Congresso Internacional do Grupo Unis: Abertas as inscrições para submissão de artigos

O Grupo Unis já está se movimentando para o V Congresso Internacional que acontece entre os dias 22 e 27 de abril. Palestras, workshops, mesas redondas são algumas das atividades que estão sendo preparadas. E para quem quer aproveitar a oportunidade para se aprofundar na área científica, já estão liberadas as submissões de artigos. Neste ano, o evento abriga também o I Seminário Interinstitucional de Mestrado e Doutorado, que contará com a participação de todo o corpo discente e docente do Mestrado em Gestão e Desenvolvimento Regional. Neste ano, será possível submeter artigos para 3 modalidades: Oral Presencial, Banner Presencial e Oral a Distância, onde o participante envia o link de sua apresentação gravada no Youtube. “A cada ano o evento aumenta em participações internas e externas, cumprindo com seu objetivo de contribuir para a discussão de temas e avanços no conhecimento. No ano passado foram 275 submissões e 181 trabalhos aprovados e este ano queremos movimentar ainda mais”, explica um dos coordenadores do Congresso, Prof. Me. Fabrício Peloso Piurcosky. Para saber mais detalhes sobre a submissão de artigos no V Congresso Internacional do Grupo Unis, clique aqui.   Sobre o Congresso Internacional do Grupo Unis O Mundo em Disrupção. Este é o tema do Congresso Internacional do Grupo Unis, que em sua quinta edição propõe uma reflexão sobre as mudanças no modo de viver e trabalhar da nova economia. Disrupção significa a quebra ou descontinuação de um processo já estabelecido, e representa o surgimento de uma nova economia que cada vez mais vai “quebrar” o modo de viver e trabalhar que estávamos acostumados. Esse tema assume a responsabilidade de trazer as mudanças que estão acontecendo no mundo para a comunidade acadêmica.

#DiárioOficial | MEC renova reconhecimento de cursos de graduação.

SECRETARIA DE REGULAÇÃO E SUPERVISÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR   – PORTARIAS nºs 85 a 88/2019 – Fica renovado o reconhecimento dos cursos superiores de graduação constantes da tabela do Anexo desta Portaria.   Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=21/02/2019&jornal=515&pagina=58&totalArquivos=101

Reunião da Diretoria Executiva em Belo Horizonte

Aconteceu na manhã de hoje (21), a reunião da Diretoria Executiva da AFEESMIG, na sede da Federação Mineira de Fundações e Associações de Direito Privado – FUNDAMIG em Belo Horizonte – MG. Na pauta assuntos de interesse das filiadas!     O encontro começou às 10 horas e estavam presentes os seguintes Diretores:   – Presidência: Professor Erwin Rolf Mádisson Júnior, Presidente da Fundação de Ensino e Pesquisa de Itajubá – FEPI; – Vice-Presidente: Dr. Guilherme Valle de Souza; representando a Fundação de Ensino e Pesquisa do Sul de Minas – FEPESMIG; – Secretário: Professor Marco Antonio de Sousa Leão, Presidente da Fundação Educacional de Formiga – FUOM; – Financeiro: Professor João Antônio Argenta, Presidente da Fundação Educacional de Lavras – FELA; – Administrativo: Professor Milton Roberto de Castro Teixeira, Diretor Geral da Fundação Educacional de Patos de Minas – FEPAM; – Relações Públicas: Professora Maria José de Jesus Firmino, Presidente da Fundação Educacional de Oliveira – FEOL; e – Diretor Institucional: Dr. Nelton José Araújo Ferreira, Diretor da Fundação Presidente Antônio Carlos – FUPAC.  

EAD – Credenciamento de instituições será revisado e aprimorado

**Matéria publicada no site do MEC O Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Regulação e Supervisão Superior (Seres), identificou a necessidade de revisar os processos de credenciamento de novos polos de apoio presencial para cursos de Educação a Distância (EaD). A preocupação se dá pelo expressivo crescimento do setor, que em apenas dois anos aumentou mais de 120%. Entre janeiro de 2010 e junho de 2017, foram credenciados pelo MEC cerca de 9.900 polos de apoio a cursos da modalidade EaD – crescimento este objetivado pelo Decreto 9.394, de 1996. Outro Decreto, de 2017 (9.057), além da portaria normativa nº 11, do mesmo ano, também tinham como missão ampliar a oferta de ensino superior no país, porém, o crescimento foi desproporcional. Os dois novos incentivos renderam o credenciamento de mais de 15 mil novas unidades. Levando em conta que dos 9.900 polos, criados num prazo de sete anos, pouco mais de 6.800 permanecem ativos, o crescimento do número de polos apenas em 2017 e 2018 foi quase de 80%. O levantamento, feito em janeiro deste ano, levou o MEC identificar a necessidade de revisar os processos e propor medidas que possam assegurar a qualidade dos cursos ofertados a distância. Segundo o titular da Seres, Marco Antônio Barroso Faria, o prazo para novos credenciamentos foi prorrogado até março e, até lá, o MEC estuda os próximos passos. “O objetivo agora é elaborar diretrizes que sejam capazes de aferir e assegurar a qualidade dos cursos ofertados. O ministério não descarta a elaboração de novas diretrizes, a criação de novos instrumentos de avaliação e a revisão da legislação”, destacou. Assessoria de Comunicação Social do MEC   Leia mais em: http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=73511  

Pareceres Relatados pelo CNE/MEC em audiência pública no mês de FEVEREIRO/2019

O Conselho Nacional de Educação – CNE disponibilizou a relação de pareceres relatados pelos conselheiros em reunião ordinária do mês de FEVEREIRO/2019.   Os pareceres relatados encontram-se em fase de revisão técnica, antes da publicação da respectiva súmula no Diário Oficial da União. Tão logo essa súmula seja publicada, os pareceres estarão disponíveis para consulta no site do CNE.     Clique aqui para ver o Parecer (PDF)

INVESTIGAÇÃO – Vélez Rodríguez e Sérgio Moro assinam acordo para investigar indícios de corrupção no MEC

* Matéria publicada no site do MEC Uma investigação feita pela nova gestão do MEC pode dar início à Lava Jato da Educação. A afirmação foi feita nesta quinta-feira, 14, pelo ministro, professor Ricardo Vélez Rodríguez, em reunião de assinatura do protocolo de intenções que tem como objetivo apurar indícios de corrupção, desvios e outros tipos de atos lesivos à administração pública no âmbito do MEC e de suas autarquias nas gestões anteriores. O acordo é o marco inicial para uma ampla investigação interministerial.   Dos vários casos apurados até agora, foram apresentados exemplos emblemáticos, como favorecimentos indevidos no Programa Universidade para Todos (ProUni), desvios no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), envolvendo o sistema S, concessão ilegal de bolsas de ensino a distância e irregularidades em universidades federais. A audiência deu transparência ao funcionamento e atos do MEC, seguindo as orientações do presidente Jair Bolsonaro para todos os ministérios e instituições federais. O documento foi assinado pelos ministros da Educação; da Justiça, Sérgio Moro; da Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário, e pelo Advogado-Geral da União, André Mendonça. Também participou da reunião o diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, que será peça fundamental na apuração dos fatos. A investigação é uma das principais metas em desenvolvimento pelo ministério dentro do plano de ações dos 100 primeiros dias. A partir de agora, o MEC encaminhará os documentos necessários para que Ministério da Justiça, Polícia Federal, Advocacia-Geral da União (AGU) e Controladoria-Geral da União (CGU) possam aprofundar as investigações, instaurar inquéritos e propor as medidas judiciais cabíveis. O ministro da Justiça, o advogado-geral da União, o ministro da Controladoria-Geral da União e o diretor-geral da Polícia Federal elogiaram a iniciativa do ministro da Educação e se colocaram à disposição para apurar todos os casos apresentados. De acordo com Vélez Rodríguez, o intuito é ser totalmente transparente para a sociedade. “Queremos apurar todos os desvios praticados por pessoas que usaram o MEC e as suas autarquias como instrumentos para desvios.” Assessoria de Comunicação Social do MEC Para ler a matéria na integra, favor acessar: http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=73381

UNIFENAS ׀ A gestão educacional sob novas perspectivas

** Colaboração Lillian Silva      Integração, discussão e conhecimento para um único propósito. Assim foi o 4º Fórum de Gestores da UNIFENAS. Entre os dias 24 e 26 de janeiro, no Câmpus Belo Horizonte, mais de 40 gestores da universidade participaram de maneira efetiva das atividades propostas. A abertura do Fórum foi realizada pela Dra. Viviane Araújo Velano Cassis, vice-reitora e pró-reitora de planejamento e desenvolvimento, e pelo Prof. Dr. Mário Sérgio Oliveira Swerts, pró-reitor acadêmico e diretor de pesquisa e pós-graduação. Durante sua fala, Dra. Viviane ressaltou a importância de cada gestor, professor e demais colaboradores da instituição para dar continuidade ao trabalho de construção. “O que o criador da UNIFENAS nos deixou em seu legado foi a crença na educação como forma transformadora da sociedade, a fé no conhecimento como alicerce de uma sociedade justa, evoluída e igualitária. E na abertura deste fórum, minha principal palavra é a gratidão. Agradeço a cada um de vocês que aqui está e aqueles que não estão, mas que igualmente contribuem para o crescimento da UNIFENAS”. Com a palavra, o Prof. Dr. Mário Sérgio Oliveira Swerts, agradeceu a todos que proporcionaram aquele momento. “Gestores, colegas de trabalho, parceiros de caminhada pela busca incansável da perfeição, nosso muito obrigado. Em especial à Profa. Maria do Rosário, nossa reitora, à Dra. Viviane, e à Dra. Larissa Araújo Velano, presidente da Fundação de Ensino e Tecnologia de Alfenas e pró-reitora administrativo-financeira, sem as quais nós não conseguiríamos executar o trabalho de gestão da Universidade”. Durante os três dias de engajamento e aquisição de novos conhecimentos, os gestores puderam refletir sobre competências, habilidades, liderança organizacional, inteligência emocional, contraste de gerações e o autoconhecimento. Todo este conteúdo foi trabalhado com grandes nomes como Eduardo Shinyashiki, Aexane Alves e Ranieri Lima. A UNIFENAS é referência em qualidade de ensino, inovação e atuação junto à comunidade para que os seus alunos, sejam críticos, formadores de opinião e que, além de diferenciados, estejam preparados para o mercado de trabalho e suas nuances. Para conseguir este resultado, nada mais importante que a valorização de quem tem como missão de vida a educação. Legenda: Foto – Lillian Silva Gestores da UNIFENAS reunidos em Belo Horizonte  

ABMES ׀ Governo Bolsonaro quer que faculdades se autorregulem para autorizar cursos

**Matéria publicada no site da ABMES O governo Jair Bolsonaro quer implementar um sistema de autorregulamentação do ensino superior privado. Hoje, o governo lidera um complexo sistema de avaliação de qualidade, supervisão e autorização do funcionamento de cursos superiores no país. De acordo com o secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior, Marco Antônio Barroso Faria, a ideia é reduzir a atuação do MEC (Ministério da Educação) nos processos. “Como liberal que sou, na medida que o setor se autorregular, o estado precisa de intervir menos. Na medida em que os atores participantes desse mercado zelarem pela qualidade do ensino, eu só vou fazer a chancela”, disse Faria.  “O pessoal brinca que a Seres [secretaria de Regulação e Supervisão] é o cartório do MEC. Eu não vejo como problema, desde que o cartório esteja trabalhando bem. Eu quero não aparecer, a ideia é essa. Quero, se possível, no final de quatro anos, aumentar a autorregulamentação para que que possa regular menos”, disse. O secretário falou na manhã desta terça-feira (12) a representantes das instituições de ensino particular durante encontro da ABMES (Associação Brasileira Mantenedoras do Ensino Superior), que representa o setor. O secretário não deu detalhes sobre como seria o processo de autorregulamentação. Adiantou, no entanto, que a ação será discutida a longo prazo e com participação de todos os envolvidos. Por várias vezes ele e outros dois integrantes da subpasta do MEC repetiram que ainda estão em processo de transição, para entender as ações.  Faria é um dos três ex-alunos do ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, que assumiram pastas importantes. Ele não tem experiência em gestão e é da área da filosofia, com mestrado e doutorado em Ciência da Religião –ambas as pesquisas orientadas pelo ministro. Para funcionarem, os cursos de graduação no país passam por avaliações de qualidade, como o Enade (avaliação federal feita por alunos) e análise da oferta escolar, como infraestrutura. Essas informações são a base para o credenciamento e a renovação de credenciamento de cursos e também das instituições de ensino. Assim, um baixo desempenho pode resultar até mesmo no fechamento do curso ou impedir sua participação no Fies, programa para financiamento estudantil. Todo o processo segue a Lei do Sinaes (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior).  De 2.066 faculdades, universidades e centros universitários com indicador de qualidade divulgado em dezembro ano passado (o chamado IGC, Índice Geral de Cursos), apenas 35 tiveram nota máxima (1,6%). Levando em conta, por exemplo, cursos de formação de professores a distância, esse índice é de 0,5%. Os indicadores federais de cursos e instituições, e também dos alunos, são classificados em uma escala de 1 a 5. A maioria das instituições e cursos tem ficado no nível intermediários da avaliação, que é 3. Auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União), do ano passado, mostrou que o sistema de avaliação não tem sido capaz de induzir melhorias consistentes da qualidade dos cursos.  O setor de ensino superior privado é um defensor histórico da redução de burocracias para a regulação de cursos e instituições. Além disso, há denúncias de fraudes no sistema por parte de algumas instituições de ensino pelo menos desde 2016.  No encontro da ABMES, o secretário Barroso Faria ressaltou que o governo permanece aberto para receber todos os atores do setor, que vai melhorar a transparência das atividades e agilizar os processos de autorização de graduações e funcionamento de instituições.  Veja a matéria original

Aplicativo do INEP auxilia avaliação in loco dos cursos de graduação e IES.

Aplicativo do INEP auxilia avaliação in loco dos cursos de graduação e IES. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) é responsável pela avaliação de todos os cursos de graduação e Instituições de Educação Superior. A Avaliação in loco do Inep desloca docentes a instituições de todo o Brasil com o objetivo de verificar a qualidade da Educação Superior brasileira. Desde o final de 2018 o processo ganhou um aliado: o Aplicativo Avaliação in loco. Gratuito, o app está disponível para download nas lojas Google Play e App Store. Por meio da ferramenta, Procuradores Institucionais e integrantes do Banco de Avaliadores do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (BASis) têm acesso facilitado aos instrumentos que orientam a avaliação. São dois instrumentos da Avaliação Institucional (Credenciamento e Recredenciamento) e dois instrumentos da Avaliação de Curso (Autorização e Reconhecimento). O aplicativo lista todos os indicadores avaliados e permite fazer anotações sobre cada um durante as visitas às IES. As anotações auxiliam o avaliador na preparação do relatório de avaliação, posteriormente. O app também pode auxiliar o trabalho dos próprios servidores do Inep e dos membros da Comissão Técnica de Acompanhamento da Avaliação (CTAA). Outra funcionalidade é um Glossário da área e orientações para a visita. Conheça os atos de avaliação in loco AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Credenciamento – ato de entrada no sistema nacional de avaliação de IES que desejam ofertar educação superior. Recredenciamento – ato de permanência no sistema nacional de avaliação em que uma IES precisa se submeter para continuar tendo o direito de ofertar a educação superior. AVALIAÇÃO DE CURSO Autorização – pedido formal para oferta de um curso de graduação por uma IES que não tem autonomia para normatizar seus próprios cursos. Reconhecimento – ato obrigatório que toda IES do sistema federal de ensino precisa pedir para legalizar os diplomas de seus cursos de graduação ou para renovar o reconhecimento do curso de graduação. Assessoria de Comunicação Social do INEP Saiba mais em: http://portal.inep.gov.br/artigo/-/asset_publisher/B4AQV9zFY7Bv/content/id/6383188

MEC realiza mudanças para aprimorar processo de educação

** Matéria publicada no site do MEC Um decreto publicado no Diário Oficial da União, em 2 de janeiro, determinou mudanças na estrutura e função de algumas secretarias do Ministério da Educação. Entre elas, estão as trocas de diretorias ligadas à Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi), que passou a se chamar Secretaria de Modalidades Especializadas de Educação (Semesp). A Secadi cuidava da Educação de Jovens e Adultos (EJA), da alfabetização continuada e modalidades especializadas em educação ligadas à questão indígena, quilombola, do campo e de educação especial. Com as mudanças, a partir do decreto, as atribuições das diretorias da Secadi foram direcionadas para a recém-criada Semesp e para a Secretaria de Educação Básica (SEB). A EJA também passou a ser de responsabilidade da SEB, porque era o elemento de um processo de aceleração de educação de jovens e adultos. A EJA era uma modalidade coordenada pela Secadi, com a colaboração da SEB, mas hoje é conduzida apenas pela Secretaria de Educação Básica. A mudança para a SEB foi feita porque a secretaria tem os conteúdos e o material para coordenar melhor que a própria Secadi e já domina os fluxos de ensino fundamental e médio. Isso torna a modalidade mais eficaz. Também por determinação do decreto, a atenção com a educação continuada, que era atribuição da desmembrada Secadi, passou para a nova Secretaria de Alfabetização (Sealf). Uma das políticas públicas pedidas pelo presidente Jair Bolsonaro, quando convidou o ministro Ricardo Vélez Rodríguez, foi o investimento maciço na educação básica. Da antiga Secadi, a Semesp herdou a educação no campo, dos quilombolas, indígena e especial. O nome Secretaria de Modalidades Especializadas de Educação foi apoiado na Lei de Diretrizes, base da educação brasileira, que chama a forma de ensino de modalidades especializadas. A Semesp possui agora as diretorias de educação especial, de surdos e bilíngue, e a de modalidades especializadas em educação. A diretoria ligada a Direitos Humanos, da antiga Secadi, foi absorvida pela diretoria de educação especial dentro da Semesp. Assessoria de Comunicação Social do MEC Saiba mais: https://bit.ly/2GES1VX                        

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