ABMES ׀ Governo Bolsonaro quer que faculdades se autorregulem para autorizar cursos
**Matéria publicada no site da ABMES O governo Jair Bolsonaro quer implementar um sistema de autorregulamentação do ensino superior privado. Hoje, o governo lidera um complexo sistema de avaliação de qualidade, supervisão e autorização do funcionamento de cursos superiores no país. De acordo com o secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior, Marco Antônio Barroso Faria, a ideia é reduzir a atuação do MEC (Ministério da Educação) nos processos. “Como liberal que sou, na medida que o setor se autorregular, o estado precisa de intervir menos. Na medida em que os atores participantes desse mercado zelarem pela qualidade do ensino, eu só vou fazer a chancela”, disse Faria. “O pessoal brinca que a Seres [secretaria de Regulação e Supervisão] é o cartório do MEC. Eu não vejo como problema, desde que o cartório esteja trabalhando bem. Eu quero não aparecer, a ideia é essa. Quero, se possível, no final de quatro anos, aumentar a autorregulamentação para que que possa regular menos”, disse. O secretário falou na manhã desta terça-feira (12) a representantes das instituições de ensino particular durante encontro da ABMES (Associação Brasileira Mantenedoras do Ensino Superior), que representa o setor. O secretário não deu detalhes sobre como seria o processo de autorregulamentação. Adiantou, no entanto, que a ação será discutida a longo prazo e com participação de todos os envolvidos. Por várias vezes ele e outros dois integrantes da subpasta do MEC repetiram que ainda estão em processo de transição, para entender as ações. Faria é um dos três ex-alunos do ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, que assumiram pastas importantes. Ele não tem experiência em gestão e é da área da filosofia, com mestrado e doutorado em Ciência da Religião –ambas as pesquisas orientadas pelo ministro. Para funcionarem, os cursos de graduação no país passam por avaliações de qualidade, como o Enade (avaliação federal feita por alunos) e análise da oferta escolar, como infraestrutura. Essas informações são a base para o credenciamento e a renovação de credenciamento de cursos e também das instituições de ensino. Assim, um baixo desempenho pode resultar até mesmo no fechamento do curso ou impedir sua participação no Fies, programa para financiamento estudantil. Todo o processo segue a Lei do Sinaes (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior). De 2.066 faculdades, universidades e centros universitários com indicador de qualidade divulgado em dezembro ano passado (o chamado IGC, Índice Geral de Cursos), apenas 35 tiveram nota máxima (1,6%). Levando em conta, por exemplo, cursos de formação de professores a distância, esse índice é de 0,5%. Os indicadores federais de cursos e instituições, e também dos alunos, são classificados em uma escala de 1 a 5. A maioria das instituições e cursos tem ficado no nível intermediários da avaliação, que é 3. Auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União), do ano passado, mostrou que o sistema de avaliação não tem sido capaz de induzir melhorias consistentes da qualidade dos cursos. O setor de ensino superior privado é um defensor histórico da redução de burocracias para a regulação de cursos e instituições. Além disso, há denúncias de fraudes no sistema por parte de algumas instituições de ensino pelo menos desde 2016. No encontro da ABMES, o secretário Barroso Faria ressaltou que o governo permanece aberto para receber todos os atores do setor, que vai melhorar a transparência das atividades e agilizar os processos de autorização de graduações e funcionamento de instituições. Veja a matéria original
Aplicativo do INEP auxilia avaliação in loco dos cursos de graduação e IES.
Aplicativo do INEP auxilia avaliação in loco dos cursos de graduação e IES. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) é responsável pela avaliação de todos os cursos de graduação e Instituições de Educação Superior. A Avaliação in loco do Inep desloca docentes a instituições de todo o Brasil com o objetivo de verificar a qualidade da Educação Superior brasileira. Desde o final de 2018 o processo ganhou um aliado: o Aplicativo Avaliação in loco. Gratuito, o app está disponível para download nas lojas Google Play e App Store. Por meio da ferramenta, Procuradores Institucionais e integrantes do Banco de Avaliadores do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (BASis) têm acesso facilitado aos instrumentos que orientam a avaliação. São dois instrumentos da Avaliação Institucional (Credenciamento e Recredenciamento) e dois instrumentos da Avaliação de Curso (Autorização e Reconhecimento). O aplicativo lista todos os indicadores avaliados e permite fazer anotações sobre cada um durante as visitas às IES. As anotações auxiliam o avaliador na preparação do relatório de avaliação, posteriormente. O app também pode auxiliar o trabalho dos próprios servidores do Inep e dos membros da Comissão Técnica de Acompanhamento da Avaliação (CTAA). Outra funcionalidade é um Glossário da área e orientações para a visita. Conheça os atos de avaliação in loco AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Credenciamento – ato de entrada no sistema nacional de avaliação de IES que desejam ofertar educação superior. Recredenciamento – ato de permanência no sistema nacional de avaliação em que uma IES precisa se submeter para continuar tendo o direito de ofertar a educação superior. AVALIAÇÃO DE CURSO Autorização – pedido formal para oferta de um curso de graduação por uma IES que não tem autonomia para normatizar seus próprios cursos. Reconhecimento – ato obrigatório que toda IES do sistema federal de ensino precisa pedir para legalizar os diplomas de seus cursos de graduação ou para renovar o reconhecimento do curso de graduação. Assessoria de Comunicação Social do INEP Saiba mais em: http://portal.inep.gov.br/artigo/-/asset_publisher/B4AQV9zFY7Bv/content/id/6383188
MEC realiza mudanças para aprimorar processo de educação
** Matéria publicada no site do MEC Um decreto publicado no Diário Oficial da União, em 2 de janeiro, determinou mudanças na estrutura e função de algumas secretarias do Ministério da Educação. Entre elas, estão as trocas de diretorias ligadas à Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi), que passou a se chamar Secretaria de Modalidades Especializadas de Educação (Semesp). A Secadi cuidava da Educação de Jovens e Adultos (EJA), da alfabetização continuada e modalidades especializadas em educação ligadas à questão indígena, quilombola, do campo e de educação especial. Com as mudanças, a partir do decreto, as atribuições das diretorias da Secadi foram direcionadas para a recém-criada Semesp e para a Secretaria de Educação Básica (SEB). A EJA também passou a ser de responsabilidade da SEB, porque era o elemento de um processo de aceleração de educação de jovens e adultos. A EJA era uma modalidade coordenada pela Secadi, com a colaboração da SEB, mas hoje é conduzida apenas pela Secretaria de Educação Básica. A mudança para a SEB foi feita porque a secretaria tem os conteúdos e o material para coordenar melhor que a própria Secadi e já domina os fluxos de ensino fundamental e médio. Isso torna a modalidade mais eficaz. Também por determinação do decreto, a atenção com a educação continuada, que era atribuição da desmembrada Secadi, passou para a nova Secretaria de Alfabetização (Sealf). Uma das políticas públicas pedidas pelo presidente Jair Bolsonaro, quando convidou o ministro Ricardo Vélez Rodríguez, foi o investimento maciço na educação básica. Da antiga Secadi, a Semesp herdou a educação no campo, dos quilombolas, indígena e especial. O nome Secretaria de Modalidades Especializadas de Educação foi apoiado na Lei de Diretrizes, base da educação brasileira, que chama a forma de ensino de modalidades especializadas. A Semesp possui agora as diretorias de educação especial, de surdos e bilíngue, e a de modalidades especializadas em educação. A diretoria ligada a Direitos Humanos, da antiga Secadi, foi absorvida pela diretoria de educação especial dentro da Semesp. Assessoria de Comunicação Social do MEC Saiba mais: https://bit.ly/2GES1VX
ABMES ׀ SERES/MEC: Gestão será pautada pela parceria com o setor particular
**Matéria publicada no site da ABMES O secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação (Seres/MEC), Marco Antônio Barroso Faria, afirmou na manhã de ontem (12), durante seminário realizado na sede da ABMES, em Brasília/DF, que a parceria será a marca desta gestão. Ele garantiu que a secretaria estará sempre de portas abertas às mantenedoras, bem como irá investir cada vez mais em transparência. “Na medida que pudermos, vamos implementar protocolos que agilizem os processos e tragam cada vez mais transparência”. Parceria, aliás, foi uma lembrança constante nas falas dos representantes do MEC presentes ao seminário. “Vamos atuar em parceria com as demais diretorias do Ministério com o objetivo de diminuir o número de processos e também atuar de forma preventiva em relação às irregularidades e deficiências na educação superior. Para isso, é preciso planejar e concretizar ações dentro da diretoria e trazer o setor como parceiro”, afirmou a diretora de Supervisão da Educação Superior, Leililene Antunes Soares. Já o diretor de Regulação da Educação Superior, Marco Aurélio de Oliveira, ressaltou o compromisso da atual gestão em fazer parte da solução e não do problema. “Os senhores e as senhoras podem ter certeza de que no momento certo vamos convoca-los para que nos auxiliem em questões maiores, que envolvam o país como um todo. Nossa ideia não é fazer remendos, é atacar a raiz do problema. E, para isso, são necessárias discussões sérias e trabalho árduo, mas no final teremos um resultado muito bom para a sociedade como um todo”. Ele também destacou o trabalho que será desenvolvido no sentido de zerar o estoque de processos pendentes no âmbito da secretaria. “Pegamos muitos processos represados e isso, se não for por decisão judicial, é inadmissível. Estamos atacando esse problema de imediato. O ideal é que até o final do ano não tenhamos que trabalhar com nenhum processo anterior a 2018. Ficarão para trás somente os que foram judicializados”. Linha governamental Ao falar sobre a relevância das instituições particulares de educação superior para o contexto educacional brasileiro, o secretário Marco Antônio Barroso Faria fez questão de enfatizar a ideologia política da atual gestão. “Estamos em um governo liberal-conservador, portanto, para nós, o ensino privado é algo natural e necessário. As instituições particulares de educação superior chegam, muitas vezes, onde o Estado não chega. Então, fiquem tranquilos que a visão não é de rivalidade, mas de parceria”. A fala agradou ao diretor presidente da ABMES, Janguiê Diniz, para quem esse posicionamento é de extrema relevância. “Essa sempre foi a nossa visão e ficamos muito satisfeitos em saber que a secretaria seguirá nessa linha de trabalharmos juntos e jamais com rivalidade”. Saiba mais em: https://abmes.org.br/noticias/detalhe/3202/seres-mec-gestao-sera-pautada-pela-parceria-com-o-setor-particular#
#DiárioOficial | CFM regulamenta serviço telemedicina

RESOLUÇÃO N° 2.227, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2018 – Define e disciplina a telemedicina como forma de prestação de serviços médicos mediados por tecnologias. Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/62181135
Fim de semana de formaturas no Unilavras
No último sábado, dia 2 de fevereiro, familiares e amigos prestigiaram três sessões solenes de Colação de Grau de sete cursos do Centro Universitário de Lavras – Unilavras. Um momento especial na vida dos estudantes, que receberam seus certificados e lançam-se, agora, para o mercado de trabalho. Receberam o diploma formandos dos cursos de Odontologia, Enfermagem, Fisioterapia, Psicologia Administração, Engenharia de Produção e Gestão Comercial. As cerimônias foram presididas pela reitora, professora Christiane Amaral Lunkes Argenta, acompanhada do presidente da Fundação Educacional de Lavras, João Antônio Argenta e demais autoridades do Unilavras, autoridades civis da região, além de paraninfos, professores e técnicos-administrativos homenageados. A Reitora abriu as sessões solenes com uma mensagem aos formandos. “Diante de todo os últimos acontecimentos no nosso Estado temos de pensar muito como profissionais em nosso lado humano”. Mais uma vez os formandos puderam, por um breve instante, acenar e agradecer aos pais pelo apoio durante toda essa trajetória. Alegria, harmonia e muita emoção foram a tônica das sessões, que lotaram o auditório do campus. A comunidade acadêmica do Unilavras parabeniza todos os formandos e seus familiares. Desejamos muito sucesso nessa nova etapa de suas vidas! No próximo sábado, dia 9 de fevereiro, a partir das 10h serão realizadas as colações de grau dos cursos de Direito, Arquitetura e Engenharia Civil.
INEP disponibiliza Calendário de Reuniões CTAA/INEP para 2019
Acessar aqui o Calendário para 2019
Nova gestão do INEP discute Programa de Modernização do Instituto
**Matéria publicada no site do INEP As propostas e a metodologia do Programa de Modernização do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) foram apresentadas nesta quarta-feira, 30 de janeiro, na sede da autarquia, em Brasília (DF), para os diretores e coordenadores. O presidente do Inep, Marcus Vinícius Rodrigues, apresentou seis programas com foco em ações estratégicas, operacionais, comportamentais e estruturais. O objetivo do Programa de Modernização é garantir que o novo modelo de transformação organizacional apresentado seja implantado de forma conjunta entre os especialistas e gestores do Inep. A base será a formação, o compartilhamento de tecnologias e de conhecimentos. O presidente do Inep também anunciou a criação de três assessorias especiais para atender ao novo modelo de gestão: uma para a Educação Básica, outra para a Educação Superior e uma terceira para a Modernização Institucional. As mudanças começam a ser implantadas nos próximos dias. Etapas do Programa – Os primeiros trabalhos a serem desenvolvidos estão divididos em seis etapas: criação do modelo de Gestão Estratégica no Inep; criação de um Escritório de Projetos; criação de Programas de Liderança e Gestão de Pessoas; concepção do Modelo Inep de Governança Corporativa e Compliance; criação de Metodologia de Formação de Preços para o Instituto, e a Introdução do Pensamento Lean (filosofia de gestão inspirada em práticas e resultados do Sistema Toyota). Cada um desses programas terá um facilitador, um supervisor e um líder. Para isso, será necessária a participação efetiva de todos os servidores e colaboradores do Inep. Em uma segunda etapa, os diretores terão que apresentar um projeto técnico com os cronogramas para a implementação dos seguintes programas: Realinhamento Estrutural e Conceitual da Educação Básica; Realinhamento Estrutural e Conceitual da Educação Superior; Programa para Atualização e Contextualização de Estatísticas Educacionais; Programa para Otimização dos Recursos Logísticos e Redução de Custos dos Servidores do Inep; e o Programa para Análise e Definição de Novos Procedimentos nas Relações com os Órgãos de Controle. A proposta é que a partir de fevereiro, com base nos cronogramas apresentados, o trabalho de implementação seja iniciado em todos os setores do Inep. Equipes de Consultores – Além da equipe de gestão do Inep, o programa de modernização conta com a experiência profissional de uma equipe de consultores. Luiz Carlos Becker Jr., especialista em Liderança, grupos de trabalho, cultura organizacional, gestão estratégica, desenvolvimento de equipes, e modelos de gestão e planejamento,estará à frente do Planejamento Estratégico e Visão de Futuro do Inep. Norberto Almeida, PhD em Business Administration pela Florida Christian University e mestre em Sistemas de Gestão, será responsável pela criação da Visão Estratégica do Escritório de Projetos. Maria Leonor Galante Delmas, pós-doutora em Gestão de Pessoas, doutora em Psicologia Organizacional e mestre em Educação, apresentará as mudanças necessárias para o Núcleo de Liderança e Gestão de Pessoas do Inep. A atuação desses profissionais tem como objetivo apresentar diagnósticos sobre as mudanças necessárias para a implantação do novo Plano de Gestão do Instituto. O programa de modernização do Inep segue o método de Operacionalização das Oficinas de Tecnologia de Gestão (OTG) que tem se mostrado eficaz em identificar, entender e solucionar os principais gargalos de organizações públicas e privadas. A proposta dessa metodologia é identificar as principais necessidades do Instituto para que, através da participação de todos os gestores e especialistas envolvidos, seja elaborado um diagnóstico para a implementação das inovações necessárias. A ação será dividida em cinco etapas: analisar a situação atual do Instituto; capacitar os gestores e os colaboradores; buscar soluções para os problemas identificados; definir soluções e apresentar as novas propostas. Assessoria de Comunicação Social do INEP http://portal.inep.gov.br/artigo/-/asset_publisher/B4AQV9zFY7Bv/content/id/6382082
#DiárioOficial | Calendário anual de abertura do protocolo de ingresso de processos no e-MEC 2019 é alterado

– PORTARIA Nº 30, DE 31 DE JANEIRO DE 2019 – Altera a Portaria nº 12, de 11 de janeiro de 2019, que estabelece o calendário anual de abertura do protocolo de ingresso de processos regulatórios no Sistema e-MEC em 2019. Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=01/02/2019&jornal=515&pagina=34&totalArquivos=113
Com oferta recorde, ProUni abre inscrições para 243.888 bolsas no ensino superior.
**Matéria publicada no site do MEC Estão abertas, a partir desta quinta-feira, 31, as inscrições para o Programa Universidade para Todos (ProUni), referente à primeira edição de 2019. Os estudantes que sonham em ingressar no ensino superior por meio do programa têm até as 23h59 do dia 3 de fevereiro, seguindo o horário oficial de Brasília, para tentar uma das bolsas disponíveis. O resultado da primeira chamada será divulgado no próximo dia 6. O cronograma de atividades está disponível na página do Prouni na internet. Nesta edição, estão sendo ofertadas 243.888 bolsas, sendo 116.813 integrais e 127.075 parciais, distribuídas em 1.239 instituições de educação superior de todo o Brasil. Esta é a maior oferta de bolsas da história do ProUni, desde sua criação, em 2005. As bolsas ofertadas nesta edição estão disponíveis para consulta no site do programa e os candidatos podem fazer a pesquisa por curso, instituição ou município. Para se candidatar, o estudante deve informar o número de inscrição no Enem de 2018 e a senha mais recente usada no exame. No momento da inscrição, o candidato faz, em ordem de preferência, até duas opções de instituição, curso e turno dentre as bolsas disponíveis, de acordo com seu perfil. O candidato com deficiência ou que se autodeclarar indígena, preto ou pardo pode optar por concorrer a bolsas destinadas a políticas de ações afirmativas. Podem participar do processo seletivo do ProUni estudantes brasileiros que não possuam diploma de curso superior e tenham participado da edição de 2018 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), tendo obtido, no mínimo, 450 pontos na média das notas do exame e nota superior a zero na redação. Os outros requisitos para tentar uma das bolsas são: ter cursado o ensino médio completo em escola da rede pública ou da rede particular, na condição de bolsista integral da própria escola; ser pessoa com deficiência; ou ser professor da rede pública de ensino, no efetivo exercício do magistério da educação básica, integrante de quadro de pessoal permanente de instituição pública e concorrer a bolsas exclusivamente nos cursos de licenciatura. Neste último caso, não é necessário comprovar renda. Para concorrer às bolsas integrais, o candidato deve comprovar renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até um salário mínimo e meio. Já para as bolsas parciais (50%), a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários mínimos por pessoa. Programa – O ProUni tem como finalidade a concessão de bolsas de estudo integrais e parciais em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, em instituições de educação superior privadas. O programa conta com um sistema de seleção informatizado e impessoal, que confere transparência e segurança ao processo. O ProUni já atendeu mais de 2,47 milhões de estudantes, sendo 69% com bolsas integrais. Acesse a página do ProUni Assessoria de Comunicação Social do MEC Para ler a matéria na integra favor acessar: http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=73011