FNESP COMPLETA 20 ANOS EM 2018

Considerado o maior evento do ensino superior privado do Brasil, o Fórum Nacional do Ensino Superior Particular (Fnesp) é realizado pelo Semesp desde 1999 para discutir os desafios e o empreendedorismo das instituições educacionais particulares. No ano em que completa 20 anos, o Fnesp, que acontecerá nos dias 27 e 28 de setembro, traz uma abordagem totalmente voltada à Indústria 4.0, e quer apontar caminhos para que os líderes das IES possam elaborar projetos que permitam a sintonia das instituições com as mudanças que estão por vir. Ao longo desses 20 anos, o Fnesp reuniu 527 palestrantes, teve a presença de mais de 7.900 participantes e debateu 244 diferentes temas, que contribuíram para a transformação e regulamentação do setor. Por que Indústria 4.0 O Semesp acredita que os líderes das IES precisam compreender os princípios das mudanças que estão por vir. Por esse motivo, quer provocar a reflexão sobre o impacto da Indústria 4.0 na organização e na dinâmica das instituições e apontar possibilidades de projetos que as insiram no século 21. SERVIÇO 20º Fnesp Data: 27 e 28 de Setembro de 2018 Local: World Trade Center de São Paulo Av. das Nações Unidas, 12551 – Cidade Monções, São Paulo – SP, 04533-085 ASSOCIADOS AFEESMIG TEM 10% DE DESCONTO NO VALOR DA INSCRIÇÃO! Aproveite! Para saber mais acesse: http://www.semesp.org.br/fnesp/inscricoes/ *Matéria extraída do site FNESP
#DiárioOficial | CNE – Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de Ciências Aeronáuticas.
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR – RESOLUÇÃO Nº 3, DE 12 DE JULHO DE 2018 – Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de graduação em Ciências Aeronáuticas, bacharelado, e dá outras providências. Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=20/07/2018&jornal=515&pagina=18&totalArquivos=162
#DiárioOficial | CNE – Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de Oceanografia.
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR – RESOLUÇÃO Nº 2, DE 12 DE JULHO DE 2018- Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Oceanografia, bacharelado, e dá outras providências. Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=20/07/2018&jornal=515&pagina=18&totalArquivos=162
Inep divulga nome dos novos avaliadores do BASis
**Matéria publicada no site do INEP A relação dos avaliadores selecionados e capacitados para o Banco de Avaliadores do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (BASis) foi publicada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira, 16 de julho. Para o credenciamento, todos os avaliadores foram capacitados no Instrumento de Avaliação Institucional Externa do Sinaes. Os nomes dos novos avaliadores também já foram homologados pela Comissão Técnica de Acompanhamento da Avaliação (CTAA) em sua 130ª Reunião Ordinária, realizada em 6 de julho. BASis – O Banco de Avaliadores do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (BASis) é um cadastro nacional e único de avaliadores selecionados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para realizarem as avaliações in loco nas Instituições de Educação Superior (IES). O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) é formado por três componentes principais: a avaliação das instituições, dos cursos e do desempenho dos estudantes. Os principais objetivos da avaliação envolvem melhorar o mérito e o valor das instituições, áreas, cursos e programas, nas dimensões de ensino, pesquisa, extensão, gestão e formação; melhorar a qualidade da educação superior e orientar a expansão da oferta, além de promover a responsabilidade social das IES, respeitando a identidade institucional e a autonomia de cada organização. Clique aqui para acessar a relação de avaliadores do BASis
MEC divulga resultado da segunda chamada do ProUni
** Por Agência Brasil. Estudantes têm até o próximo dia 23 para apresentar nas instituições de ensino os documentos que comprovem as informações prestadas no momento da inscrição. Brasília – Os estudantes já podem conferir o resultado da segunda chamada do Programa Universidade para Todos (ProUni), na internet. A lista com os candidatos pré-selecionados nesta chamada do segundo semestre de 2018 foi divulgada nesta segunda-feira. Os estudantes têm até o próximo dia 23 para apresentar nas instituições de ensino os documentos que comprovem as informações prestadas no momento da inscrição. A pré-seleção assegura ao candidato apenas a expectativa de direito à bolsa. Aquele que estiver na lista deverá ainda ir à instituição de ensino para comprovar as informações. A lista com a documentação necessária está na página do ProUni. O candidato deve verificar, na instituição, os horários e o local de comparecimento para a aferição das informações. A perda do prazo ou a não comprovação das informações implicará, automaticamente, na reprovação do candidato. Quem não foi selecionado em nenhuma das chamadas pode aderir à lista de espera nos dias 30 e 31 de julho, na página do ProUni, na internet. A lista de espera será divulgada no dia 2 de agosto. O ProUni oferece bolsas de estudo em instituições privadas de ensino superior. Ao todo, neste processo seletivo, serão ofertadas 174.289 bolsas, sendo 68.884 integrais e 105.405 parciais, em 1.460 instituições.
Inscrições para o Fies já estão abertas, até dia 22/07, com oferta de 155 mil vagas.
Os alunos interessados em participar do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) no segundo semestre de 2018 já podem concorrer a uma vaga. Desde a zero hora desta segunda-feira, 16, o sistema de inscrições do programa está liberado. Estão sendo ofertadas 155 mil vagas, sendo 50 mil com juro zero. O prazo para inscrição acaba no domingo, 22. Para se inscrever é preciso acessar a página do Fies Seleção na internet. O Novo Fies é um modelo de financiamento estudantil que divide o programa em diferentes modalidades, oferecendo condições a quem mais precisa e uma escala de financiamentos que varia conforme a renda familiar do candidato. Pode concorrer quem tenha feito uma das edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010, com média igual ou superior a 450 pontos e nota acima de zero na redação. A modalidade juro zero é destinada aos candidatos com renda mensal familiar per capita de até três salários mínimos. Nesse caso, o financiamento mínimo é de 50% do curso, enquanto o limite máximo semestral é de R$ 42 mil. As outras duas modalidades, chamadas de P-Fies, destinam-se a estudantes com renda familiar de até cinco salários mínimos. Para atender a essa parcela de candidatos, o P-Fies opera com recursos dos Fundos Constitucionais e dos Agentes Operadores de Crédito. Poderão ser financiados os cursos de graduação com conceito maior ou igual a três no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) ofertados pelas instituições de ensino superior participantes do Fies. Também poderão participar do programa os cursos que, ainda não avaliados pelo Sinaes, estejam autorizados para funcionamento pelo cadastro do Ministério da Educação. Durante o curso, o estudante deve ter aproveitamento acadêmico para permanecer com o financiamento. O resultado da seleção será publicado em 27 de julho, em chamada única. Os candidatos pré-selecionados na modalidade que exige comprovação de renda per capita mensal familiar de até três salários mínimos deverão complementar as informações da inscrição no período de 27 a 31 de julho e, posteriormente, efetivar a contratação do financiamento. Obtenha mais informações no hotsite do programa Confira o edital do Fies para o segundo semestre Acesse a página do Fies Seleção Assessoria de Comunicação Social do MEC ** Matéria publicada no site do MEC
Marketing educacional, a sua instituição está agindo estrategicamente?

Muito se fala sobre a importância do marketing educacional no processo de captação para as instituições de ensino, principalmente em um país como o nosso, onde o cenário é completamente instável e competitivo. Vemos os gestores de colégios e IES engajados, traçando metas e ações nem sempre tão eficazes, a fim de conseguirem um único objetivo: conseguir manter seus alunos e alcançar o maior número de matrículas. O caminho é mais longo, mais estratégico. O marketing educacional é de extrema importância para as instituições, seja no processo de atração ou retenção de alunos. Números satisfatórios podem ser alcançados desde que se tenha planejamento e disposição para investir em ferramentas que nem sempre trazem resultados imediatos, porém duradouros. É preciso pensar em valor, interesse, fidelização! Com o objetivo de auxiliar os gestores de escolas e IES nesta jornada, a HUMUS realizará no dia 23 de agosto, a 5ª edição do “Fórum de captação e permanência de alunos”, o evento ocorrerá em São Paulo/ SP, e trará profissionais que são referências no mercado da educação, como: Hélio Athia Jr, AGM Consultoria; Letícia Rodrigues – Resultados Digitais; Rafael Villas Bôas, Agência Fess’Kobbi; e muitos outros. A grande novidade é que você terá a oportunidade de complementar seus conhecimentos, pois após o encerramento do Fórum de Captação e Permanência de Alunos, acontecerá o Workshop Express: estruturando uma Alumni – DIY, ministrado por Eduardo Mesquita, pioneiro na introdução do conceito de ALUMNI no Brasil. E, para fechar com chave de ouro, no dia 24 de agosto é a vez do Workshop: atração & vendas de matrículas, que contará com a participação do Especialista em Estratégia e Diretor da ViSAR Management & Consulting, Mekler Nunes. A AFEESMIG apoia estes eventos e seus associados possuem DESCONTOS ESPECIAIS: 10% de desconto para 1 atividade – 15% de desconto para 2 atividades – 20% de desconto para 3 atividades Aqueles que fizerem suas inscrições até 15 de agosto poderão aproveitar os valores especiais oferecidos pela HUMUS. Inscreva-se já! Para mais informações e inscrições, acesse o site www.humus.com.br ou entre em contato: 11 5535.1397 | humus@humus.com.br
CNE | Conselho adia prazo para adaptar cursos de formação de professor
Regra previa aumentar de 3 para 4 anos duração de licenciaturas; escolas terão mais um ano para fazer as mudanças. Matéria publicada no site do ESTADÃO SÃO PAULO – As mudanças nos cursos de ensino superior que formam professores no País foram adiadas mais uma vez, nesta terça-feira, 3, por decisão do Conselho Nacional de Educação (CNE). A pedido do Ministério da Educação (MEC), o órgão aprovou a prorrogação do cumprimento de uma nova regra que aumenta de três para quatro anos a duração das licenciaturas. Agora, as instituições têm mais um ano para se adaptarem. A norma é de 2015 e essa foi a segunda vez que o prazo foi prorrogado. + Proposta para o ensino médio divide conselho Segundo dados do MEC, apenas 23% dos cursos de licenciaturas em universidades federais já finalizaram as mudanças em seus currículos. Outros 42% ainda estão discutindo e o restante está em fase inicial de elaboração do projeto. Só 47 das 63 federais responderam à pesquisa feita pelo governo. Em nota, o ministériodisse que pediu a prorrogação do prazo porque os cursos precisam de tempo para se adaptar à Base Nacional Comum Curricular, aprovada no fim de 2017. Esse documento, pela primeira vez no País, prevê os objetivos de aprendizagem para todos os anos da educação infantil e fundamental. A base para o ensino médio ainda está em discussão. Além da duração do curso, a resolução aumenta as horas de estágio obrigatório de 300 para 400 horas e pede foco em disciplinas práticas. Tanto os dirigentes das universidades federais quanto das privadas haviam defendido prorrogar o prazo. O argumento seria os maiores gastos para as instituições, principalmente com a contratação de novos professores. “Nas particulares, o aumento de custo vai ser exorbitante e pode ficar inviável para a população menos favorecida”, disse o conselheiro Antonio Carbonari Netto, que foi fundador da Anhanguera Educacional, grupo vendido para a Kroton. Ele se posicionou a favor da prorrogação do prazo. Foram 7 votos contrários e 11 favoráveis. A nova norma pede que as licenciaturas aumentem de 2,8 mil para 3,2 mil horas sua carga horária. Outros cursos superiores, como Medicina Veterinária e Enfermagem por exemplo, exigem 4 mil horas. Para a professora de Educação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Márcia Ângela da Silva Aguiar, a resolução representa um esforço coletivo de anos. “Já teve uma prorrogação, fazer isso de novo significa ser contrário a que se tenha qualquer possibilidade de melhora na formação de professores no País.” Segundo ela, que vou contra, isso pode também desanimar instituições que já começaram a implementar mudanças em seus currículos. “Sucessivos adiamentos sinalizam que é melhor não fazer nada porque essa lei não vai pegar. Perde a educação”, complementou outro conselheiro, Cesar Callegari, que também votou contra. Pesquisas mostram que os cursos de formação docente no País se dedicam muito mais aos fundamentos teóricos do que nos países com bom desempenho educacional, onde há estágios longos e bem supervisionados. No Brasil, o treinamento raramente é bem feito e falta acompanhamento de profissionais experientes. Entre os matriculados na área de Educação em 2016, cerca de 800 mil eram de cursos presenciais e 640 mil, a distância. A modalidade não presencial é considerada precária por parte dos especialistas. Base Eduardo Deschamps é o novo presidente da comissão que discute a base curricular do ensino médio no CNE. Callegari deixou o cargo nesta segunda-feira, 2, após defender a devolução da proposta ao MEC, por “defeitos insanáveis”. A proposta de enviar a base de volta para a pasta será discutida em agosto. A expectativa do ministério era aprovar o texto até dezembro. Para ler a matéria na integra, favor cessar: https://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,conselho-adia-prazo-para-adaptar-cursos-de-formacao-de-professor,70002385099
Metade dos calouros na faculdade em 2010 trocaram de turma, de instituição ou abandonaram o curso.
* Matéria publicada no site G1 Só 44% dos estudantes tiveram uma trajetória ‘sem percalços’ no período, segundo acompanhamento feito pelo Inep; entre as desistências, 84,4% eram de alunos matriculados em instituições privadas. Quase 56% dos alunos que entraram na faculdade em 2010 não se formaram com os colegas do curso de graduação no qual se matricularam. Abandonos ou trocas de instituição de ensino justificam os percentuais apontados nos dados inéditos do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que acompanhou a trajetória dos universitários entre 2010 e 2015 com base no Censo da Educação Superior. O percentual é equivalente a 1.392.586 estudantes. O estudo não aponta exatamente quantos deles, além de abandonarem o curso, também deixaram o sonho de se formar em uma faculdade. As desistências podem estar relacionadas a mudanças de universidade, de curso e até de turno em relação à matrícula feita em 2010. Especialistas ouvidos pelo G1 dizem que o índice é alto e apontam como causas do abandono a educação básica pública deficitária, que não habilita o aluno recém-saído do ensino médio para a universidade; a crise financeira pelo qual atravessa o país; o fato de o estudante ter de escolher a carreira muito jovem e a falta de atratividade dos modelos de ensino. Em 2010, esses alunos ingressaram em 24.603 cursos de 2.209 instituições de ensino superior. Entre as desistências, 84,4% eram de alunos matriculados em instituições privadas (o equivalente a 1.161.836 pessoas) e 16,6% em públicas, o que representa, em números absolutos, 230.750 pessoas. Para continuar lendo, favor acessar: https://g1.globo.com/educacao/noticia/metade-dos-calouros-na-faculdade-em-2010-trocaram-de-turma-de-instituicao-ou-abandonaram-o-curso.ghtml
Educação EAD cresce 133% em mais de um ano após atualização de legislação
*Matéria publicada no site Jornal Estado de Minas Há pouco mais de um ano de expedição do Decreto Nº 9.057, de 25 de maio de 2017, norma que atualizou a legislação sobre a regulamentação do ensino a distância no Brasil, houve crescimento de 133% dos polos EAD no país. Antes, eles eram 6.583 e passaram a ser 15.394 de acordo com o Ministério da Educação (MEC). Dados mais recentes do Censo da Educação Superior, coletados em 2016 e publicados no segundo semestre de 2017, também apontam que mais de 18% das matrículas no ensino superior são em cursos a distância, alcançando a marca de 1.494.418 em 2016. Em 2006, o percentual de participação da modalidade era de apenas 4,2% do total de matrículas. Apesar de o número absoluto de estudantes ingressantes em cursos de graduação presencial (2.142.463) ainda ser superior ao da educação a distância (843.181), o número de matrículas variou positivamente em 297,3% nos cursos a distância entre 2006 e 2016. Ainda de acordo com o Censo, o estudante típico da modalidade é do sexo feminino, estuda algum curso de licenciatura na rede privada e tem, em média, 27 anos. É o caso da estudante de Pedagogia Núbia Lima da Conceição, de 34 anos. “É vantajoso fazer um curso EAD porque a gente organiza os nossos dias e horários de estudo. Fica mais fácil, ainda mais prático para quem concilia trabalho”, destaca. Estudo e trabalho, inclusive, é um binômio constante na vida da estudante por já atua na área, em uma escola da educação básica. A meta principal, portanto, é adquirir a graduação e continuar exercendo a vocação. “Para ser professora é preciso conhecer sobre práticas pedagógicas, de ensino e de metodologia. E eu gosto de estar na sala de aula. Para mim, é o mais atrativo da profissão”, afirma a estudante. Segundo o Decreto, “as atividades presenciais, como tutorias, avaliações, estágios, práticas profissionais e de laboratório e defesa de trabalhos, previstas nos projetos pedagógicos ou de desenvolvimento da instituição de ensino e do curso, serão realizadas na sede da instituição de ensino, nos polos de educação a distância ou em ambiente profissional, conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais”. Os polos são unidades descentralizadas da instituição onde são desenvolvidas atividades presenciais que podem estar localizadas no Brasil ou no exterior. Diante dos números que refletem o crescimento da educação EAD, há ampliação dos investimentos em docentes e também na estrutura das Instituições de Ensino Superior (IES): biblioteca, laboratórios e espaço para provas presenciais estão entre os critérios. Com isso, houve ampliação das possibilidades de formação para os alunos que moram longe dos grandes centros urbanos tal como Jader Caetano Barbosa Júnior, graduando em Engenharia Ambiental. “Na minha cidade não existe curso presencial e eu queria fazer faculdade aqui. Por isso, optei por começar um curso de graduação a distância”, explica o estudante que mora em Brasilândia de Minas. Flexibilidade e custo da mensalidade Mesmo com preços mais acessíveis se comparados a um curso presencial, a graduação ou pós-graduação a distância dispõe de condições de pagamento mais vantajosas em relação à modalidade presencial. “Busquei um curso EAD porque o custo é mais em conta. Não precisar estar em um lugar específico para estudar é outra vantagem da modalidade”, avalia Núbia, que cursa a graduação com bolsa de estudo do Educa Mais Brasil. Além do custo da mensalidade, a flexibilidade de horário está entre os principais fatores que levam os estudantes a buscar a modalidade de ensino a distância. Para ler a matéria na integra, favor acessar: https://www.em.com.br/app/noticia/especiais/educacao/2018/07/12/internas_educacao,972964/educacao-ead-cresce-133-em-mais-de-um-ano-apos-atualizacao-de-legisla.shtml