Já o deputado Alex Canziani (PTB-PR), presidente da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados, convidada a participar da audiência pública, elogiou o desempenho do ministro Rossieli Soares. “Ele foi muito claro, trouxe dados preocupantes, mas senti nele muita disposição para enfrentar esses desafios para poder buscar as soluções. E ele, muito aberto, atendeu a todos os deputados, independente de partido, mostrando o compromisso que ele tem com a educação e com o parlamento também”, completou. Além dos parlamentares representantes das comissões de Educação e Fiscalização Financeira e Controle, outra que marcou presença no debate, participaram da audiência pública alguns secretários e diretores do MEC e de autarquias vinculadas à pasta, professores, estudantes de vários níveis de ensino e membros da União Nacional dos Estudantes (UNE). Assessoria de Comunicação Social do MEC   Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=63831

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