Portaria do MEC detalha formatos de oferta de cursos EaD

Objetivo é promover educação a distância de qualidade, como ferramenta estratégica de ampliação e acesso à educação superior no Brasil. Cursos de medicina, direito, odontologia, enfermagem e psicologia deverão ser ofertados exclusivamente no formato presencial. O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao lado do ministro de Estado da Educação, Camilo Santana, assinou, nesta segunda-feira, 19 de maio, decreto que regulamenta a Nova Política de Educação a Distância (EaD). O objetivo é garantir mais qualidade na oferta de EaD, uma ferramenta estratégica de ampliação e acesso à educação superior em um país como o Brasil. Para o ministro da Educação, atualmente a EaD ocupa uma posição central no sistema de educação superior no Brasil e merece uma atenção especial do poder público, responsável pela regulação, avaliação e supervisão da educação superior. “Acreditamos que a EaD pode proporcionar ao estudante uma experiência tão rica quanto a dos demais cursos, desde que haja um efetivo compromisso de todos com o processo de ensino e aprendizagem”, defende Santana. O decreto aprimora o marco regulatório e lança as bases de uma nova política de EaD, que a qualifica e fortalece. O Governo Federal, em sintonia com a realidade e visão de futuro, reconhece que as ferramentas tecnológicas integram, fazem parte e facilitam o cotidiano, inclusive nos ambientes acadêmicos. Ao criar o modelo semipresencial, o Ministério da Educação (MEC) está diversificando os formatos e ampliando as oportunidades para que os estudantes possam escolher aquele modelo que melhor se encaixa no seu perfil, sem descuidar da qualidade que deve ser garantida em qualquer um deles. “O foco é o estudante e a valorização dos professores: a garantia de infraestrutura nos polos, a qualificação do corpo docente, a valorização da interação e a mediação para uma formação rica e integral, independentemente da distância física”, afirma o ministro. Principais mudanças – Além de estabelecer novas regras para a educação a distância, a política também trata da oferta de cursos presenciais, cria novo formato de oferta – o semipresencial – e define as atividades online síncronas e síncronas mediadas (aulas interativas a distância em tempo real) como integrantes da EaD. O decreto define os seguintes formatos de oferta: Presencial: caracterizado pela oferta majoritária de carga horária presencial física, com até 30% no formato EaD. Semipresencial: composto por, pelo menos, 30% da carga horária em atividades presenciais físicas (estágio, extensão, práticas laboratoriais) e, pelo menos, 20% em atividades presenciais ou síncronas mediadas. EaD: caracterizado pela oferta preponderante de carga horária a distância, com limite mínimo de 20% atividades presenciais e/ou síncronas mediadas, com provas presenciais. Cursos com oferta vedada – Outra novidade da política é a definição de cursos vedados no formato da educação a distância devido à centralidade de atividades práticas, laboratórios presenciais e estágios. Os cursos de medicina, direito, enfermagem, odontologia e psicologia deverão ser ofertados exclusivamente no formato presencial. Os demais cursos da área de Saúde e as licenciaturas também não poderão ser ofertados a distância, e sim exclusivamente nos formatos presencial ou semipresencial. Estão previstos dois anos de transição para adaptação gradual dos cursos. Os estudantes já matriculados em cursos EaD poderão concluí-los no formato previsto a partir do ato da matrícula. Tipos de atividade – A nova política uniformiza definições como: Atividades presenciais: realizada com a participação física do estudante e do docente em lugar e tempo coincidentes. Atividades assíncronas: atividade de EaD na qual o estudante e o docente estejam em lugares e tempos diversos. Atividades síncronas: atividade de EaD na qual o estudante e o docente estejam em lugares diversos e tempo coincidente. Atividades síncronas mediadas: atividades interativas, com grupo reduzido de estudantes, apoio pedagógico e controle de frequência. Outras mudanças – A Nova Política de EaD trata, ainda, da valorização do corpo docente e da mediação pedagógica, com exigência de quantidade de professores compatível com o número de estudantes. Outra novidade é a criação da figura do mediador pedagógico, que deve ter função exclusivamente pedagógica e formação acadêmica compatível com o curso, distinta das atribuições administrativas dos tutores. Além disso, o decreto traz a exigência de pelo menos uma avaliação presencial por unidade curricular, com peso majoritário na composição da nota final, inclusive em cursos EaD. A nova política também estabelece novas exigências para os polos EaD, que deverão ter infraestrutura física e tecnológica adequada aos cursos, além de estrutura mínima com laboratórios e ambientes para estudos. Debate – Fruto de amplo diálogo com diferentes setores da sociedade, a Nova Política de EaD contou com uma comissão de especialistas, com larga experiência em educação a distância e em políticas públicas; e reuniões do Conselho Consultivo para o Aperfeiçoamento dos Processos de Regulação e Supervisão da Educação Superior (CC-PARES), que conta com entidades representativas da educação superior. Além disso, também ocorreram 20 visitas técnicas e diálogo com entidades representativas da educação superior, de estudantes e de movimentos sociais em cada etapa. Foram feitas interlocuções com o Conselho Nacional de Educação (CNE), o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), bem como as secretarias de Educação Superior (Sesu) e de Educação Profissional e Tecnológica (Setec), ambas do MEC. Para a elaboração da política, também foram realizadas interlocuções com especialistas estrangeiros e participação em eventos internacionais, além de audiências públicas na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. Apresentação Perguntas Frequentes Álbum de fotos Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres) * Matéria publicada no site do MEC em: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/assinado-decreto-que-institui-a-nova-politica-de-ead
ANFEP convidada para a apresentação do Novo marco regulatório da Educação a Distância – EAD

O presidente Lula assinará o novo Marco Regulatório da Educação a Distância – EAD, hoje, 19 de maio, às 10h30 no Palácio do Planalto em Brasília e, amanhã, terça-feira, 20, das 9h às 13 horas, o texto será oficialmente apresentado pela Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior – SERES/MEC, no auditório do Ed. Sede do Ministério da Educação. Além disso, as regras de transição e o calendário regulatório também serão anunciados pela Secretaria. *Saiba mais em: www.mec.gov.br
FORMAÇÃO DE PROFESSORES – MEC orienta sobre diretrizes curriculares para magistério.

Documento elaborado pelo Conselho Nacional de Educação estipulou instruções para cursos de licenciatura e de formação pedagógica para graduados não licenciados. As Diretrizes estão disponíveis na página do CNE. O Ministério da Educação (MEC) homologou o Parecer CNE/CP nº 5/2025, que aprova as orientações do Conselho Nacional de Educação (CNE) para a implantação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial em Nível Superior de Profissionais do Magistério da Educação Escolar Básica, definidas pela Resolução CNE/CP nº 4/2024. As instruções são válidas para cursos de licenciatura, de formação pedagógica para graduados não licenciados e de segundas licenciaturas. O parecer foi elaborado pelo CNE em parceria com o MEC, visando esclarecer diversas dúvidas que o colegiado recebeu da sociedade. O documento já havia sido aprovado pelo conselho em março deste ano. A homologação foi publicada, nesta quinta-feira, 15 de maio, no Diário Oficial da União. O parecer conta com 19 questões, detalhadamente abordadas. Entre as dúvidas mais levantadas pelos diversos atores sociais, estão perguntas acerca da existência de um curso de formação pedagógica em pedagogia para graduados não licenciados; de quais áreas é possível fazer a formação pedagógica; da existência de uma segunda licenciatura em pedagogia; e de como deve ser feita a transição curricular para seguir as determinações da Resolução CNE/CP nº 4/2024. O parecer completo está disponível na página do CNE, no portal do MEC. CNE – Órgão colegiado do MEC, o Conselho Nacional de Educação tem atribuições normativas, deliberativas e de assessoramento ao ministro da Educação no desempenho de suas funções, assim como atribuições do Poder Público Federal em matéria de educação. As Câmaras de Educação Básica e de Educação Superior, que compõem o conselho, são constituídas, cada uma, por 12 conselheiros. Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do CNE * Matéria publicada no site do MEC em: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/mec-orienta-sobre-diretrizes-curriculares-para-magisterio
CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR – Prazo para envio de artigos sobre Censo Superior termina dia 5/5.

Chamada pública é aberta aos pesquisadores, corpo gestor e técnico/especializado de instituições públicas e privadas de todo o país. O prazo para a submissão de trabalhos sobre o Censo da Educação Superior termina na próxima segunda-feira, 5 de maio. A chamada pública é aberta aos pesquisadores, corpo gestor e técnico/especializado de instituições públicas ou privadas de todo o país, e tem como objetivo reunir artigos para serem publicados na obra temática “Censo da Educação Superior no Brasil: metodologia, políticas públicas e gestão educacional”. A proposta é que a obra seja divulgada durante o X Encontro Nacional do Censo da Educação Superior deste ano, em data a ser divulgada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O Inep receberá artigos que contemplam os seguintes eixos de interesse: O censo no âmbito da pesquisa oficial: aspectos metodológicos e técnicos do censo, incluindo a forma e o conteúdo de instrumentos de coleta, suas variáveis, normas, e o processo de realização, bem como sua inserção no quadro de dados oficiais do país; A formulação e avaliação de políticas públicas a partir do censo: a relação entre os dados gerados pelo Censo da Educação Superior e o processo decisório de Estado. Inclui análises sobre desigualdades de acesso e permanência, inclusão de grupos sub-representados e distribuição territorial das oportunidades educacionais. Também abrange políticas de financiamento estudantil, concentração de mercado e concorrência, mercado de trabalho e a relação da educação superior com o desenvolvimento social, ambiental e tecnológico do país; A gestão de instituições e cursos a partir do censo: usos variados dos dados censitários como evidência para a melhoria da educação superior, tanto na perspectiva institucional quanto na perspectiva de cursos de graduação ou áreas de educação superior. Inclui questões relacionadas ao combate à evasão, promoção da permanência e do êxito acadêmico, assim como o uso dos dados para melhoria da alocação de recursos institucionais para a oferta de cursos, mediante características locais, regionais ou internacionais, ou sua articulação com arranjos produtivos locais. Os artigos devem ser enviados ao endereço de e-mail publicacoes.censosuperior@inep.gov.br. As regras para submissão dos trabalhos estão disponíveis no documento disponível abaixo. Acesse os critérios para submissão de artigos Saiba mais sobre o Censo da Educação Superior Assessoria de Comunicação Social do Inep, com informações do Inep Matéria publicada no site do INEP em: https://www.gov.br/inep/pt-br/assuntos/noticias/censo-da-educacao-superior/prazo-para-envio-de-artigos-sobre-censo-superior-termina-dia-5-5
ENEM – Enem amplia oportunidades de ingresso no ensino superior

Notas podem ser usadas nos processos seletivos Sisu, Prouni e Fies. Participantes que se enquadram nos critérios podem solicitar a isenção da taxa de inscrição até o dia 2/5. Conquistar uma vaga na universidade, obter uma bolsa de estudos ou financiar o curso: o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) proporciona muitas oportunidades de ingresso ao ensino superior para milhões de brasileiros todos os anos. Com a nota do exame, os participantes podem participar do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Programa Universidade para Todos (Prouni) ou do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Pelo Sisu, os estudantes têm acesso a vagas de universidades e institutos federais, que reservam metade delas a alunos da rede pública, além de oportunidades em universidades estaduais e municipais. Também é possível ingressar em instituições particulares, com bolsas de 50% a 100%, por meio do Prouni, ou, com auxílio do Fies, obter um financiamento estudantil. Os resultados ainda podem ser usados em processos seletivos de instituições portuguesas. Além disso, estudantes do 3º ano do ensino médio participantes do Pé-de-Meia podem garantir um incentivo extra de R$ 200 ao comparecer aos dois dias de Enem, que será pago após a conclusão dessa etapa de ensino. Isenção – O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) prorrogaram o prazo para que os interessados solicitem a isenção da taxa de inscrição do exame. O período, que se encerraria em 25 de abril, foi estendido até o dia 2 de maio. Quem deseja fazer o Enem gratuitamente deve solicitar a isenção da taxa de inscrição por meio da Página do Participante, com o login único do gov.br. A gratuidade é destinada a participantes que se encaixam nos seguintes perfis: Estudantes matriculados no 3º ano do ensino médio em escola pública (em 2025). Pessoas que fizeram todo o ensino médio em escola pública ou como bolsista integral em escola privada. Inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (Cadúnico) e que possuem renda familiar de até 3 salários mínimos ou per capita de até meio salário mínimo. Pé-de-Meia – Os participantes do programa Pé-de-Meia, do MEC, também se enquadram nos requisitos para isenção da taxa de inscrição. Justificativa de ausência – Quem não compareceu aos dois dias de Enem em 2024 precisa justificar a ausência, caso queira participar da edição de 2025 gratuitamente. Mesmo com a isenção confirmada, o estudante precisará fazer a sua inscrição, em período a ser divulgado pelo MEC em breve. Confira o novo cronograma abaixo: Solicitação de isenção da taxa/Justificativa de ausência 14 de abril a 2 de maio Resultado das solicitações de isenção da taxa/Justificativa de ausência 12 de maio Período de recursos 12 a 16 de maio Resultado dos recursos 22 de maio Enem – O Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho escolar dos estudantes ao final da educação básica. Ao longo de mais de duas décadas de existência, o Enem tornou-se a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e de iniciativas como o Programa Universidade para Todos (Prouni). Instituições de ensino públicas e privadas utilizam o Enem para selecionar estudantes. Os resultados são utilizados como critério único ou complementar dos processos seletivos, além de servirem de parâmetro para acesso a auxílios governamentais, como o proporcionado pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Os resultados individuais do Enem também podem ser aproveitados nos processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitarem as notas do Exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal. Acesse o edital que trata da isenção e da justificativa de ausência no Enem (Publicado no DOU) Acesse o edital que trata da isenção e da justificativa de ausência no Enem (Libras) Acesse a Página do Participante Acesse a plataforma Gov.br Saiba mais sobre o Enem Assessoria de Comunicação Social do Inep, com informações do Inep *Matéria publicada no site do INEP: https://www.gov.br/inep/pt-br/assuntos/noticias/enem/enem-amplia-oportunidades-de-ingresso-no-ensino-superior
Dispõe sobre o Exame Nacional de Residências – Enare.

– PORTARIA MEC Nº 329, DE 23 DE ABRIL DE 2025 – Dispõe sobre o Exame Nacional de Residências – Enare. Acesse aqui a Portaria
Institui o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica – Enamed.

– PORTARIA MEC Nº 330, DE 23 DE ABRIL DE 2025 – Institui o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica – Enamed. Acesse aqui a Portaria
EDUCAÇÃO SUPERIOR – Fies 1/2025: inscrições para vagas remanescentes abrem 22/4

Candidatos podem se inscrever de 22 a 29 de abril, por meio do Portal Único do Ensino Superior, para concorrer às vagas remanescentes do processo seletivo do primeiro semestre de 2025 do Fundo de Financiamento Os estudantes interessados em concorrer às vagas remanescentes do processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), referente ao primeiro semestre de 2025, poderão fazer a inscrição a partir da próxima terça-feira, 22 de abril. O Edital nº 7/2025 foi publicado nesta quinta-feira, 17 de abril, pelo Ministério da Educação (MEC). As inscrições poderão ser realizadas até o dia 29 de abril, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. De acordo com o edital, o resultado da ordem de classificação e da pré-seleção será divulgado no dia 6 de maio, constituído de chamada única e de lista de espera. Caso seja pré-selecionado, o estudante deverá comparecer à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da instituição de ensino superior (IES) nos dias 7 e 8 de maio, no horário de atendimento da IES, para comprovar as informações declaradas no ato da inscrição. As vagas remanescentes do Fies referem-se às oportunidades de financiamento que não foram preenchidas durante as etapas regulares de seleção do programa. Elas são destinadas aos estudantes que tenham condições de atingir a frequência mínima exigida para concluir o primeiro semestre letivo de 2025 na opção de curso, turno e local de oferta para os quais se inscreveram. O edital destaca que 50% das vagas remanescentes serão reservadas para os candidatos com renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo, inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), conforme determinam as regras do Fies Social. Já para os candidatos autodeclarados pretos, pardos, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência serão reservadas vagas em percentual de acordo com a proporção da população na unidade da federação onde está instalada a instituição de ensino, tendo como base o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A reserva será aplicada para o Fies como as vagas destinadas para o Fies Social. Os pré-selecionados pelo Fies Social poderão solicitar a contratação de financiamento de até 100% dos encargos educacionais cobrados pelas instituições. Eles serão identificados automaticamente pelo Fies Seleção a partir de base de dados do CadÚnico, fornecida ao MEC pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). Poderá se inscrever no processo seletivo o candidato que, cumulativamente, atenda às seguintes condições: Ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir da edição de 2010, com nota no exame válida até o momento anterior à abertura das inscrições; Ter obtido média aritmética das notas nas cinco provas igual ou superior a 450 pontos e nota na prova de redação superior a zero; Não ter participado no referido Exame como “treineiro”; Possuir renda familiar mensal bruta per capita de até três salários mínimos; Possuir, obrigatoriamente, condições de atingir a frequência mínima exigida para o semestre letivo referente ao primeiro semestre de 2025, no curso, turno e local de oferta da instituição de ensino superior para o qual se inscrever. Neste ano, o Ministério da Educação (MEC) ofertará mais de 112 mil vagas para o Fies – dessas, 67.301 foram disponibilizadas no primeiro semestre. As demais vagas serão oferecidas no processo seletivo do Fies do segundo semestre de 2025, inclusive aquelas eventualmente não preenchidas após o final da convocação das vagas remanescentes do primeiro semestre de 2025. Fies Social – O processo seletivo do Fies inclui a reserva de 50% das vagas para estudantes com renda familiar, por pessoa, de até meio salário mínimo – e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) em situação de ativos. No caso de pré-selecionados que atendam às regras do Fies Social, a contratação do financiamento é integral, cobrindo até 100% dos encargos educacionais. Os estudantes pré-selecionados com renda familiar per capita de até meio salário mínimo estão dispensados da comprovação da renda familiar junto à CPSA, mas devem comparecer à Comissão para validação das demais informações. Caso a Comissão identifique, entre as informações prestadas, discrepância referente à renda familiar declarada, poderá ser exigida a apresentação de documentação complementar para comprovação. No caso das vagas destinadas às pessoas com deficiência, independentemente de terem se inscrito para vaga do Fies Social ou demais vagas do Fies, os candidatos deverão comprovar a sua situação por meio de laudo médico, atestando a espécie e o grau da deficiência com expressa referência ao código correspondente da Classificação Internacional de Doenças (CID). Todos os pré-selecionados devem ficar atentos aos prazos e aos procedimentos estabelecidos no edital, para não perderem a oportunidade de garantir as suas vagas no Fies. Fies – Instituído pela Lei nº 10.260, de 12 de julho de 2001, o Fundo de Financiamento Estudantil é um programa do MEC que concede financiamento a estudantes para cursos de graduação em instituições de educação superior privadas que aderiram ao programa e possuem avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu) *Matéria publicada no MEC em: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/abril/fies-1-2025-inscricoes-para-vagas-remanescentes-abrem-22-4
ENADE – Disponíveis Indicadores de Qualidade da Educação Superior

A apresentação ocorreu por meio de live e está disponível no canal do Inep no YouTube. Os dados estão disponíveis no portal do Instituto. Os resultados dos Indicadores de Qualidade da Educação Superior 2023 foram apresentados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) nesta sexta-feira, 11 de abril, em Brasília (DF). A apresentação ocorreu por meio de live e está disponível no canal oficial da Autarquia no YouTube. Na ocasião foram apresentados os resultados do Conceito Enade, do Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD), do Conceito Preliminar de Curso (CPC) e do Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC) de 2023. Os dados estão disponíveis no portal do Inep. Esses indicadores são instrumentos usados para avaliar a qualidade dos cursos e das instituições de ensino superior no Brasil. Expressos em escala contínua e em cinco níveis, têm relação direta com o Ciclo Avaliativo do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), que determina as áreas de avaliação e os cursos a elas vinculados. O presidente do Inep, Manuel Palacios, reforçou a importância do novo formato do exame, o Enade das Licenciaturas, na formação dos professores para a educação básica, e do avanço no aperfeiçoamento da avaliação dos cursos da área da saúde. Palacios destacou ainda que, nos últimos meses, o Instituto tem aprofundado os estudos voltados à área da saúde, com o objetivo de avançar na avaliação das especialidades desse campo do conhecimento. O foco está na melhoria dos processos e instrumentos de avaliação, de forma a gerar evidências educacionais mais precisas que contribuam para a melhoria da formação profissional na saúde. Na oportunidade, foi divulgado um estudo preliminar sobre o desempenho dos estudantes dos cursos de medicina. O objetivo da pesquisa é aprimorar os processos de avaliação, com foco em componentes específicos da formação médica. De acordo com os dados, entre os cursos analisados: 70 apresentaram desempenho acima do esperado; 196 ficaram dentro do esperado; 39 ficaram abaixo do esperado. O levantamento vai contribuir também para a melhoria contínua da qualidade dos cursos e para o fortalecimento da formação médica no país. Enade 2023 – O Enade 2023 avaliou 9.812 cursos em todo o Brasil. Considerando a nota geral média de cada área de avaliação, numa escala de 0 a 100, os cursos da área de saúde e bem-estar que mais se destacaram foram medicina (65) e fisioterapia (53,67). Na área de engenharias, arquitetura e urbanismo, destacaram-se os cursos de arquitetura e urbanismo (56,94) e engenharia ambiental (55,22). Já entre os cursos tecnológicos, o maior destaque foi a segurança do trabalho (52,62). O diretor de Avaliação da Educação Superior (Daes) do Inep, Ulysses Tavares Teixeira, ressaltou a importância de contextualizar os resultados das avaliações e adotar uma abordagem multidimensional para compreender melhor as especificidades de cada curso. Entre os eixos considerados estão: condições de oferta e formação; pesquisa e desenvolvimento; extensão e participação social; acesso, permanência e conclusão; além dos resultados de desempenho. Com base nas respostas ao Questionário do Estudante, o levantamento identificou a percepção dos estudantes sobre a formação e condições de ensino. Segundo Teixeira, essas percepções são fundamentais para compreender os fatores que influenciam a permanência dos alunos nos cursos, especialmente daqueles que recebem algum tipo de auxílio estudantil. Cursos avaliados – Na edição de 2023 do Enade, foram avaliadas as seguintes áreas em bacharelado: agronomia; arquitetura e urbanismo; engenharia ambiental; engenharia civil; engenharia de alimentos; engenharia de computação; engenharia de controle e automação; engenharia de produção; engenharia elétrica; engenharia florestal; engenharia mecânica e engenharia química. Foram avaliados também os cursos de biomedicina; enfermagem; farmácia; fisioterapia; fonoaudiologia; medicina; medicina veterinária; nutrição; odontologia; zootecnia; além dos seguintes cursos superiores de tecnologia: agronegócio; estética e cosmética; gestão ambiental; gestão hospitalar; radiologia e segurança no trabalho. Confira a apresentação Confira os resultados do Enade 2023 Confira os resultados dos Indicadores de Qualidade da Educação Superior Assessoria de Comunicação Social do Inep *Matéria divulgada no site do INEP em: https://www.gov.br/inep/pt-br/assuntos/noticias/enade/disponiveis-indicadores-de-qualidade-da-educacao-superior
Filiadas ANFEP recebem premiação em evento da Receita Federal do Brasil da 6ª Região Fiscal!

As nossas filiadas: FEPI, FEOL e UNIFENAS receberam o certificado de reconhecimento pelos serviços prestados pelo NAF – Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal. A Premiação NAF de Minas Gerais 2025, é um evento promovido pela Receita Federal, que aconteceu, hoje, 03/04, na Superintendência Regional da Receita Federal da 6ª Região Fiscal, em Belo Horizonte. * FEPI: Premiação entregue ao Reitor, Prof. Erwin Rolf Mádisson Junior – Diretor Financeiro da ANFEP; * FEOL: Premiação entregue ao Presidente, Prof. Paulo Henrique Lage Avelar – Diretor Efetivo do Conselho Fiscal; e * UNIFENAS: Premiação entregue à Reitora Dra. Maria do Rosário Vellano.