Agenda em Brasília: Deputado Dr. Frederico

Dando continuidade às agendas em Brasília, na tarde de hoje, 27, o Presidente da ANFEP, Prof. João Antônio Argenta, realizou uma visita ao Deputado Dr. Frederico (PRD – MG). Dentre os assuntos abordados, estavam a apresentação da ANFEP e seus interesses aqui em Brasília, como também, questionar o uso do Fundo Garantidor do Fies junto à Caixa Econômica Federal. O Dr. Frederico é médico e integrante das seguintes comissões: . Comissão Especial sobre o Combate ao Câncer no Brasil; . Comissão Especial sobre Violência Obstétrica e Morte Materna; . Comissão Externa sobre o deslizamento de rejeitos de minério em Conceição do Par . Comissão de Saúde; . Comissão de Legislação Participativa; e . Grupo de Trabalho sobre a Reforma Administrativa. * O encontro foi no gabinete do Deputado Dr. Frederico, no Anexo III da Câmara dos Deputados em Brasília – DF.
SERES/MEC recebe ANFEP

Na manhã de hoje, 27, a diretoria da ANFEP foi recebida pela Secretária de Regulação e Supervisão da Educação Superior, Srª Marta Wendel Abramo e pelo Diretor de Política Regulatória, Sr. Rafael Furtado. O encontro foi uma forma de estreitar os laços e reforçar a importância da parceria, deixando a associação à disposição deste órgão relevante na rotina regulatória. Representando a ANFEP estavam presentes: . Professor João Antônio Argenta – Presidente da ANEP e da Fundação Educacional de Lavras – FELA/UNILAVRAS); e . Professor Erwin Rolf Mádisson Júnior – Diretor Financeiro da ANFEP e Reitor do Centro Universitário de Itajubá/FEPI. * O encontro foi no Ministério da Educação, Esplanada dos Ministérios, Bloco L , 1º andar, sala 100 – Gabinete da SERES, em Brasília.
GESTÃO – Camilo Santana participa de reunião ministerial no Planalto.

Avanços desta gestão do governo federal foram apresentados com destaque para os resultados e impactos de políticas educacionais conduzidas pelo MEC, como os programas Pé-de-Meia e Escola em Tempo Integral. O ministro Camilo Santana participou, nesta terça-feira, 26 de agosto, da segunda reunião interministerial de 2025 do governo federal. Os avanços da gestão foram apresentados com destaque para os resultados e impactos de políticas educacionais conduzidas pelo Ministério da Educação (MEC), como os programas Pé-de-Meia e Escola em Tempo Integral. Durante a abertura, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reafirmou o compromisso de sua equipe com o povo brasileiro e destacou os desafios do momento histórico que o mundo atravessa, citando a guerra da Ucrânia e o cenário econômico internacional. “Nós queremos este país democrático, soberano e republicano, que é o que aprendemos a construir”, completou. “Brasil soberano é Brasil que tem compromisso com os brasileiros e brasileiras, como o presidente Lula destacou. Já avançamos muito e os desafios que ainda temos, vamos continuar superando com muito trabalho”, apontou Santana. A apresentação também pontuou o aumento relevante das inscrições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Neste ano, 72,6% dos mais de 1,9 milhão de estudantes concluintes do ensino médio da rede pública confirmaram a participação no exame. Serão entregues, com recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), 3.684 novas creches, sendo que destas 2.001 são de obras que estavam paradas e foram retomadas e outras 1.683 são obras novas. Até o final de 2026, serão entregues a municípios de todo país 2.500 novos ônibus escolares pelo Novo PAC, dos quais 1.359 já estão disponíveis. Os recursos do Novo PAC estão construindo também 148 novas sedes de campi, sendo 138 de Institutos Federais e 10 de universidades federais – 100% das obras estão em andamento e 30% serão entregues até 2026. Além disso, estão em obras ou em licitação 158 novas estruturas acadêmicas para melhoria de unidades das redes federais de educação profissional e tecnológica e de educação superior já existentes, espalhadas pelo país. Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Casa Civil * Matéria publicada no site do MEC em: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/agosto/camilo-santana-participa-de-reuniao-ministerial-no-planalto
Diretoria da ANFEP em Brasilia para agenda com o Deputado Federal, Dr. Lafayette de Andrada.

A Associação Nacional das Fundações Educacionais Privadas – ANFEP, representada pelo seu Presidente Professor João Antônio Argenta, pelo Vice-Presidente, Dr. Guilherme Valle de Souza, pelo Diretor Financeiro, Professor Erwin Rolf Mádisson Júnior e pelo Diretor Institucional, Dr. José de Arimatéa Furtado, esteve reunido com o Deputado Federal, Dr. Lafayette de Andrada, para uma visita institucional, visando estreitar essa relação de maneira a viabilizar a participação nas discussões dos assuntos relacionados à educação. Estava presente também o Diretor Administrativo/Financeiro da Faculdade de Medicina de Barbacena FAME/FUNJOBE, o Sr. Flávio Maluf Caldas. 📍O encontro aconteceu no final da tarde de hoje, 26, na presidência da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Anexo da Câmara dos Deputados, em Brasilia. 📸: Da esquerda para a direita: . o Sr. Flávio Maluf Caldas; . Professor João Antônio Argenta (Presidente da Fundação Educacional de Lavras – FELA/UNILAVRAS); . Dr. Guilherme Valle de Souza; . Dr. Lafayette de Andrada; . Dr. José de Arimatéa Furtado (Superintendente da Faculdade de Medicina de Barbacena FAME/FUNJOBE; e . Professor Erwin Rolf Mádisson Júnior (Reitor do Centro Universitário de Itajubá/FEPI.
ENAMED – Número de inscritos no Enamed reforça decisão acertada do MEC de garantir a qualidade da formação médica no Brasil.

A prova que será aplicada pela primeira vez este ano conta com 96.635 inscritos confirmados dos 105.320 que se inscreveram no Sistema Enamed A decisão do Ministério da Educação (MEC) de realizar uma prova única para a avaliação dos concluintes dos cursos de medicina e nos processos seletivos das especialidades médicas de acesso direto do Exame Nacional de Residência (Enare) sinaliza-se como o caminho certo para fortalecer e garantir a qualidade da formação médica no Brasil. O êxito do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) pode ser conferido pelo número de inscrições de interessados em participar da primeira edição da prova, a ser realizada em 19 de outubro. Foram confirmados um total de 96.635 inscritos de 105.320 inscrições realizadas. O número de inscritos confirmados no Enamed é composto pelo total de 39.839 estudantes concluintes do curso de Medicina oriundos do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), além da participação de 56.796 inscritos como público externo. Ao compararmos os números de inscritos confirmados do Enamed que são concluintes de curso, com os inscritos confirmados na edição do Enade 2023 – a mais recente avaliação dos cursos de medicina – constata-se um aumento de 25,9% na participação de inscritos, ano em que o exame recebeu 31.848 inscrições. Já no que tange às inscrições no Enare, em 2024, a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) registrou 48.149 inscritos para a residência médica de acesso direto. Em 2025, esse número saltou para 80.127, um aumento de 66,4%. A prova do Enamed será realizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em 225 municípios brasileiros, 9,8% a mais que o ano de referência (2023) que contabilizou 205 municípios. Perfil – Entre os inscritos confirmados no Enamed, predomina a faixa etária de 25 a 29 anos de idade, com 50.009 participantes. Desse segmento etário 32.692 (público externo) e 17.317 (Enade). Em relação ao sexo, o total de mulheres confirmadas é maior, 58.963. O número de homens é de 37.672. Enamed – O Enamed será realizado anualmente, com início em 2025, e unificará as matrizes de referência e os instrumentos de avaliação no âmbito do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) para os cursos de medicina e da prova objetiva de acesso direto do Exame Nacional de Residência (Enare). O novo exame possui relevância estratégica nacional, no escopo da avaliação da formação médica no Brasil, e seus resultados impactam diretamente o Sistema Único de Saúde (SUS) e o ingresso de novos médicos no mercado de trabalho. O MEC prospecta um ciclo de fortalecimento mútuo entre os exames. Para o ministério, o Enamed impulsionará o engajamento dos estudantes no Enade, tendo em vista que a nota poderá servir como meio de ingresso em programas de residência médica de acesso direto. Isso tem impacto positivo para o Enare, visto que todos os concluintes dos cursos de medicina passarão a fazer a prova anualmente. O novo resultado, baseado em padrões de desempenho, traz um aperfeiçoamento importante na avaliação desses cursos, pois supera limitações existentes no Conceito Enade, permitindo que os cursos de medicina passem a ter resultados divulgados em uma escala interpretativa dos padrões de desempenho esperados ao final da graduação. Aliado à periodicidade anual, o formato permitirá o monitoramento da qualidade dos cursos de medicina ao longo dos anos. A utilização dos resultados do Enamed para fins de acesso aos programas de residência médica garante maior interesse e engajamento dos estudantes na realização do exame e resultados mais fidedignos para avaliação dos cursos. Além disso, os resultados baseados em padrões de desempenho são mais precisos e passarão a subsidiar melhor as políticas de regulação, supervisão, financiamento e indução da qualidade dos cursos. A periodicidade anual de realização do exame garante que todos os alunos passarão pela prova, ampliando a amostra de estudantes avaliados e minimizando os riscos de resultados enviesados. Além disso, o ingresso na residência será mais qualificado. Sobre a prova – O Ministério da Educação (MEC), por meio do Inep, realizará as provas no dia 19 de outubro. A avaliação compreende cem questões objetivas, de múltipla escolha, com quantidade idêntica para cada uma das áreas da medicina abordadas. A prova tem por base os critérios definidos para o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), observadas as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) e os normativos, bem como as legislações de regulamentação do exercício profissional vigentes e atinentes à área médica. Também fazem parte do Enamed o Questionário para o Estudante concluinte do curso de medicina inscrito no Enade e o Questionário Contextual para os demais participantes – ambos de preenchimento obrigatório. O levantamento é composto, ainda, pelo Questionário de Percepção de Prova. Público estratégico – A participação no exame é obrigatória para quem estiver habilitado e inscrito no Enade pelo coordenador do curso como concluinte de graduação em medicina. O exame considera habilidades e competências nas áreas de clínica médica; cirurgia; ginecologia e obstetrícia; pediatria; medicina da família e comunidade; saúde coletiva e, de maneira interdisciplinar, da área de saúde mental. Também podem participar, de forma voluntária, os demais interessados em utilizar os resultados nos processos seletivos das especialidades médicas de acesso direto do Exame Nacional de Residência (Enare). A medida segue a Portaria MEC n.º 329, de 23 de abril de 2025, nos termos do Edital n.º 03/2025, publicado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). A definição das regras de processos de seleção e ingresso nos programas de residência médica, no âmbito do Enare, estão presentes no Edital n.º 03/2025 (Residência Médica – Acesso Direto), publicado pela Ebserh. Confira os principais objetivos do Enamed: Avaliação da formação médica: Verificar se os concluintes dos cursos de medicina adquiriram as competências e habilidades exigidas pelas Diretrizes Curriculares Nacionais. Apoio à melhoria dos cursos: Fornecer insumos para o aprimoramento das graduações em medicina, contribuindo para a qualidade da educação médica no Brasil. Aprimoramento da seleção para a residência médica: Unificar a avaliação do Enade e a prova teórica do Enare, otimizando o acesso à residência. Fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS): Garantir que os
ANFEP solicita atuação do Ministério Público de Minas Gerais em defesa das Fundações Educacionais Privadas

Brasília, 20 de agosto de 2025 – A Associação Nacional das Fundações Educacionais Privadas (ANFEP) protocolou, nesta semana, o Ofício nº 13/2025, endereçado ao Procurador-Geral de Justiça do Estado de Minas Gerais, Dr. Paulo de Tarso. O documento expõe a grave situação enfrentada pelas fundações educacionais privadas mineiras e solicita a intervenção do Ministério Público para assegurar a correta aplicação dos recursos estaduais destinados à pesquisa e ao desenvolvimento científico. A ANFEP, que reúne dezoito fundações em Minas Gerais responsáveis pela formação de mais de 60 mil alunos, destacou no ofício que essas instituições do terceiro setor, embora de menor porte em comparação às universidades federais, desempenham papel essencial no atendimento das demandas regionais, na agilidade na pesquisa e na concessão de milhares de bolsas de estudo a jovens de baixa renda. Entretanto, segundo a entidade, a atual política de fomento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) concentra quase a totalidade de seus recursos – cerca de meio bilhão de reais anuais – em universidades federais, relegando às fundações privadas a participação residual nos editais. Tal situação, conforme o documento, contraria os princípios constitucionais que atribuem à União a responsabilidade exclusiva pelo custeio das universidades federais, não aos estados. O presidente da ANFEP, João Antônio Argenta, acompanhado pelo consultor jurídico Thales Viana de Souza (OAB/MG 134.319), ressaltou que a revisão dos critérios da FAPEMIG é urgente e necessária para restabelecer a equidade no financiamento da pesquisa em Minas Gerais: “É imprescindível que os editais sejam ajustados à realidade das fundações educacionais privadas, garantindo que o Estado cumpra sua missão de fomentar a pesquisa em todas as instituições que compõem o sistema educacional mineiro.” A entidade confia que o Ministério Público, no exercício de sua função de guardião da legalidade, adotará as medidas necessárias para assegurar que os recursos públicos sejam aplicados com justiça e probidade, fortalecendo a educação e a pesquisa no estado. Clique aqui para ver o Ofício (em PDF) * Foto da esquerda para a direita: . Dr. Thales Viana de Souza – Assessor Jurídico do Unilavras; . Prof. Dr. João Antônio Argenta – Presidente da ANFEP e da Fundação Educacional de Lavras – FELA; . Dr. Paulo de Tarso Morais Filho – Procurador-Geral de Justiça de Minas Gerais; . Rodrigo Lopes – Deputado Estadual de MG; . Sr. Welder Marcelo Pereira – Prefeito de Ribeirão Vermelho; . Dr. Hugo Barros de Moura Lima – Procurador-Geral de Justiça Adjunto Institucional; e . Dr. Hugo Carvalho da Silva – Diretor Administrativo do CISLAV.
ENAMED – Cursos de medicina com baixo desempenho passarão por supervisão

A partir de 2026, o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) será aplicado no 4º e 6º ano dos cursos de medicina. Em caso de baixo desempenho, os cursos entrarão em supervisão do Ministério da Educação. Atento à necessidade de melhoria da qualidade dos cursos de medicina e da formação de futuros profissionais, o Ministério da Educação (MEC) realiza o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) anualmente, a partir de 2025, por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em parceria com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). O ministro da Educação, Camilo Santana, ao lado do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou uma série de medidas para supervisão estratégica nos cursos de medicina que tiverem baixo desempenho no Enamed, visitas de avaliação in loco nas instituições de ensino em 2026 e atualização das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) de medicina. As ações foram apresentadas nesta terça-feira, 19 de agosto, em encontro com jornalistas, realizado na sede do MEC, em Brasília (DF), com participação do presidente do Inep, Manuel Palacios, e do presidente da Ebserh, Arthur Chioro. Nós vamos fazer uma fiscalização, uma supervisão rigorosa dos cursos de medicina neste país, para garantir a qualidade desses cursos.” Camilo Santana, ministro da Educação “O fato é que nós vamos fazer uma fiscalização, uma supervisão rigorosa dos cursos de medicina neste país, para garantir a qualidade desses cursos”, pontuou o ministro da Educação, Camilo Santana. “Nós estamos tratando da formação de profissionais que cuidam da vida das pessoas e dos brasileiros. Por isso, queremos garantir qualidade e excelência na formação de médicos. Esse é o objetivo de todas as ações que nós estamos tomando aqui, conjuntamente com o Ministério da Saúde”. Alexandre Padilha destacou que este é o melhor momento da relação entre os ministérios da Educação e da Saúde e que apoiará o MEC no que for preciso para a melhoria da formação médica. “Nós estamos muito animados com as medidas que estão sendo anunciadas pelo MEC. Vamos estar juntos para garantir que elas aconteçam e apoiar no que for preciso”, afirmou. O MEC atua em várias frentes para assegurar a qualidade da formação médica, diante da expansão do número de faculdades no país. O Enamed avalia os cursos de graduação em medicina a partir do desempenho dos estudantes no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). A prova unifica as matrizes de referência e os instrumentos de avaliação do Enade e da prova objetiva de acesso direto do Exame Nacional de Residência (Enare) para os cursos de medicina. “A partir deste ano, com a aplicação do Enamed, em 19 de outubro, todas as medidas serão utilizadas para a supervisão do MEC, a partir do primeiro semestre de 2026. Queremos ser criteriosos para todos os cursos de medicina ofertados, hoje, no nosso país”, explicou Santana. Os resultados do Enamed serão divulgados em dezembro de 2025 e vão subsidiar ações de regulação e supervisão da qualidade, financiamento e indução dos cursos. A participação no exame é obrigatória para os estudantes concluintes dos cursos de graduação em medicina (6º ano) inscritos no Enade e é componente curricular dos cursos de graduação. A partir de 2026, o exame será aplicado anualmente para o 4º e o 6º ano (pré-internato), para acompanhamento sistemático da formação médica. A prova antes do internato permite correções, além de garantir mais qualidade na formação e segurança para a população. A nota dos estudantes do 4º ano no Enamed valerá 20% da nota do Enare. Os resultados insatisfatórios no exame poderão acarretar medidas de supervisão estratégica dos cursos. O ministro da Educação ainda lembrou que houve um aumento expressivo dos cursos de medicina entre 2017 e 2022 e que as ações do MEC são para que esses cursos sejam bem supervisionados e bem avaliados. “A partir da avaliação da qualidade da formação desses profissionais, nós vamos tomar as medidas necessárias, desde penalidades cautelares até a necessidade de fechamento de cursos de medicina do Brasil que não atenderem aos objetivos ou à qualidade da formação dos profissionais da saúde”. Supervisão – O MEC, por meio da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres), utilizará os resultados do exame para subsidiar uma supervisão estratégica a partir de 2026. Todos os cursos com desempenho abaixo do esperado no Enamed 2025 (faixas 1 e 2 do indicador — que vai de 1 a 5) entrarão em supervisão. Nesses casos, as instituições de ensino superior serão convocadas a prestar esclarecimentos e estarão submetidas às seguintes medidas cautelares: impedimento de ampliação de vagas; suspensão de novos contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies); suspensão da participação do curso no Programa Universidade para Todos (Prouni); suspensão da participação do curso em outros programas federais de acesso ao ensino superior; redução de vagas para ingresso (cursos nota 2); suspensão de ingresso de novos estudantes (cursos nota 1). Resultados – Os resultados do Enamed 2026 terão impacto direto no agravamento ou na suspensão das medidas cautelares no processo de supervisão já instaurado. Ao final do processo, o MEC poderá desativar o curso ou reduzir as vagas. Em qualquer fase do processo, ainda poderá haver visita de verificação in loco. Avaliação – Em 2026, o Inep realizará visitas in loco em todos os cursos de medicina do país, utilizando instrumentos de avaliação aperfeiçoados, com maior foco no desenvolvimento das atividades práticas, nos laboratórios, na integração do curso com sistemas de saúde locais e na inserção dos estudantes nos diferentes cenários de prática. Trata-se de medida inédita e que tem o objetivo de realizar o diagnóstico abrangente da oferta da formação médica no sistema federal de ensino. Com base em padrões de desempenho, o Enamed traz um aperfeiçoamento na avaliação dos cursos, pois supera limitações existentes no Conceito Enade, indicador de avaliação da educação superior, garantindo que os cursos de medicina passem a ter resultados divulgados em uma escala interpretativa dos padrões de desempenho esperado ao final da graduação. Aliado à periodicidade anual, o formato permite o monitoramento da qualidade dos cursos de medicina ao longo dos anos. DCNs – As novas Diretrizes Curriculares Nacionais de medicina foram aprovadas, por unanimidade, pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), no dia 7 de agosto, após amplo processo de escuta de universidades, entidades médicas, gestores e sociedade civil. Para o MEC, as novas DCNs são um marco que projeta a formação médica brasileira para o futuro e incorpora as necessidades reais da população e do sistema de saúde. As orientações fortalecem a integração com o
Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Nutrição.

– CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES Nº 2, DE 15 DE AGOSTO DE 2025 Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Nutrição. * Acesse aqui a Resolução
Pareceres Relatados pelo CNE/MEC em audiência pública no mês de AGOSTO/2025

O Conselho Nacional de Educação – CNE disponibilizou a relação de pareceres relatados pelos conselheiros em reunião ordinária do mês de Agosto/2025. Os pareceres relatados encontram-se em fase de revisão técnica, antes da publicação da respectiva súmula no Diário Oficial da União. Tão logo essa súmula seja publicada, os pareceres estarão disponíveis para consulta no site do CNE. Clique aqui para ver o Parecer (PDF)
EDUCAÇÃO SUPERIOR – Prouni: entrega da documentação é ampliada até 18 de agosto

Edital do MEC prorrogou o prazo de entrega. Documentos devem ser entregues presencialmente ou por meio eletrônico. O resultado da segunda chamada está disponível no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. O Ministério da Educação (MEC) publicou, nesta segunda-feira, 11 de agosto, o Edital nº 17/2025, que prorroga, até o dia 18 de agosto, o prazo para a entrega da documentação de comprovação das informações dos pré-selecionados na segunda chamada do processo seletivo do Programa Universidade para Todos (Prouni), referente ao segundo semestre de 2025. A entrega dos documentos na instituição de ensino superior pode ser feita presencialmente ou por meio eletrônico. O resultado da segunda chamada está disponível na página do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. A instituição deverá disponibilizar, em suas páginas na internet, um campo específico para o encaminhamento da documentação. Caso o acesso não possa ser disponibilizado, deverá colocar à disposição colaboradores para que recebam a documentação fisicamente nos locais de oferta de curso e nos horários regulares de funcionamento. A instituição deverá, ainda, emitir a comprovação da entrega dos documentos, de acordo com o meio utilizado para o seu recebimento, seja físico ou virtual. De acordo com o Edital nº 14/2025, que rege a seleção, as instituições que optarem por efetuar um processo próprio de seleção já deverão ter comunicado formalmente aos candidatos pré-selecionados sobre a existência dessa exigência. As instituições precisam informar a natureza da sua seleção e os critérios para aprovação, que não poderão ser mais rigorosos do que aqueles aplicados aos estudantes selecionados em seus processos seletivos regulares. Além disso, é proibida a cobrança de qualquer tipo de taxa. Os inscritos nessa edição do Prouni que ainda não foram pré-selecionados podem participar da última etapa da seleção, que é a lista de espera. Os candidatos terão de 25 a 26 de agosto para manifestar interesse na lista de espera e disputar as bolsas eventualmente não preenchidas. A lista de espera será divulgada no dia 29 de agosto. Já o prazo para comprovação das informações da inscrição por parte dos pré-selecionados por meio da lista de espera é de 29 de agosto a 5 de setembro. Vagas – Nesta edição, o MEC ofertou mais de 211 mil bolsas. Desse total, mais de 118 mil são integrais (sem custo) e mais de 93 mil são parciais (metade da mensalidade). As bolsas são para mais de 370 cursos de 887 instituições privadas de ensino superior de todo o Brasil. Cursos – Com 13.774 bolsas, administração foi o curso com a maior oferta de oportunidades, sendo 9.275 bolsas integrais e 4.499 parciais. Em seguida, aparecem os cursos de direito, com 13.152 bolsas (4.277 integrais e 8.875 parciais); pedagogia, com 11.339 bolsas (8.465 integrais e 2.874 parciais); e educação física, com 8.939 (6.063 integrais e 2.876 parciais). Para medicina, foram ofertadas 1.159 bolsas, sendo 988 integrais (sem custo de mensalidade) e 171 parciais (50% de gratuidade). Confira o cronograma:. Prouni 20 anos – Criado pelo MEC em 2004, o Programa Universidade para Todos comemora 20 anos de existência em 2025, com mais de 3,5 milhões de estudantes beneficiados entre 2005 e 2025. Desses, 2,5 milhões receberam bolsas de estudo integrais (100%), que tornam a mensalidade do curso gratuita para o estudante. Os demais beneficiados obtiveram bolsa parcial, de 50% do valor da mensalidade do curso. Elas são oferecidas pelo Prouni para cursos de graduação em instituições privadas de todo o país. Atualmente, o programa beneficia 632.503 estudantes, matriculados em 1.851 instituições privadas de ensino superior no Brasil. Desse total, 533.790 possuem bolsa integral. Nas últimas duas décadas, mulheres (56%) e negros (55%) foram maioria entre o público da política. Além disso, segundo o Censo da Educação Superior de 2023, ao se analisar os efeitos do Prouni na taxa de conclusão de curso superior, verificou-se que 58% dos participantes concluíram a graduação. Ao todo, 1,46 milhão de bolsistas concluíram seus cursos de graduação. Já entre os estudantes que não participam do programa, o percentual cai para 36%. Os dados ressaltam o impacto social do Prouni no acesso e na conclusão do ensino superior por parte de grupos vulnerabilizados. Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu)